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Eu trabalhei em uma “clínica” de abortos, fui 100% a favor do aborto.

Posted by pastoralfamiliarmoc em 3 de janeiro de 2015


Human Life International

Seção latino-americano

(Tradução livre Eduardo Storino)

Eu trabalhei em uma “clínica” de abortos, fui  100% a favor do aborto, mas duas mulheres me abriram os olhos.

Jewels Green

Durante grande parte da minha vida, eu estava tão completamente enraizada na visão de mundo pró-aborto que sufocavas todas as conversas que me convidam a examinar ou questionar a minha posição. Mesmo em minha própria vida, depois de ter sido pressionada a realizar um aborto aos 17 anos e, posteriormente, sobreviver a uma tentativa de suicídio, permaneci sendo veementemente total defensora do aborto. Inclusive durante cinco anos, eu trabalhava em uma “clínica”, onde eram  realizados os abortos. Eu fui para a faculdade, pós-graduação, eu tive um casamento, dei à luz três bebês – no entanto, nada disso me influenciou para mudar a minha visão míope sobre “o direito da mulher de escolher” o aborto.

Em  4 de novembro tudo começou a mudar.

Durante um fórum on-line com um grupo de mulheres que estavam conversando sobre o aborto e “barriga de aluguel”  ou empréstimo mães, me familiarizei através de um dos grupos de apoio sobre o parto natural, que estavam participando neste mesmo fórum sobre o tema da fertilização in-vitro, nesse momento trazido à luz. Foi quando eu me agarrei com mais força as bandeiras  dos “direitos” pró-aborto , teorizando que um “grupo de células” não poderia ter o máximo de dignidade e merecer o nosso respeito e proteção, como os de uma mulher adulta. Naquela época, eu estava confusa (mas também intrigada) para ouvir duas vozes falando claramente, de forma consistente e com compaixão, que apoiaram o direito de ter esses humanos microscópicos de viver até o sua maturidade.

Em conversas posteriores, nem Lindsey e Lauren, nunca censuraram ou desprezaram, ou vetaram aquelas como nós que não concordam com elas – mas elas não desistiram. A convicção inabalável e defesa eloquente do valor de cada vida humana fez uma rachadura na armadura que eu havia cuidadosamente construída ao longo de décadas. Como era a vida,  desde a concepção até a morte? Eu também achava que a vida seria uma coleção de pequenas células. E, finalmente, de uma forma totalmente diferente, eu comecei a pensar sobre esses fatos da vida.

Como o fórum foi ampliado em discussões sobre temas como barriga de aluguel, eu estava me preparando para posterior revisão interna da minha posição – de longa data, nunca havia me questionado e, lentamente, eu comecei a considerar que a criança no útero poderia ser, de fato, humano.

Foi então que eu ouvi de uma mulher que havia alugado o seu útero, que tinha recebido o preço total fixado no contrato, após o ouvir do médico o diagnóstico de exame intra-uterino tinha informado para os pais, que o bebê veio com síndrome de Down,  e estes inconformados a pediram para abortar. Foi aqui que a rachadura na minha armadura tornou-se  abismal e a verdade inexoravelmente esclarecida: o aborto é errado. O aborto mata uma vida,  um membro da crescente família humana. E para citar os grupos pró-feministas, as mulheres merecem coisa melhor do que o aborto.

Só de olhar para trás, vejo minha cegueira; minha ignorância intencional, bloqueando a minha verdadeira introspecção, minha teimosia. Nunca haverá palavras suficientes para agradecer Lindsey e Lauren para seu forte testemunho sobre a santidade da vida. Estas duas mulheres notáveis (sem que eles soubessem disso na época), me levaram por um caminho de descoberta, que culminou com a minha aceitação incondicional do direito à vida desde a concepção até a morte natural e uma vida dedicada a promover a causa da VIDA.

Obrigado, Lindsey

Obrigado, Lauren

Reproduzido com permissão LifeSiteNews.com Secular Prolife.

Em Martha Valencia, HLI voluntária.

Fonte: Jewels Green, “Eu trabalhava em uma clínica de aborto. Eu estava 100% pró-escolha. Em seguida, duas mulheres abriu meus olhos “. LifeSiteNews.com, 9 de dezembro de 2014,

https://www.lifesitenews.com/opinion/i-worked-at-an-abortion-clinic.-i-was-100-pro-choice.-then-two-women-opened?utm_source=LifeSiteNews.com+Daily+Newsletter&utm_campaign=ee3b4e416c-LifeSiteNews_com_US_Headlines_06_19_2013&utm_medium=email&utm_term=0_0caba610a c-ee3b4e416c-326205922.

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