Pastoral Familiar – – Arquidiocese de Montes Claros, MG.

Em defesa da família e da vida.

Notícias

(Carta a um juiz – Continuação)

No entanto, há três anos, também em época natalina, em 21 de dezembro de 2012, o mesmo Hospital Materno Infantil terminava de executar um aborto em um bebê com mais de 20 semanas (cinco meses) de vida, filho de uma adolescente de 15 anos [2]. Que fizera ele para merecer a pena capital? Nada. Mas, segundo informações de sua mãe, ele teria sido fruto de um estupro. No dia 12 de dezembro, tu havias mandado expedir um alvará judicial para o aborto, com a seguinte justificativa: “Se for permitido que a criança nasça, um dia ela saberá que foi fruto de um ato criminoso, o que acarretará enormes problemas em sua formação[3]. A solução para a violência sofrida (o estupro) seria, segundo teu parecer, uma violência ainda maior: o aborto. O estuprador, após um julgamento com amplo direito de defesa, se fosse condenado, não receberia pena de morte. Sofreria alguns anos de reclusão, começando em regime fechado, mas com direito a progredir para os regimes semiaberto e aberto. A criança, porém, inocente e indefesa, deveria pagar com a morte pelo crime de seu pai. Como magistrado, tu sabes que isso contradiz o princípio fundamental esculpido em nossa Constituição de que “nenhuma pena  passará da pessoa do condenado” (art. 5º, XLV, CF).

No entanto, no caso acima, houve uma peculiaridade. A indução do aborto já havia começado quando a titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Renata Vieira Freitas, encontrou fortes indícios de que a alegação de estupro era falsa. Segundo o pai da criança, a adolescente teria inventado a estória de violência por ódio ou vingança. Posteriormente a delegada verificaria, com a confissão da própria jovem, que o “estupro” não passara de uma farsa. No entanto, já no dia 20, a delegada tentou inutilmente comunicar-se contigo, a fim de que tu anulasses teu próprio alvará. Tu, porém, estavas descansando em um lugar longínquo… enquanto um inocente morria. Lembro-me de como o Hospital estava enfeitado com adornos natalinos. E os profissionais da saúde não enxergavam a gritante contradição entre o festejo do nascimento do menino Jesus e a provocação de um aborto. Dirás tu: “Não era o menino Jesus que estava sendo abortado”. Mas Ele te dirá no dia do juízo: “Cada vez que o fizeste a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizeste” (Mt 25,40).

Em Goiânia tu te tornaste famoso por seres o juiz que expediu o maior número de alvarás para aborto de crianças malformadas (aborto eugênico). Tuas sentenças mostram que estás ciente de que aquilo que autorizas é um ilícito. Transcrevo trechos da sentença de 16 de novembro de 2004, no qual autorizaste o aborto de uma criança anencéfala[4] (as palavras são repetidas em diversas outras sentenças):

O que a requerente almeja não se enquadra no nosso Direito Positivo, já que pleiteia o chamado aborto eugenésico […]. Poder-se-ia, no caso, preferir o formalismo e, com isso, concluir pela impossibilidade jurídica do pedido. […] É sabido que o direito à vida, abrangendo a vida uterina, assegurado pelo caput do artigo 5º do Texto Constitucional, é inviolável.

No entanto, ao arrepio da lei e da Constituição, tu dizes:

A interrupção da gravidez encontra fundamento quando o feto possuir malformação congênita, degeneração ou houver possibilidade de que venha a nascer com enfermidade incurável.

Em tua opinião, portanto, tu poderias agir como um juiz de exceção, permitindo o que a lei proíbe[5]. Sim, pois a lei não é omissa no que se refere ao distúrbio do nascituro. O aborto eugênico enquadra-se perfeitamente nos artigos 125 ou 126 do Código Penal, conforme seja feito sem ou com o consentimento da gestante. E a autorização judicial não tem nenhum efeito jurídico, a não ser o de tornar o juiz partícipe do crime, conforme diz o artigo 29 do Código Penal: “Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade”.

Mas qual procurador de justiça ousaria oferecer denúncia contra um juiz por crime de aborto? Tu estás tranquilo. De um lado, a incapacidade de a criança se defender, do outro, a omissão do Ministério Público. Curiosamente, em algumas de tuas sentenças, tu escreves a seguinte frase: “Quem se sentir lesado que recorra”. Ora, como a criança poderá recorrer? Se um cidadão quiser impetrar habeas corpus em favor dela, encontrará inúmeros obstáculos. Quando em 06/10/2005, tu autorizaste o aborto de uma criança com síndrome de body-stalk (cordão umbilical curto), o impetrante do habeas corpus não pôde fotocopiar os autos, por proibição expressa da escrivania. Foi-lhe concedido tão-somente folheá-los. A petição teve que ser redigida a mão no próprio balcão do cartório. Mesmo assim, o desembargador Aluizio Ataides de Sousa conheceu o pedido e deferiu a liminar, a tempo de impedir o aborto. A criança nasceu, recebeu um nome (Giovana) e morreu após uma hora e quarenta minutos. Foi registrada como cidadã e sepultada dignamente. Não foi descartada nem tratada como lixo hospitalar. Dize-me, senhor juiz: para ti, a curta sobrevida extrauterina torna o bebê indigno de respeito?

Nos dois alvarás para aborto expedidos em 2011 – o primeiro de uma criança normal com possível deformidade futura (eugenia preventiva)[6], o segundo de uma criança com síndrome de Edwards[7] – os funcionários da escrivania sonegaram toda sorte de informações aos impetrantes, incluindo o número do processo (!), alegando um pretenso “segredo de justiça”.

A última de tuas sentenças de aborto eugênico, dada em 17 de dezembro de 2015, foi tão sigilosa, que nem o serviço de notícias do Tribunal de Justiça de Goiás fez referência a ela! A informação só foi obtida dos jornais Opção[8] e Diário da Manhã[9]. A criança, com vinte e cinco semanas (seis meses) padecia da síndrome de Edwards, conhecida também como trissomia 18, uma anomalia genética que se caracteriza por atraso mental, atraso do crescimento e, por vezes, má-formação grave no coração. A esperança de vida é baixa, mas já foram registrados casos de adolescentes portadores da síndrome[10]. Tu afirmas que tal caso não se confunde com o de bebês apresentando deficiência física ou mental, como a síndrome de Down (trissomia 21 ou mongolismo). Não há, contudo, diferença essencial, mas apenas diferença de grau entre as duas síndromes. Crê, senhor juiz: em breve tu estarás autorizando não só o aborto de crianças “mongoloides”, mas o de qualquer bebê considerado “de má qualidade” pelos pais ou pelos médicos.

valentina

Valentina, uma criança com síndrome de Edwards,

Tu és cristão e dizes com acerto que “ser juiz é um sacerdócio”. No entanto, parece que tu ignoras os Dez Mandamentos – em particular o quinto: “não matarás” – quando estás oficiando no fórum. Talvez tu digas que o Estado é laico (ou louco?), de modo que, se no templo tu oras ao Senhor, na tua profissão podes olhar para um bebê e dizer: “Não conheço esse homem” (Mc 14,71).

Escrevo esta carta para que vivas, mesmo sabendo que poderás persistir na conduta que te levará à morte. Ao escrever, lembro-me do que disse o Senhor ao profeta Ezequiel:

Se digo ao ímpio: ‘Tu hás de morrer’ e tu não o advertires, se não lhe falares a fim de desviá-lo do seu caminho mau, para que viva, ele morrerá, mas o seu sangue requerê-lo-ei da tua mão. Por outro lado, se tu advertires o ímpio, mas ele não se arrepender do seu caminho mau, morrerá na sua iniquidade, mas tu terás salvo a tua vida (Ez 3,18-19).

Senhor juiz, “escolhe, pois, a vida, para que vivas tu e a tua descendência” (Dt 30,19).

Anápolis, 4 de janeiro de 2016.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

http://www.providaanapolis.org.br/

—————————————————————————

Está para ser votado, no Congresso Nacional, pela primeira vez 
desde 1990, um projeto de lei que irá impedir o desenvolvimento da 
Cultura da Morte no Brasil. Estou lhe escrevendo para pedir a sua 
ajuda, e de todos os seus contatos, para obter a aprovação deste 
projeto. 

O deputado Evandro Gussi, do PV de São Paulo, apresentou 
nestes dias, à Câmara dos Deputados, um substitutivo para o 
Projeto de Lei 5.069 de 2013. O substitutivo está para ser 
votado nos próximos dias na Comissão de Constitucionalidade e 
Justiça da Câmara, dali seguindo para o Plenário. A pressão 
contra o projeto, movida pelas ONGs financiadas pelas Fundações 
Internacionais que promovem o aborto é gigantesca. 

O projeto, entre outras coisas, estabelece que no caso de gravidez 
resultante de estupro, o aborto somente não será punido se a gravidez 
for constatada em exame de corpo de delito e comunicado à autoridade 
policial. 

O projeto também criminaliza o anúncio e a venda de substâncias 
destinada a provocar aborto, assim como orientar gestantes sobre como 
praticar o aborto. 

A esmagadora maioria dos brasileiros é totalmente contrária ao 
aborto, a aprovação ao aborto diminui a cada ano pelo menos desde 
1994 e nos últimos seis anos, segundo os dados dos atendimentos 
pós-aborto fornecido pelo SUS, a própria prática do aborto tem 
diminuído a uma taxa de 12% ao ano todos os anos. O número de 
abortos clandestinos no Brasil não é um milhão por ano, como se 
sustenta falsamente e de modo proposital, mas cerca de 100 mil por 
ano, e este número está diminuindo aproximadamente a 12% ao ano. 
Veja uma palestra mostrando a verdade sobre este assunto, realizada no 
próprio Congresso Nacional brasileiro, em setembro de 2015, 
neste link: 

https://www.youtube.com/watch?v=LP9_xL-cKQY 

Por que foi apresentado o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 
de 2013? 

Porque governo do PT, conforme detalhamos mais adiante, 
contrariamente ao que toda a nação brasileira pensa sobre o assunto, 
anunciou em 2012 que pretendia criar serviços de orientação à 
gestante sobre os melhores meios de provocar ela mesmo um aborto. O 
Ministério da Saúde está trabalhando ativamente nesta direção. 
Para facilitar este programa, multiplicaram-se no Brasil, nos 
últimos anos, a propaganda e a venda de substâncias abortivas. Para 
agravar a situação, desde 2004, nos serviços de abortos em 
casos de estupro, por Norma do Ministério da Saúde, não se exige 
mais nenhuma prova de que houve estupro a não ser a própria palavra da 
gestante. Nestes serviços, afirmam as normas do Ministério, a 
palavra da gestante deve ser recebida com presunção de veracidade sem 
necessidade de nenhuma prova, e com isto multiplicaram-se 
assustadoramente os casos de abortos praticados pelos serviços 
públicos em que não houve qualquer violência. 

Isto é apenas o resumo dos fatos. 

O quadro dentro do qual se insere o projeto é mais amplo e está 
detalhado mais adiante. A realidade é que há um planejamento 
consciente por parte do governo, amparado pelo financiamento e pelas 
estratégias desenvolvidas por uma rede de Fundações 
Internacionais, que está conscientemente trabalhando para implantar a 
Cultura da Morte no Brasil e nos países que se opõem à prática do 
aborto, principalmente na América Latina. Os detalhes podem ser 
conferidos mais adiante nesta mesma mensagem. 

Precisamos de sua ajuda para aprovar o Substitutivo do Projeto de 
Lei 5.069 de 2013. As ONGs que promovem o aborto no 
Brasil e alguns parlamentares que trabalham com elas estão conscientes 
da importância deste projeto e estão fazendo tudo o que podem para 
impedir sua aprovação. Precisamos que você telefone, envie fax e 
e-mails aos deputados da Comissão de Constitucionalidade e Justiça 
da Câmara pedindo-lhes que, em nome do povo brasileiro, aprovem o 
Substitutivo. Os telefones e e-mails dos deputados estão no final 
desta mensagem. 

LEIA, ESTUDE E DIVULGUE TODOS OS 
DETALHES OFERECIDOS ABAIXO. AJUDE A 
CONSTRUIR A VERDADEIRA DEMOCRACIA 
BRASILEIRA. 

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover e 
procurarei manter a todos informados sobre o desenrolar dos fatos. 

ALBERTO R. S. MONTEIRO 

============================================== 

Leia a seguir: 

1. O QUE ESTÁ ACONTECENDO 

2. O QUE DEVE SER FEITO 

3. REFERÊNCIAS FUNDAMENTAIS 

4. TELEFONES DOS DEPUTADOS DA COMISSÃO 
DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE 
CIDADANIA 

============================================== 

1. O QUE ESTÁ ACONTECENDO 

============================================== 

O Substitutivo do PL 5.069 de 2013 pode ser lido no 
seguinte endereço: 

http://www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=EFA70BF752042F60698243E6A6CBA99F.proposicoesWeb2?codteor=1399278&filename=Tramitacao-PL+5069/2013 

O projeto, dentre outras disposições, criminaliza o anúncio e a 
venda de substâncias destinada a provocar aborto, assim como orientar 
gestantes sobre como praticar o aborto. 

O projeto também estabelece que, diversamente do estabelecido nas 
normas publicadas em 2004 pelo Ministério da Saúde, no caso de 
gravidez resultante de estupro, o aborto somente não será punido se a 
gravidez for constatada em exame de corpo de delito e comunicado à 
autoridade policial. Segundo o Ministério da Saúde, desde 
2004 basta a palavra da mulher dizendo que foi estuprada e, desde 
2013, depois da promulgação da Lei do Cavalo de Tróia, basta 
dizer que a relação sexual não foi consentida. 

A idéia básica para a implantação gradual e completa do aborto nos 
países que são a favor da vida, desenvolvida nos manuais 
internacionais de ativismo sobre aborto, consiste em implantar uma rede 
de serviços de abortos em casos de estupro e ampliar o conceito de 
estupro até praticamente englobar qualquer tipo de aborto. Esta é 
justamente a estratégia que está sendo seguida pelo Partido dos 
Trabalhadores sob a orientação das grandes Fundações 
Internacionais. A história começou em 1989, quando a prefeita 
de São Paulo, Luiza Erundina, do PT, criou o primeiro serviço 
de abortos em caso de estupros no Hospital do Jabaquara. A partir da 
iniciativa de São Paulo, os fundamentos para a implantação da 
Cultura da Morte foram sendo construídos em todo o Brasil. 

As referências detalhadas aos documentos básicos para as afirmações 
que são feitas a seguir estão no final desta mensagem. 

Ao assumir a presidência, um dos primeiros atos de Lula em relação 
à questão do aborto foi assinar o Plano Nacional de Políticas para 
as Mulheres, em que ele se comprometia a legalizar o aborto no 
Brasil. 

Em 2004, o governo do PT publicou, pelo Ministério da 
Saúde, uma Norma Técnica sobre os serviços de aborto em casos de 
estupro em que se passou a não mais exigir qualquer prova ou documento 
comprovando o estupro para que uma mulher pudesse pedir o aborto. 
Segundo a nova Norma, bastaria 

"A PALAVRA DA MULHER QUE BUSCA OS 
SERVIÇOS DE SAÚDE AFIRMANDO TER 
SOFRIDO VIOLÊNCIA, A QUAL DEVERÁ TER 
CREDIBILIDADE, DEVENDO SER RECEBIDA 
COM PRESUNÇÃO DE VERACIDADE". 

Em abril de 2005 o governo brasileiro apresentou oficialmente à 
ONU, por duas vezes, a primeira em um documento entregue ao 
Comitê de Direitos Humanos da ONU, e a segunda em outro 
documento apresentado ao Comitê do CEDAW, o compromisso de 
legalizar o aborto ainda no mandato do então presidente. 

Em setembro de 2005 o Lula apresentou ao Congresso Nacional, 
através da Ministra Nilcéia Freire, hoje diretora da Fundação 
Ford no Brasil, um projeto de lei, conhecido como substitutivo do 
PL 1135/95, que pretendia tornar legal e totalmente livre o 
aborto durante todos os nove meses da gravidez. 

Em abril de 2006 a descriminalização do aborto foi oficialmente 
incluída pelo PT como diretriz do programa de governo para o segundo 
mandato do Presidente Lula. 

Quatro dias antes do primeiro turno das eleições para o segundo 
mandato, em 27 de setembro de 2006, o próprio Presidente Lula 
incluiu o aborto em seu programa pessoal de governo. 

Em setembro de 2007 o Terceiro Congresso Nacional do PT 
aprovou em caráter obrigatório para todos os membros do Partido a 
descriminalização do aborto como programa de Partido. 

No dia 17 de setembro de 2009, em um julgamento presidido pelo 
Deputado Ricardo Berzoini, presidente nacional do Partido dos 
Trabalhadores, e mais 38 juízes, o Partido condenou e na prática 
expulsou da organização os deputados federais Luiz Bassuma (do 
Estado da Bahia) e Henrique Afonso (do Estado do Acre), por 
terem se posicionado contra o aborto, defendido a vida desde a 
concepção, apresentado vários projetos de lei contra o aborto no 
Congresso Nacional e terem fundado e liderado a Frente Parlamentar a 
Favor da Vida; por unanimidade de votos, o júri considerou a 
atitude dos deputados uma infração contra a Ética Partidária. 

No final do mandato do presidente Lula, vendo as dificuldades em 
implantar o aborto no Brasil, o governo decidiu contratar, em 
2009, um grupo de Estudos para elaborar um novo programa para 
implantar o aborto no Brasil. O contrato recebeu o nome de Termo de 
Cooperação nº 137/2009, conforme aparece no Diário 
Oficial da União de 21 de dezembro de 2009, e se destinava a 
estabelecer um grupo de "Estudo e Pesquisa para Despenalizar o 
Aborto no Brasil e fortalecer o Sistema Único de Saúde - 
SUS". 

Já no governo Dilma, em junho de 2012, governo brasileiro 
declarou, através do Secretário de Atenção à Saúde do 
Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que 

"O SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO 
PASSARIA A ACOLHER AS MULHERES QUE 
DESEJAM FAZER ABORTO E ORIENTÁ-LA 
SOBRE COMO USAR CORRETAMENTE OS 
MÉTODOS EXISTENTES PARA ABORTAR. 
CENTROS DE ACONSELHAMENTO INDICARIAM 
QUAIS SÃO, EM CADA CASO, OS MÉTODOS 
ABORTIVOS MAIS SEGUROS DO QUE OUTROS". 

Através da Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria das 
Políticas das Mulheres, a mesma data, o governo declarava à 
imprensa que 

"SOMENTE É CRIME PRATICAR O PRÓPRIO 
ABORTO, MAS QUE O GOVERNO ENTENDE QUE 
NÃO É CRIME ORIENTAR UMA MULHER SOBRE 
COMO PRATICAR O ABORTO". 

No ano seguinte, possivelmente com o apoio técnico do Grupo de 
Estudos e Pesquisas sobre o Aborto no Brasil, por iniciativa do 
Ministro da Saúde do governo Dilma, em uma das votações mais 
estranhas já havidas na história das duas casas do legislativo 
brasileiro, foi quatro vezes aprovado por unanimidade, um projeto para 
implantar o aborto. O título enganoso e a rapidez meteórica com que 
foi tramitado, ocultou o verdadeiro teor da proposta. 

Praticamente tudo foi planejado no dia 20 de fevereiro de 2013, 
quando o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reuniu-se com o 
presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, pedindo ao 
parlamentar que, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, fosse 
votado, em regime de urgência, no plenário da Câmara, um 
substitutivo do Projeto de Lei que tramitava na Casa, desde 
1991, com o nome de PL 60/1999. 

Em um só dia, o pedido de urgência foi aprovado, emendado, 
apresentado, relatado, votado e aprovado por unanimidade no plenário 
da Câmara. Nos três meses seguintes o projeto foi novamente 
relatado e aprovado por unanimidade em duas comissões do Senado e no 
plenário do Senado. A iniciativa de praticamente todas as etapas da 
tramitação foi dos parlamentares do Partido dos Trabalhadores. O 
projeto foi sancionado integralmente pela presidente Dilma Rousseff no 
dia 1 de agosto de 2013, recebendo o nome de Lei 12.845 de 
2013. 

A lei aprovada não menciona a palavra aborto uma só vez, mas é 
disto que ela trata. Parece tratar-se apenas do atendimento médico 
às vítimas de violência sexual. Trata-se, porém, de uma lei 
tipo Cavalo de Tróia. Apresentado como uma homenagem ao Dia 
Internacional da Mulher, traz em si tudo o que é necessário para 
implantar o aborto, virtualmente legalizado, em toda a rede do 
SUS, sem mencioná-lo uma única vez. 

A lei do Cavalo de Tróia declara que todos os hospitais devem 
oferecer às vítimas de violência o 

"ATENDIMENTO INTEGRAL DOS AGRAVOS 
DECORRENTES DE VIOLÊNCIA SEXUAL". 

Trata-se de um conceito que diz pouco para os leigos, mas muito para 
os que militam na área. "ATENDIMENTO INTEGRAL 
DOS AGRAVOS DECORRENTES DE VIOLÊNCIA 
SEXUAL" é o título da Norma Técnica do Ministério da 
Saúde que normatiza os atendimentos aos casos de aborto decorrentes de 
estupro. A norma estabelece que o conceito de "ATENDIMENTO 
INTEGRAL À VÍTIMA DE VIOLÊNCIA SEXUAL" 
inclui o direito ao aborto se, como decorrência da violência, ocorre 
uma gravidez. Até 2004 a violência sexual era considerada 
sinônimo de estupro. Mas a Lei do Cavalo de Tróia introduziu uma 
nova terminologia para violência sexual. No artigo 2 da Lei do 
Cavalo de Tróia a violência sexual, que nas Normas do 
Ministério, era sinônimo de estupro, passou a ser definida como 

"QUALQUER RELAÇÃO SEXUAL NÃO 
CONSENTIDA". 

Nas palestras dos operadores dos serviços de abortos em caso de 
estupro já se ouvem exemplos como que se uma mulher casada não queria 
ter uma relação sexual e engravidou por causa disso, trata-se, 
segundo a nova lei, de uma violência sexual que dá direito ao 
aborto. 

Nestes casos, segundo a normatização já em vigor do Ministério da 
Saúde, a quem caberá regulamentar a nova lei, o aborto deverá ser 
oferecido à mulher através do uso de medicamentos. Ora, este é 
exatamente o caso para o qual o Ministério da Saúde comentou, em 
2012, que iria passar a orientar as mulheres sobre como praticar o 
aborto. Através de informações provenientes do Ministério, 
sabe-se que o Ministério, após uma primeira reação contrária por 
parte da população, está trabalhando ativamente na implantação 
deste programa. 

O que facilitará a implantação dos serviços de aconselhamento sobre 
aborto é o próprio fato de que, desde 2004, as normas do 
Ministério da Saúde prevêem que não é necessário apresentar 
provas da violência para pedir um aborto. Mas com a nova lei do 
Cavalo de Tróia, em que o conceito de violência deixou de ser o 
estupro para qualquer relação não consentida, já não haveria mais 
sentido em apresentá-las, mesmo que estas fossem exigidas. Isto no 
caso de se pedir a realização do aborto. Com muito mais razão no 
caso de se pedir apenas a orientação sobre como praticá-lo. 

Ademais, nos últimos anos está havendo, nos serviços de aborto em 
casos de estupro, um aumento considerável de abortos em situações 
inteiramente comuns e que não são resultantes nem de estupro nem de 
qualquer outra forma de violência. São casos que deveriam ser 
punidos por lei. As inúmeras pessoas que trabalham com atendimento a 
gestantes estão constantemente ouvindo relatos de pessoas que não 
foram estupradas, mas se dirigem aos serviços de aborto e obtém o 
aborto simplesmente porque declararam que foram vítimas de violência. 
Como o Ministério afirma que basta a palavra da gestante, estas 
pessoas obtém o aborto. 

A história completa do ativismo do Partido dos Trabalhadores para 
implantar no Brasil a Cultura da Morte pode ser encontrada com todos 
os detalhes e referências nos quatro documentos listados abaixo. No 
resumo que acaba de ser apresentado foram rapidamente comentados os 
principais fatos para que possamos entender a importância da 
aprovação do Substitutivo do PL 5069/13. As fontes estão 
citadas, com muita fartura de detalhes, nestes endereços: 

COMO FOI PLANEJADA A INTRODUÇÃO DA 
CULTURA DA MORTE NO PAÍS: 

http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf 

A NOVA ESTRATÉGIA DA REDUÇÃO DE DANOS 
PARA IMPLANTAR A CULTURA DA MORTE: 

http://www.votopelavida.com/maio2012.pdf 

MENSAGENS SOBRE A TRAMITAÇÃO DA LEI DO 
CAVALO DE TRÓIA: 

http://www.votopelavida.com/mensagens-lei-cavalo-de-troia.pdf 

CRONOLOGIA DA LEI DO CAVALO DE TRÓIA: 

http://www.votopelavida.com/cavalodetroia.pdf 

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2. O QUE DEVE SER FEITO 

============================================== 

As ONGs que promovem o aborto, em conjunto com alguns parlamentares 
que defendem a implantação ao aborto, estão pressionando os 
deputados da Comissão de Constitucionalidade e Justiça para que 
rejeitem o Substitutivo do PL 5.069/2013. 

O substitutivo poderá ser votado a qualquer momento, na próxima 
semana ou na seguinte. 

No Brasil praticamente a totalidade da população é contra o aborto 
e contra a sua legalização. O povo é, a cada ano, crescentemente 
contrário ao aborto e o próprio número de abortos, que supõe-se 
ser proporcional à taxa de internações hospitalares por seqüelas de 
aborto, segundo dados do SUS, está diminuindo no Brasil, nos 
últimos quatro anos, a uma taxa de 12% ao ano. 

Somente pouquíssimas pessoas que estão no poder hoje são a favor do 
direito de matar a vida humana não nascida. Apesar do patrocínio 
maciço do aborto pelas grandes financiadoras internacionais, a 
aprovação do aborto é uma das idéias mais ultrapassadas e 
retrógradas do mundo moderno. Toda a racionalização desenvolvida 
para apresentar o aborto como direito é puramente ideológica e vai 
contra os dados da ciência moderna. 

Peço a todos os que reconhecem o valor e a dignidade da vida humana 
que se manifestem. EVIEM E-MAILS E FAXES, E 
TELEFONEM aos deputados da Comissão de Constitucionalidade 
da Câmara pedindo que aprovem o Substitutivo do PL 
5.069/2013. 

Devido ao grande número de deputados, a sugestão é a seguinte: 

1. MANDE UM E-MAIL A TODOS OS 
INTEGRANTES DA COMISSÃO. 

Um mesmo e-mail pode ser facilmente enviados a vários endereços. 

2. TELEFONEM APENAS AOS GABINETES DAS 
LIDERANÇAS E AOS DEPUTADOS DO SEU 
PRÓPRIO ESTADO. 

Por exemplo, quem for do Rio de Janeiro telefone aos gabinetes das 
lideranças e aos deputados do Estado do Rio de Janeiro. Quem for 
de Pernambuco telefone aos gabinetes das lideranças e aos deputados do 
Estado de Pernambuco. Os gabinetes dos deputados de cada estado dão 
mais atenção aos seus eleitores do que aos eleitores de outros 
estados. 

3. SERIA IDEAL QUE TANTO OS QUE 
TELEFONAM COMO OS QUE ENVIAM MENSAGENS 
POSSAM ESTUDAR ESTA MENSAGEM EM SUA 
TOTALIDADE, ASSIM COMO OS DOCUMENTOS 
DE REFERÊNCIA. 

Baixe e imprima os documentos de referência. O problema é muito 
mais complexo do que normalmente nos acostumamos a pensar e o perigo é 
muito maior, para nós e para nossos filhos, do que costumamos 
admitir. O problema da defesa da vida é complexo e a implantação da 
Cultura da Vida irá exigir esforços prolongados de gerações 
consecutivas. Mas no fim a vida vencerá. Não se pode sustentar a 
mentira durante muito tempo a não ser que as pessoas aceitem ser 
passivamente enganadas. A construção da democracia exige estudo e 
esforço. Precisamos de todos enquanto cidadãos. 

4. A CITIZENGO também está promovendo uma petição 
endereçada aos deputados para aprovar o substitutivo. 

A PETIÇÃO DA CITIZENGOPODE SER 
ASSINADA NESTE ENDEREÇO: 

http://www.citizengo.org/pt-pt/30272-pela-aprovacao-do-pl-5069 

Algumas outras observações são importantes: 

1. DEVIDO À GRAVIDADE DA SITUAÇÃO, 
PEDIMOS QUE CADA UM ESCREVA ALGUMA 
MENSAGEM COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS EM 
VEZ DE MANDAR UMA MENSAGEM PREVIAMENTE 
PADRONIZADA. 

2. QUEM PARTICIPAR DE ALGUMA IGREJA OU 
RELIGIÃO, NÃO SE MANIFESTE COMO 
RELIGIOSO, MAS COMO CIDADÃO OU 
PROFISSIONAL. 

3. AOS DEPUTADOS E AOS FUNCIONÁRIOS DE 
SEUS GABINETES DEVE-SE O MAIOR 
RESPEITO EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. 
TELEFONANDO OU ESCREVENDO SEJA SEMPRE 
EDUCADO AO EXTREMO, MAS NÃO DEIXE DE 
MANIFESTAR CLARAMENTE SEU PONTO DE 
VISTA. 

4. É MUITO IMPORTANTE ALÉM DE ESCREVER 
E-MAILS, QUE PODEM SER FACILMENTE 
APAGADOS POR QUALQUER FUNCIONÁRIO COM 
UM CLIQUE DE MOUSE, QUE SE TELEFONE DE 
VIVA VOZ OU SE MANDE UM FAX. 

5. NÃO ESQUEÇA DE PEDIR 
ENCARECIDAMENTE A TODA A SUA LISTA DE 
CONTATOS QUE FAÇAM O MESMO E QUE AVISEM 
TAMBÉM ÀS SUA LISTAS DE CONTATO. 

Volto a agradecer a todos pelo imenso bem que estão ajudando a 
promover e procurarei manter a todos informados sobre o desenrolar dos 
fatos. 

Alberto R. S. Monteiro 

============================================== 

3. REFERÊNCIAS FUNDAMENTAIS 

============================================== 

SUBSTITUTIVO DO PL 5.069 DE 2013: 

http://www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=EFA70BF752042F60698243E6A6CBA99F.proposicoesWeb2?codteor=1399278&filename=Tramitacao-PL+5069/2013 

PALESTRA NO CONGRESSO NACIONAL - A 
VERDADE SOBRE AS ESTATÍTICAS DO 
ABORTO: 

https://www.youtube.com/watch?v=LP9_xL-cKQY 

COMO FOI PLANEJADA A INTRODUÇÃO DA 
CULTURA DA MORTE NO PAÍS: 

http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf 

A NOVA ESTRATÉGIA DA REDUÇÃO DE DANOS 
PARA IMPLANTAR A CULTURA DA MORTE: 

http://www.votopelavida.com/maio2012.pdf 

MENSAGENS SOBRE A TRAMITAÇÃO DA LEI DO 
CAVALO DE TRÓIA: 

http://www.votopelavida.com/mensagens-lei-cavalo-de-troia.pdf 

CRONOLOGIA DA LEI DO CAVALO DE TRÓIA: 

http://www.votopelavida.com/cavalodetroia.pdf 

================================================= 

4. TELEFONES DOS DEPUTADOS DA COMISSÃO 
DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE 
CIDADANIA 

================================================= 

MAILS DAS LIDERANÇAS E DOS DEPUTADOS DA 
CCJ: 

================================================= 

MAILS DAS LIDERANÇAS 

----------------------------------------------------------------------------- 

lid.govcamara@camara.leg.br, lid.min@camara.leg.br, 
lid.pmdb@camara.leg.br, lid.psdb@camara.leg.br, 
lid.pp@camara.leg.br, lid.pr@camara.leg.br, 
lid.psd@camara.leg.br, lid.ptb@camara.leg.br, 
lid.dem@camara.leg.br, lid.prb@camara.leg.br, 
lid.pdt@camara.leg.br lid.solidariedade@camara.leg.br 
lid.psc@camara.leg.br, lid.pros@camara.leg.br, 
lid.phs@camara.leg.br, lid.pv@camara.leg.br, 
dep.arthurlira@camara.leg.br, 
dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, 
dep.esperidiaoamin@camara.leg.br 

----------------------------------------------------------------------------- 

MEMBROS TITULARES DA CCJ 

----------------------------------------------------------------------------- 

dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br, 
dep.alceumoreira@camara.leg.br, dep.andrefufuca@camara.leg.br, 
dep.andremoura@camara.leg.br, 
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br, 
dep.arthurlira@camara.leg.br, 
dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br, 
dep.bacelar@camara.leg.br, dep.carlosbezerra@camara.leg.br, 
dep.covattifilho@camara.leg.br, dep.daniloforte@camara.leg.br, 
dep.faustopinato@camara.leg.br, dep.felipemaia@camara.leg.br, 
dep.hirangoncalves@camara.leg.br, dep.jhc@camara.leg.br, 
dep.josefogaca@camara.leg.br, 
dep.juscelinofilho@camara.leg.br, 
dep.marceloaro@camara.leg.br, 
dep.osmarserraglio@camara.leg.br, 
dep.paeslandim@camara.leg.br, dep.paulomaluf@camara.leg.br, 
dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br, 
dep.rodrigopacheco@camara.leg.br, 
dep.sergiosouza@camara.leg.br, 
dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br, 
dep.altineucortes@camara.leg.br, 
dep.capitaoaugusto@camara.leg.br, 
dep.franciscofloriano@camara.leg.br, 
dep.indiodacosta@camara.leg.br, 
dep.jorginhomello@camara.leg.br, 
dep.paulomagalhaes@camara.leg.br, 
dep.rogeriorosso@camara.leg.br, 
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br, 
dep.betinhogomes@camara.leg.br, 
dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br, 
dep.brunocovas@camara.leg.br, dep.evandrogussi@camara.leg.br, 
dep.joaocampos@camara.leg.br, dep.jutahyjunior@camara.leg.br, 
dep.lucianoducci@camara.leg.br, 
dep.marcotebaldi@camara.leg.br, 
dep.pastoreurico@camara.leg.br, 
dep.pedrocunhalima@camara.leg.br, 
dep.tadeualencar@camara.leg.br, 
dep.giovanicherini@camara.leg.br, 
dep.marcosrogerio@camara.leg.br, 

----------------------------------------------------------------------------- 

MEMBROS SUPLENTES DA CCJ 

----------------------------------------------------------------------------- 

dep.alexandreleite@camara.leg.br, 
dep.carlosmarun@camara.leg.br, dep.edmararruda@camara.leg.br, 
dep.efraimfilho@camara.leg.br, 
dep.elmarnascimento@camara.leg.br, 
dep.hildorocha@camara.leg.br, 
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br, 
dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br, 
dep.leonardopicciani@camara.leg.br, 
dep.lucasvergilio@camara.leg.br, dep.mainha@camara.leg.br, 
dep.manoeljunior@camara.leg.br, 
dep.marionegromontejr@camara.leg.br, 
dep.marxbeltrao@camara.leg.br, dep.maurolopes@camara.leg.br, 
dep.mendoncafilho@camara.leg.br, dep.odelmoleao@camara.leg.br, 
dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br, 
dep.renataabreu@camara.leg.br, 
dep.ricardobarros@camara.leg.br, 
dep.sorayasantos@camara.leg.br, dep.tiaeron@camara.leg.br, 
dep.vitorvalim@camara.leg.br, 
dep.delegadoedermauro@camara.leg.br, 
dep.fabiofaria@camara.leg.br, dep.goretepereira@camara.leg.br, 
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br, 
dep.josenunes@camara.leg.br, dep.josenunes@camara.leg.br, 
dep.laertebessa@camara.leg.br, 
dep.lincolnportela@camara.leg.br, 
dep.marcioalvino@camara.leg.br, dep.paulofreire@camara.leg.br, 
dep.silascamara@camara.leg.br, 
dep.valtenirpereira@camara.leg.br, 
dep.wellingtonroberto@camara.leg.br, 
dep.celiosilveira@camara.leg.br, 
dep.delegadowaldir@camara.leg.br, 
dep.gonzagapatriota@camara.leg.br, dep.maxfilho@camara.leg.br, 
dep.pedrovilela@camara.leg.br, dep.rossoni@camara.leg.br, 
dep.afonsomotta@camara.leg.br, 
dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br, 
dep.ulduricojunior@camara.leg.br, 

================================================= 

TELEFONES DAS LIDERANÇAS DA CÂMARA 

================================================= 

lid.govcamara@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9001 

lid.min@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9820 

lid.pmdb@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9181/80 

lid.psdb@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9345/9346 

lid.pp@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9426 

lid.pr@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9550 

lid.psd@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9650 

lid.ptb@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9502/9503 

lid.dem@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9265/9281 

lid.prb@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9880/9882/9884 

lid.pdt@camara.leg.br TELEFONE: (61) 
3215-9700/9701/9703 

lid.solidariedade@camara.leg.br TELEFONE: (61) 
3215-9985 / 3215-9986 

lid.psc@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9762/9771/9761 

lid.pros@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9990 

lid.phs@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-8875 

lid.pv@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-9790 

dep.arthurlira@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-5942 

dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-5929 

dep.esperidiaoamin@camara.leg.br, TELEFONE: (61) 
3215-5252 

Disque Câmara no número: 0800 619 619 

================================================= 

TELEFONES DOS DEPUTADOS DA CCJ POR 
ESTADO 

================================================= 

ALAGOAS 

------------------------------------------------------------------------------ 

Arthur Lira PP/AL Telefone: (61) 3215-5942 
dep.arthurlira@camara.leg.br 

Marx Beltrão PMDB/AL Telefone: (61) 3215-5474 
dep.marxbeltrao@camara.leg.br 

Pedro Vilela PSDB/AL Telefone: (61) 3215-5705 
dep.pedrovilela@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

BAHIA 

------------------------------------------------------------------------------ 

Arthur Oliveira Maia SD/BA Telefone: (61) 
3215-5830 dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br 

Paulo Magalhães PSD/BA Telefone: (61) 3215-5903 
dep.paulomagalhaes@camara.leg.br 

Jutahy Junior PSDB/BA Telefone: (61) 3215-5407 
dep.jutahyjunior@camara.leg.br 

Elmar Nascimento DEM/BA Telefone: (61) 3215-5935 
dep.elmarnascimento@camara.leg.br 

Mário Negromonte Jr. PP/BA Telefone: (61) 
3215-5517 dep.marionegromontejr@camara.leg.br 

Tia Eron PRB/BA Telefone: (61) 3215-5618 
dep.tiaeron@camara.leg.br 

José Nunes PSD/BA Telefone: (61) 3215-5728 
dep.josenunes@camara.leg.br 

Félix Mendonça Júnior PDT/BA Telefone: (61) 
3215-5912 dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br 

Uldurico Junior PTC/BA Telefone: (61) 3215-5729 
dep.ulduricojunior@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

CEARÁ 

------------------------------------------------------------------------------ 

Danilo Forte PSB/CE Telefone: (61) 3215-5384 
dep.daniloforte@camara.leg.br 

Vitor Valim PMDB/CE Telefone: (61) 3215-5545 
dep.vitorvalim@camara.leg.br 

Gorete Pereira PR/CE Telefone: (61) 3215-5206 
dep.goretepereira@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

DISTRITO FEDERAL 

------------------------------------------------------------------------------ 

Rogério Rosso PSD/DF Telefone: (61) 3215-5283 
dep.rogeriorosso@camara.leg.br 

Ronaldo Fonseca PROS/DF Telefone: (61) 3215-5223 
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

ESPÍRITO SANTO 

------------------------------------------------------------------------------ 

Max Filho PSDB/ES Telefone: (61) 3215-5276 
dep.maxfilho@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

GOIÁS 

------------------------------------------------------------------------------ 

Lucas Vergilio SD/GO Telefone: (61) 3215-5816 
dep.lucasvergilio@camara.leg.br 

Célio Silveira PSDB/GO Telefone: (61) 3215-5565 
dep.celiosilveira@camara.leg.br 

Delegado Waldir PSDB/GO Telefone: (61) 3215-5645 
dep.delegadowaldir@camara.leg.br 

João Campos PSDB/GO Telefone: (61) 3215-5315 
dep.joaocampos@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

MARANHÃO 

------------------------------------------------------------------------------ 

André Fufuca PEN/MA Telefone: (61) 3215-5945 
dep.andrefufuca@camara.leg.br 

Juscelino Filho PRP/MA Telefone: (61) 3215-5370 
dep.juscelinofilho@camara.leg.br 

Hildo Rocha PMDB/MA Telefone: (61) 3215-5734 
dep.hildorocha@camara.leg.br 

Sarney Filho PV/MA Telefone: (61) 3215-5202 
dep.sarneyfilho@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

MATO GROSSO 

------------------------------------------------------------------------------ 

Carlos Bezerra PMDB/MT Telefone: (61) 3215-5815 
dep.carlosbezerra@camara.leg.br 

Professor Victório Galli PSC/MT Telefone: (61) 
3215-5539 dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br 

Valtenir Pereira PROS/MT Telefone: (61) 
3215-5913 dep.valtenirpereira@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

MATO GROSSO DO SUL 

------------------------------------------------------------------------------ 

Carlos Marun PMDB/MS Telefone: (61) 3215-5372 
dep.carlosmarun@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

MINAS GERAIS 

Rodrigo Pacheco PMDB/MG Telefone: (61) 3215-5720 
dep.rodrigopacheco@camara.leg.br 

Bonifácio de Andrada PSDB/MG Telefone: (61) 
3215-5208 dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br 

Júlio Delgado PSB/MG Telefone: (61) 3215-5323 
dep.juliodelgado@camara.leg.br 

Luis Tibé PTdoB/MG Telefone: (61) 3215-5632 
dep.luistibe@camara.leg.br 

Laudivio Carvalho PMDB/MG Telefone: (61) 
3215-5717 dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br 

Mauro Lopes PMDB/MG Telefone: (61) 3215-5844 
dep.maurolopes@camara.leg.br 

Odelmo Leão PP/MG Telefone: (61) 3215-5419 
dep.odelmoleao@camara.leg.br 

Lincoln Portela PR/MG (Gab. 615-IVTelefone: (61) 
3215-5615 dep.lincolnportela@camara.leg.br 

Subtenente Gonzaga PDT/MG (Gab. 750-IV Telefone: 
(61) 3215-5750 dep.subtenentegonzaga@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

PARAÍBA 

------------------------------------------------------------------------------ 

Aguinaldo Ribeiro PP/PB Telefone: (61) 3215-5735 
dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br 

Veneziano Vital do Rêgo PMDB/PB Telefone: (61) 
3215-5833 dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br 

Pedro Cunha Lima PSDB/PB Telefone: (61) 
3215-5611 dep.pedrocunhalima@camara.leg.br 

Manoel Junior PMDB/PB Telefone: (61) 3215-5601 
dep.manoeljunior@camara.leg.br 

Wellington Roberto PR/PB Telefone: (61) 3215-5514 
dep.wellingtonroberto@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

PARANÁ 

------------------------------------------------------------------------------ 

Osmar Serraglio PMDB/PR Telefone: (61) 3215-5845 
dep.osmarserraglio@camara.leg.br 

Sergio Souza PMDB/PR Telefone: (61) 3215-5702 
dep.sergiosouza@camara.leg.br 

Luciano Ducci PSB/PR Telefone: (61) 3215-5427 
dep.lucianoducci@camara.leg.br 

Edmar Arruda PSC/PR Telefone: (61) 3215-5962 
dep.edmararruda@camara.leg.br 

Ricardo Barros PP/PR Telefone: (61) 3215-5412 
dep.ricardobarros@camara.leg.br 

Rossoni PSDB/PR (Gab. 513-IVTelefone: (61) 
3215-5513 dep.rossoni@camara.leg.br 

Sandro Alex PPS/PR Telefone: (61) 3215-5221 
dep.sandroalex@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

PERNAMBUCO 

------------------------------------------------------------------------------ 

Betinho Gomes PSDB/PE Telefone: (61) 3215-5269 
dep.betinhogomes@camara.leg.br 

Pastor Eurico PSB/PE Telefone: (61) 3215-5906 
dep.pastoreurico@camara.leg.br 

Tadeu Alencar PSB/PE Telefone: (61) 3215-5820 
dep.tadeualencar@camara.leg.br 

Mendonça Filho DEM/PE Telefone: (61) 3215-5314 
dep.mendoncafilho@camara.leg.br 

Silvio Costa PSC/PE Telefone: (61) 3215-5417 
dep.silviocosta@camara.leg.br 

Gonzaga Patriota PSB/PE Telefone: (61) 3215-5430 
dep.gonzagapatriota@camara.leg.br 

Wolney Queiroz PDT/PE Telefone: (61) 3215-5936 
dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

PIAUÍ 

------------------------------------------------------------------------------ 

Mainha SD/PI Telefone: (61) 3215-5624 
dep.mainha@camara.leg.br 

Paes Landim PTB/PI Telefone: (61) 3215-5648 
dep.paeslandim@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

RIO GRANDE DO NORTE 

------------------------------------------------------------------------------ 

Felipe Maia DEM/RN Telefone: (61) 3215-5528 
dep.felipemaia@camara.leg.br 

Fábio Faria PSD/RN Telefone: (61) 3215-5706 
dep.fabiofaria@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

RIO GRANDE DO SUL 

------------------------------------------------------------------------------ 

Alceu Moreira PMDB/R S Telefone: (61) 3215-5238 
dep.alceumoreira@camara.leg.br 

Covatti Filho PP/RS Telefone: (61) 3215-5228 
dep.covattifilho@camara.leg.br 

José Fogaça PMDB/RS Telefone: (61) 3215-5376 
dep.josefogaca@camara.leg.br 

Giovani Cherini PDT/RS Telefone: (61) 3215-5468 
dep.giovanicherini@camara.leg.br 

Jerônimo Goergen PP/RS Telefone: (61) 3215-5316 
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br 

Nelson Marchezan Junior PSDB/RS Telefone: (61) 
3215-5250 dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

RIO DE JANEIRO 

------------------------------------------------------------------------------ 

Altineu Côrtes PR/RJ Telefone: (61) 3215-5578 
dep.altineucortes@camara.leg.br 

Francisco Floriano PR/RJ Telefone: (61) 3215-5719 
dep.franciscofloriano@camara.leg.br 

Indio da Costa PSD/RJ Telefone: (61) 3215-5509 
dep.indiodacosta@camara.leg.br 

Leonardo Picciani PMDB/RJ Telefone: (61) 
3215-5302 dep.leonardopicciani@camara.leg.br 

Soraya Santos PMDB/RJ Telefone: (61) 3215-5352 
dep.sorayasantos@camara.leg.br 

Dr. João PR/RJ Telefone: (61) 3215-5911 
dep.dr.joao@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

RONDÔNIA 

------------------------------------------------------------------------------ 

Marcos Rogério PDT/RO Telefone: (61) 3215-5930 
dep.marcosrogerio@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

RORAIMA 

------------------------------------------------------------------------------ 

Hiran Gonçalves PMN/RR Telefone: (61) 3215-5274 
dep.hirangoncalves@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

SANTA CATARINA 

------------------------------------------------------------------------------ 

Esperidião Amin PP/SC Telefone: (61) 3215-5252 
dep.esperidiaoamin@camara.leg.br 

Jorginho Mello PR/SC Telefone: (61) 3215-5329 
dep.jorginhomello@camara.leg.br 

Marco Tebaldi PSDB/SC Telefone: (61) 3215-5284 
dep.marcotebaldi@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

SÃO PAULO 

------------------------------------------------------------------------------ 

Antonio Bulhões PRB/SP Telefone: (61) 3215-5327 
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br 

Fausto Pinato PRB/SP Telefone: (61) 3215-5562 
dep.faustopinato@camara.leg.br 

Arnaldo Faria de Sá PTB/SP Telefone: (61) 
3215-5929 dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br 

Pr. Marco Feliciano PSC/SP Telefone: (61) 
3215-5254 dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br 

Capitão Augusto PR/SP Telefone: (61) 3215-5273 
dep.capitaoaugusto@camara.leg.br 

Bruno Covas PSDB/SP Telefone: (61) 3215-5521 
dep.brunocovas@camara.leg.br 

Alexandre Leite DEM/SP Telefone: (61) 3215-5841 
dep.alexandreleite@camara.leg.br 

Renata Abreu PTN/SP Telefone: (61) 3215-5726 
dep.renataabreu@camara.leg.br 

Jefferson Campos PSD/SP Telefone: (61) 3215-5346 
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br 

Marcio Alvino PR/SP Telefone: (61) 3215-5331 
dep.marcioalvino@camara.leg.br 

Paulo Freire PR/SP Telefone: (61) 3215-5416 
dep.paulofreire@camara.leg.br 

------------------------------------------------------------------------------ 

SERGIPE 

------------------------------------------------------------------------------ 

Andre Moura PSC/SE Telefone: (61) 3215-5846 
dep.andremoura@camara.leg.br 


Família é formada pela união entre homem e mulher, diz relator

O relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Estatuto da Família, deputado Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta, 2, seu relatório no qual estabelece como conceito básico de família “a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Exclui-se, portanto, o conceito de que uma família possa ser formada por pais homossexuais.

Segundo Garcia, o texto está “alinhado aos preceitos constitucionais e valores morais e éticos de nossa sociedade, com o fim de garantir direitos e o desenvolvimento de políticas públicas para a valorização da família”. O documento também cria os “Conselhos da Família”, que serão órgãos responsáveis pela execução de políticas públicas referentes aos direitos da família. Após a leitura do texto, o relator foi aplaudido na comissão, formada majoritariamente por parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica.

O relatório diz que “nem toda associação humana é base da sociedade e nem toda relação fará jus à especial proteção, ainda que toda comunidade, se não contrária ao bem comum ou à lei, deva ser respeitada e faça jus à tutela geral do Estado”.

No texto, ele defende a competência do Legislativo para legislar sobre o assunto. “Trata-se de competência do Congresso Nacional regulamentar, para maior eficácia, a especial proteção constitucionalmente garantida à família. O estatuto vem para colocar a família, base da sociedade, credora de especial proteção, no plano das políticas públicas de modo sistemático e organizado, como até então não se fizera. Nada impede que os cidadãos, mediante seus representantes políticos, advoguem pela inclusão de novos benefícios a outras categorias de relacionamento, mediante argumentos que possam harmonizar-se à razão pública”, afirma o relator.

O deputado até chega a abordar as uniões homoafetivas, mas desvinculando-as do conceito de família. Para tanto, ele cria uma nova denominação, batizada de “parceria vital”, que seria o “enlace entre duas pessoas”. Essa parceria não constituiria uma família e não teria conexão com a procriação. Serviria apenas para garantir direitos previdenciários.

Para ele, porém, o texto não reforça a homofobia. “O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão”, disse.

A proposta é de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e tramita na Casa desde 2013. Neste ano, porém, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu criar uma comissão especial para tratar do assunto, o que, na prática, faz acelerar sua tramitação.

Após a apresentação, a deputada Erika Kokay (PT-DF) classificou seu teor como “homofóbico”. “O parecer é uma construção de profunda homofobia, de falta de sensibilidade. É uma tentativa desesperada do segmento fundamentalista de construir uma peça para se contrapor ao Supremo Tribunal Federal”, afirmou a deputada. Ela se referia à decisão do STF que em maio de 2011 reconheceu a constitucionalidade da união homoafetiva.

Como foi aberto prazo regimental de cinco sessões para a apresentação de emendas, a petista disse que pode apresentar um voto em separado ou tentar levar o tema para o plenário da Câmara, e não da comissão especial, decidir. “É um retrocesso e talvez nem seja passível de ser emendado. Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade”, declarou.

Segundo ela, o texto é um absurdo. “Não dá para menosprezar o absurdo. Muitas vezes, o absurdo é tão nítido, é tão concreto, que a tendência é que você possa menosprezá-lo. Não dá para menosprezar o absurdo porque o absurdo, tem razão Nelson Rodrigues, está literalmente perdendo a modéstia. Este parecer é uma prova inconteste disso”. Com informações do Estadão Conteúdo.

Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião

São Teodoro e o “Sínodo do adultério”

Posted: 01 Sep 2015 01:30 AM PDT

São Teodoro Studita, mosaico do século XI,
mosteiro de Nea Moni, em Chios, Grécia.
Roberto de Mattei
(1948 – )
professor de História italiano, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II.

Com o nome de “Sínodo do adultério”, entrou para a História da Igreja uma assembleia de bispos que no século IX quis aprovar a prática do segundo casamento após o repúdio da esposa legítima.

São Teodoro Studita (759-826) foi um dos que mais vigorosamente se lhe opuseram, sendo por isso perseguido, preso e exilado três vezes.

Tudo começou em janeiro de 795, quando o imperador romano do Oriente (basileus) Constantino VI (771-797) encerrou sua esposa Maria de Armenia em um convento e iniciou uma união ilícita com Teodota, dama de honra de sua mãe Irene.

Poucos meses depois, o imperador fez proclamar Teodota “augusta”, mas não tendo conseguido convencer o patriarca Tarasius (730-806) a celebrar o novo casamento, encontrou finalmente um ministro complacente no hegúmeno José, abade do mosteiro de Kathara, na ilha de Itaca, que abençoou oficialmente a união adúltera.

Nascido em Constantinopla no ano de 759, São Teodoro era então monge no mosteiro de Sakkudion, na Bitinia, cujo abade era seu tio Platão, também venerado como santo.

O injusto divórcio produziu – informa ele numa carta – uma profunda comoção em todo o povo cristão: concussus est mundus (… Ep II, n 181, PG, 99, coll 1559-1560CD), o que o levou a protestar energicamente com São Platão em nome da indissolubilidade do vínculo.

O imperador deve ser considerado adúltero – escreveu – e, portanto, o hegúmeno José deve ser considerado gravemente culposo, por ter abençoado adúlteros e os ter admitido à Eucaristia. “Coroando o adultério” o hegúmeno José se opôs ao ensinamento de Cristo e violou a Lei de Deus, asseverou (Ep. I, 32, PG 99, coll. 1015 / 1061C).

Para Teodoro, também o patriarca Tarasius deveria ser condenado, pois embora não tivesse endossado o novo casamento, havia se mostrado tolerante, evitando excomungar o imperador e punir o padre José.

Essa atitude era típica de um setor da Igreja do Oriente, que proclamava a indissolubilidade do matrimônio, mas na prática mostrava uma certa submissão em relação ao poder imperial, semeando confusão nas pessoas e provocando o protesto dos católicos mais fervorosos.

Baseando-se nos escritos de São Basílio, Teodoro alegou o direito dos súditos de denunciar os erros do próprio superior (Epist. I, n. 5, PG, 99, coll. 923-924, 925-926D), e os  monges de Sakkudion romperam a comunhão com o patriarca, por sua cumplicidade com o divórcio do imperador.

Estourou assim a chamada “questão moicheiana” (de moicheia = adultério), que colocou Teodoro em conflito não só com o governo imperial, mas com os próprios patriarcas de Constantinopla.

Constantino VI e sua mãe Irene. Moeda de ouro, anos 780-790.
Constantino VI e sua mãe Irene. Moeda de ouro, anos 780-790.

Este é um episódio pouco conhecido, sobre o qual o Prof. Dante Gemmiti levantou o véu alguns anos atrás, numa cuidadosa reconstrução histórica baseada em fontes gregas e latinas (Teodoro Studite e la questioni moicheiana, LER, Marigliano 1993), confirmando como no primeiro milênio a disciplina eclesiástica da Igreja do Oriente ainda respeitava o princípio da indissolubilidade do casamento.

Em setembro de 796, Platão e Teodoro foram presos com certo número de monges do Sakkudion, internados e depois exilados a Tessalônica, aonde chegaram em 25 de março 797.

Em Constantinopla, no entanto, o povo julgava Constantino um pecador que continuava a dar escândalo público e, alentado pelo exemplo de Platão e Teodoro, aumentava sua oposição a cada dia.

O exílio durou pouco porque, na sequência de uma conspiração de palácio, o jovem Constantino foi cegado pela mãe, que assumiu sozinha o governo do império. Irene chamou de volta os exilados, que mudaram para o mosteiro urbano de Studios, juntamente com a maioria da comunidade de monges de Sakkudion.

Teodoro e Platão se reconciliaram com o patriarca Tarasio que, após a chegada de Irene ao poder, havia condenado publicamente Constantino e o hegúmeno José pelo divórcio imperial.

O reinado de Irene foi breve. Em 31 de outubro de 802, um de seus ministros, Nicéforo, depois de uma revolta palaciana, proclamou-se imperador. Pouco depois, quando morreu Tarasio, o novo basileus fez eleger Patriarca de Constantinopla um alto oficial imperial também chamado Nicéforo (758-828).

Em um sínodo convocado e presidido por ele, em meados do ano 806, Nicéforo reintegrou em seu ofício o hegúmeno José, deposto por Tarasio.

Teodoro, que se tornara chefe da comunidade monástica de Studios após Platão se retirar para a vida de recluso, protestou energicamente contra a reabilitação do hegúmeno José, e quando este último recomeçou a exercer o ministério sacerdotal, rompeu a comunhão com o novo patriarca.

A reação não tardou. Studios foi ocupado militarmente, Platão, Teodoro e seu irmão José, Arcebispo de Tessalônica, foram presos, condenados e exilados.

Em 808 o imperador convocou outro sínodo, que se reuniu em janeiro de 809. Foi essa assembléia sinodal que, em uma carta de 809 ao monge Arsênio, Teodoro definiu como “moechosynodus”, ou seja, o “Sínodo do adultério” (Ep. I, . 38, PG 99, coll. 1041-1042c).

O Sínodo dos Bispos reconheceu a legitimidade do segundo casamento de Constantino, confirmou a reabilitação do hegúmeno José e anatematizou Teodoro, Platão e seu irmão José, que foi deposto de seu cargo de Arcebispo de Tessalônica.

São Teodoro Studita, ícone escola bizantina.
São Teodoro Studita, ícone escola bizantina.

Para justificar o divórcio do imperador, o Sínodo utilizava o princípio da “economia dos santos” (tolerância na práxis). Mas para Teodoro nenhum motivo podia justificar a transgressão de uma lei divina.

Baseado nos ensinamentos de São Basílio, de São Gregório Nazianzeno e de São João Crisóstomo, ele declarou privada de fundamento bíblico a disciplina da “economia dos santos”, segundo a qual em algumas circunstâncias se podia fazer o mal em nome da tolerância para um mal menor – como neste caso do casamento adúltero do imperador.

Poucos anos depois, na guerra contra os búlgaros (25 de Julho 811), morreu o imperador Nicéforo, subindo ao trono outro funcionário imperial, Miguel I.

O novo basileus chamou Teodoro de volta do exílio, tornando-o um de seus mais escutados conselheiros. Mas a paz durou pouco.

No verão de 813, os búlgaros infligiram uma gravíssima derrota a Miguel I em Adrianópolis, e o exército proclamou imperador o chefe dos anatólios, Leão V, conhecido como “o Armênio” (775-820).

Quando Leão depôs o patriarca Nicéforo e condenou o culto às imagens, Teodoro assumiu a liderança da resistência contra a iconoclastia.

Teodoro de fato se destacou na História da Igreja não somente como adversário do “Sínodo do adultério”, mas também como um dos grandes defensores das imagens sagradas durante a segunda fase da crise iconoclasta.

Assim, no Domingo de Ramos de 815, foi possível assistir a uma procissão dos mil monges de Studios dentro de seu mosteiro, mas bem visíveis, portando os ícones sagrados e cantando solenes aclamações em sua honra.

A procissão, contudo, provocou a reação da polícia. Entre 815 e 821, Teodoro foi açoitado, preso e exilado em vários lugares da Ásia Menor.

Finalmente pôde voltar a Constantinopla, mas não ao seu próprio mosteiro. Então ele se estabeleceu com seus monges no outro lado do Bósforo, em Prinkipo, onde morreu em 11 de novembro 826.

O “non licet” (Mt 14, 3-11) que São João Batista opôs ao tetrarca Herodes pelo seu adultério, soou várias vezes na História da Igreja.

São Teodoro Studita, um simples religioso que ousou desafiar o poder imperial e as hierarquias eclesiásticas da época, pode ser considerado um dos patronos celestes daqueles que, ainda hoje, em face das ameaças de mudança da prática católica sobre o casamento, têm a coragem de repetir um inflexível non licet.

A experiência de dez anos de “casamento” homossexual na Espanha fala por si, escreveu a agência Aleteia.

Esses “casamentos” estão ficando cada vez mais raros e pelo menos um de cada cinco já deu em divórcio, sem considerar as duplas que se desfizeram sem se interessarem em preencher essa formalidade.

Após dez anos de aplicação da união sodomítica, as manipulações da mídia ficaram patentes. Por exemplo, o grande jornal de tendência socialista “El País” trombeteia que os homossexuais se divorciam em número muito menor que os heterossexuais. Mas omite dizer que os “casamentos” sodomíticos constituem apenas 1,8% das uniões, sendo suas dissoluções forçosamente menores em número.

O Instituto Nacional de Estadística (INE) respeita mais as proporções estatísticas e diz que na verdade as duplas homossexuais divorciam muito mais que as heterossexuais, cada vez se casam menos e representam uma parte mínima das uniões reconhecidas pelo Estado.

Os “casamentos” homossexuais foram apenas 1,77% do total. Mas considerando que se supõe que a população homossexual atinge 2-2,5% do total nacional, a conclusão é que essas uniões estão muito abaixo do que se pretende fazer crer.

Um dos argumentos esgrimidos para aprovar a lei do “casamento” homossexual foi que 250.000 duplas do mesmo sexo queriam casar já no primeiro ano. Por fim, a demagogia consentiu em baixar o fictício número para 100.000. Na prática, foram menos de 4.000 nos primeiros 12 meses.

Manif pour tous, Paris 2014, o 'casamento' homossexual estimulou formidável reação moral familiar.
Manif pour tous, Paris 2014, o ‘casamento’ homossexual estimulou, como contragolpe, formidável reação moral familiar.

Segundo os dados do INE, a média anual das uniões entre pessoas do mesmo sexo só chega a 3.253.

Sobre essa cifra pesa uma hipoteca: grande parte desses “casamentos” foi feita com imigrantes que pretendiam obter residência legal.

O truque é velho e os “casamentos” de fato entre homossexuais poderiam ser em número ainda muito menor, pois seriam meros “matrimônios” de conveniência, cujos contratantes talvez nunca se tenham conhecido.

A inconsistência dos verdadeiros números sobre o movimento homossexual ficou ressaltada na França, onde a única revista sodomítica – Têtu – fechou após ter sua falência decretada pela Justiça, segundo escreveu Le Monde de Paris.

A revista começou a ser publicada há vinte anos. No período final ela só conseguia empregar nove pessoas. O seu site ainda continuará por algumas semanas.

A causa foi uma só: não era rentável. Ela sobrevivia apenas por obra do mecenas super-capitalista Pierre Bergé, que também sustenta o quotidiano socialista e progressista “Le Monde”.

O magnata absorveu perdas de dezenas de milhões de euros até vender a revista pelo preço simbólico de 1 euro a Jean-Jacques Augier, político muito ligado ao presidente socialista François Hollande.

Apelos desesperados para salvar a revista histórica LGBT deram em nada.
Apelos desesperados para salvar a revista histórica LGBT deram em nada.

A tiragem da publicação vinha caindo desde 2010 e ninguém queria continuar jogando milhões num saco sem fundo, nem mesmo o governo.

Eventuais compradores desistiram da empreitada assim que tomaram conhecimento dos números reais de Têtu.

O redator-chefe, Sylvain Zimmermann, julgou “inaceitável” a extinção de Têtu, que “deu visibilidade à homossexualidade na França e foi uma revista de utilidade pública”.

Mas ninguém se comoveu. O navio foi a pique, e muito fundo.

Valores Inegociáveis

Ciclo de eventos Psicologia em Foco discutiu as contradições da sociedade secular

Nesta quarta-feira (19/8) o Conselho Regional de Psicologia – Minas Gerais (CRP-MG) realizou a penúltima edição do Psicologia em Foco, em comemoração ao Mês d@ Psicólog@, com o tema “Contradições da sociedade secular”. O conselheiro presidente do CRP-MG, Roberto Chateaubriand, abriu o debate falando da importância de discutir o assunto e pontuou que dentro dos Conselhos se veem duas posições distintas: de um lado, a religião como um elemento constitutivo do sujeito; e de outro a possibilidade de contribuição, mas não na centralidade, para a construção desse indivíduo.

Para falar sobre o tema, o convidado foi Carlos Roberto Drawin, psicólogo, psicanalista, doutor em Filosofia, colaborador na Pós-Graduação no Departamento de Filosofia da UFMG, professor de Filosofia na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje). Drawin dividiu o assunto em três partes: considerações preliminares, surgimento e contradições da sociedade secular.

Considerações preliminares – Carlos Drawin fez a primeira exposição explicando o significado e o contexto histórico de Estado Laico. Segundo o professor esse conceito se transcorreu com o tempo e hoje se define pela independência dos atos do governo e da regulamentação religiosa. Essa concepção surgiu a partir de uma série de combates políticos, ideológicos para separar o poder temporal do espiritual.

Drawin ainda afirmou que atualmente a sociedade causa discussões sobre determinados assuntos, classificando a opinião de cada um como superficial ou profunda. “Podemos chamar essa diferença de distância reflexiva, que afasta o turbilhão momentâneo para perspectivar as coisas que recorrem à história e à teoria. A sociedade está atravessada, desde sempre,  por esse clima de contraposição de opiniões, hoje muito ressaltado nas redes sociais na internet ”, ressalta.
“Temos uma visão da opinião das crenças, mas há a dificuldade de ver o funcionamento sistêmico da sociedade. Para vê-lo é preciso um imenso esforço da distância reflexiva”,  conclui.

Surgimento da sociedade secular – Na sequência, Drawin explicou que a sociedade secular critica e se afasta do amplo predomínio do religioso, além de se dividir em dois ciclos.

O primeiro ciclo é o da modernidade. Ele se subdivide em dessacralização da natureza; autonomia do conhecimento  – que na idade média era centrado por meio da fé e hoje tornou-se autônomo,  com suas próprias regras – e, laicidade da ação, que atualmente não é mais uma obra para a salvação da alma, mas para a realização dos indivíduos na sociedade.
Já o segundo ciclo está voltado para o iluminismo. “A razão visava ver a verdade e hoje passa a ser um instrumento para a dominação da natureza e organização do mundo. O ser é possibilidade e não uma natureza particular”, afirma.

Contradições da sociedade secular – O professor iniciou a terceira etapa da palestra afirmando que “temos um estado leigo que não se realizou plenamente porque vem sendo atacado por movimentos religiosos insatisfeitos com o avanço da secularização. De 1914 a 1945, tivemos guerras contínuas que desencadearam em um processo da secularização. A maior contradição da sociedade secular hoje é que temos uma nova guerra por questões que foram discutidas no passado. Ou seja, as promessas da sociedade secular não foram cumpridas e a contradição é a não coincidência da razão com a humanidade”, concluiu.

Antes de encerrar o Psicologia em Foco, Roberto Chateaubriand pontuou que o discurso religioso utilizado para interromper o diálogo baseado na determinação do sacro é difícil de contestar. “Na minha percepção, neste momento que vivemos,  é muito complicado saber a diferença entre o que é religioso e o que é da ordem do fundamentalismo”, ponderou.

Drawin disse que quando alguém fala “este é o fundamento” é dada uma nova ordem. Então, para ele, grupos religiosos não devem ser excluídos, mas “sua participação só é adequada desde que não pretendam ser os proprietários da palavra”, alertou. Para finalizar o evento, Carlos Drawin afirmou que o fundamentalismo foi e continua sendo um grande perigo a ser combatido na sociedade.

*A controvérsia sobre a circuncisão*

Paulo e Barnabé estavam em Antioquia da Síria quando chegaram alguns 
vindos da Judeia (conhecidos como judaizantes) e disseram aos cristãos 
não judeus: “se não vos circuncidardes segundo a norma de Moisés, não 
podereis salvar-vos” (At 15,1). Houve então uma grande controvérsia, e 
todos resolveram dirigir-se a Jerusalém onde, na época, estava Simão 
Pedro. Diante da discussão acesa da assembleia, Pedro levantou-se e fez 
um discurso argumentando que não é pela circuncisão, mas “pela graça do 
Senhor Jesus que nós [judeus] cremos ser salvos, da mesma forma como 
também eles [os gentios]” (At 15,11). A Escritura prossegue dizendo: 
“Então, toda a assembleia silenciou” (At 15,12). A palavra de Pedro, a 
quem Jesus deu o poder e missão de confirmar seus irmãos na fé (cf. Lc 
22,32) pôs fim a uma discussão que parecia interminável.

*A controvérsia sobre a anticoncepção*

O Concílio Vaticano II (1963-1965) estava trabalhando na elaboração da 
Constituição /Gaudium et spes/ (sobre a Igreja no mundo de hoje), quando 
surgiu entre os Bispos uma discussão acesa sobre a licitude do uso de 
meios anticoncepcionais (em particular, a pílula recém-inventada) para 
regular a procriação. O Papa Beato Paulo VI resolveu então chamar a si a 
questão, tirando-a do debate conciliar. Segundo nota de rodapé colocada 
na própria /Gaudium et spes/, “algumas questões, que necessitam de 
investigações mais aprofundadas, foram por ordem do Sumo Pontífice 
confiadas à Comissão para o estudo da população, família e natalidade, 
para que, terminados os estudos, o próprio Papa decida”^^[1] <#_ftn1>. 
Corria o ano 1964 quando o Beato Paulo VI chamou a si o estudo da 
matéria. Em dezembro de 1965, o Concílio terminou, sem que o assunto 
fosse resolvido. Em fins de 1966, o relatório da Comissão foi posto nas 
mãos do Papa, mas seus membros não haviam chegado a um consenso. Foi 
somente em 25 de julho de 1968 (quatro anos, portanto, após o Papa ter 
chamado a si a questão) que foi publicada a belíssima encíclica /Humanae 
vitae/ sobre a regulação da procriação. Como era de se esperar, o 
documento não modificava a doutrina moral da Igreja, mas reafirmava o 
que já havia dito Pio XI na encíclica /Casti conubii,/ ou seja, que 
“qualquer ato matrimonial [/quilibet matrimonii usus/] deve permanecer 
aberto à transmissão da vida”^^[2] <#_ftn2>. A anticoncepção foi, 
portanto, explicitamente condenada como meio de regular a procriação.

No entanto, os quatro anos de silêncio do Beato Paulo VI causaram um 
enorme dano ao mundo cristão. Enquanto Pedro silenciava, falsos profetas 
alardeavam que a doutrina da Igreja já havia mudado ou estava para 
mudar, e já davam, “antecipadamente”, permissão para os casais fazerem 
uso da pílula anticoncepcional. Quando finalmente Pedro falou por meio 
da /Humanae vitae, /a mentalidade contraceptiva já se havia espalhado 
entre os cristãos. Houve uma rebelião por parte de teólogos, bispos e 
até de episcopados inteiros contra o ensinamento perene do Magistério. E 
até hoje sentimos os efeitos do prolongado silêncio de Pedro sobre esse 
tema da moral conjugal.

*A controvérsia sobre os divorciados “recasados”*

Em 2013, o Papa Francisco resolveu convocar duas assembleias do Sínodo 
dos Bispos: uma extraordinária entre 5 e 19 de outubro de 2014 e outra 
ordinária entre 4 e 25 de outubro de 2015. O objetivo era discutir /Os 
desafios pastorais da família no contexto da evangelização/. Na verdade, 
trata-se de um Sínodo sobre a família dividido em duas fases com a 
distância de um ano.

A Assembleia de 2014 foi marcada por uma grande tensão. O relator geral 
do Sínodo, Cardeal Péter Erdö, no dia 13/10/2014, leu um relatório 
intermediário (/Relatio post disceptationem/) que continha várias ideias 
estranhas à doutrina da Igreja, incluindo o acesso dos divorciados em 
segunda união (“recasados”) ao Sacramento da Comunhão. Essa tese havia 
sido apresentada pelo Cardeal Walter Kasper no consistório de cardeais 
realizado em fevereiro de 2014. No entanto, em setembro de 2014, cinco 
cardeais/^*^[3] * / <#_ftn3> se uniram para publicar o livro 
/Permanecendo na verdade de Cristo: Matrimônio e comunhão na Igreja 
Católica/^^[4] <#_ftn4> refutando os argumentos de Kasper. Em 
13/10/2014, quando a tese de Kasper apareceu no relatório do Cardeal 
Péter Erdö, houve uma grande reação entre os Padres Sinodais. Estes 
então se dividiram, por idioma, em dez círculos de trabalho e alteraram 
profundamente o texto inicial. Acrescentaram três tópicos dogmáticos 
sobre “A família no desígnio salvífico de Deus”, “A família nos 
documentos da Igreja” e “A indissolubilidade do matrimônio e a alegria 
de viver juntos”. Ao falar da misericórdia, não deixaram de falar da 
verdade, uma vez que ambas “convergem em Cristo”. No documento final 
(/Relatio synodi/), publicado em 18/10/2014, pôde-se ver o quanto o 
pensamento dos Padres Sinodais estava distante do relatório inicial. Dos 
62 parágrafos, três não obtiveram os dois terços dos votos necessários 
para a sua aprovação: os de número 52 e 53 (sobre o acesso dos 
divorciados “recasados” ao sacramento da Comunhão) e o de número 55 
(sobre a acolhida às pessoas com tendência homossexual). No entanto, 
curiosamente eles não foram excluídos do texto. Isso significa que tais 
temas poderão vir à tona novamente na Assembleia de outubro de 2015.

E o que disse o Papa Francisco sobre tudo isso? Em seu discurso de 
conclusão do sínodo, em 18/10/2014, o Santo Padre advertiu sobre a 
tentação de quem, “em nome de uma misericórdia enganadora, liga as 
feridas sem antes as curar e medicar” e a tentação de “descuidar o 
‘depositum fidei’ [depósito da fé], considerando-se não guardiões mas 
proprietários e senhores”^^[5] <#_ftn5>. Entretanto, não fez nenhuma 
condenação explícita às teses kasperianas que circularam durante o 
Sínodo. O silêncio de Pedro permitiu que os meios de comunicação social 
passassem a divulgar que a Igreja havia mudado, ou estaria mudando sua 
prática de não admissão dos divorciados “recasados” à Comunhão 
Eucarística. Acerca disso, declarou o Cardeal Raymond Burke, na época 
prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, ao jornal 
eletrônico BuzzFeed News que “a falta de clareza [do Papa] sobre o 
assunto certamente causou um grande dano”^^[6] <#_ftn6>.

No entanto, não é preciso um grande estudo para que o Santo Padre 
resolva a questão. Basta reafirmar o ensinamento de São João Paulo II na 
sua Exortação Apostólica /Familiaris consortio/, também esta fruto de um 
sínodo sobre a família celebrado em 1980. Após falar da misericórdia com 
que devem ser tratados os divorciados que contraem nova união, a 
Exortação diz:

A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, 
de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova 
união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e 
condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre 
Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, 
um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à 
Eucaristia, os fieis seriam induzidos em erros e confusão acerca da 
doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio^^[7] <#_ftn7>.

De fato, convidar tais divorciados “recasados” à Comunhão eucarística 
seria, nas palavras de São Paulo, torná-los “réus do Corpo e do Sangue 
do Senhor” (1Cor 11,27), seria fazê-los “comer e beber a própria 
condenação” (1Cor 11,29). Eles que, segundo as fortes palavras de 
Cristo, “cometem adultério” (Mc 10,11-12), de nenhum modo serão 
beneficiados por receberem indignamente o sacramento do altar.

O Sínodo ordinário de outubro de 2015 aproxima-se e, com ele, novas 
discussões. No entanto, o que a Igreja espera, com grande expectativa, é 
a /Exortação pós-sinodal/ que será feita pelo Papa, recolhendo diversas 
propostas feitas pelos Cardeais em ambas as assembleias. É possível que, 
em tal Exortação, Pedro venha a presentear-nos com um belíssimo tratado 
sobre o mat
rimônio cristão, contendo uma refutação explícita dos 
ensinamentos de Kasper. Mas é possível que, até lá, por causa da demora, 
um enorme dano já tenha sido causado na mente dos fieis.

Anápolis, 10 de julho de 2015
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Sábado, 6 de junho de 2015 

A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA 
VIDA HUMANA: 

ESTAMOS DIANTE DE UMA SITUAÇÃO 
GRAVÍSSIMA. PRECISAMOS URGENTEMENTE 
DE SUA AJUDA. 

O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESTÁ 
EXIGINDO, aos 27 Estados brasileiros e aos quase 6 mil 
municípios da federação, contra as determinações do Congresso 
Nacional e do Plano Nacional de Educação aprovado em 2014, 
que A IDEOLOGIA DE GÊNERO SEJA 
IMPLANTADA NOS PLANOS MUNICIPAIS E 
ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO ATÉ O FIM DE 
JUNHO. 

A DENÚNCIA FOI FEITA NO PLENÁRIO DA 
CÂMARA DOS DEPUTADOS PELO DEPUTADO 
IZALCI, DO PSDB DO DISTRITO FEDERAL. O 
deputado, acompanhado por outros 13 deputados, protocolaram na Mesa 
da Câmara, na semana corrente, o Requerimento 565/2015, 
pedindo explicações oficiais ao Ministro da Educação a respeito de 
documentos elaborados pelo Fórum Nacional de Educação, que estão 
orientando a elaboração dos planos estaduais e municipais, ONDE 
O GOVERNO AFIRMA, CONTRARIAMENTE AO 
QUE DETERMINOU O CONGRESSO NACIONAL, 
QUE A IDEOLOGIA DE GÊNERO É POLÍTICA 
OBRIGATÓRIA PARA TODOS OS ESTADOS E 
MUNICÍPIOS DO PAÍS. 

[Para ler o requerimento abra o endereço 
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1279906 
e clique na expressão "INTEIRO TEOR"] 

Na realidade, em 2014 o Congresso Nacional havia retirado do 
Plano Nacional de Educação (PNE) todas as menções à 
ideologia de gênero como meta da educação brasileira. 

http://blog.comshalom.org/carmadelio/40768-vitoria-ideologia-de-genero-retirada-definitivamente-plano-nacional-de-educacao 

O Congresso estabeleceu ainda que, até o fim de junho de 2015, 
cada um dos 27 Estados, Distrito Federal e quase 6000 
municípios brasileiros aprovem seus respectivos Planos Estaduais, 
Distrital e Municipais de Educação, conforme as diretrizes do 
PNE. 

A DENÚNCIA FOI FEITA TAMBÉM PELA CNBB, 
através de carta assinada por Dom Leonardo Steiner, secretário 
geral da Conferência Episcopal, enviada a todos os bispos do 
Brasil, em nome do Conselho Episcopal Pastoral, que pede que toda 
a Igreja no Brasil contate com urgência os 

"VEREADORES QUE ESTÃO VOTANDO OU VIRÃO 
BREVEMENTE A VOTAR OS PLANOS 
MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO", 

acrescentando ser necessário 

"EXPRESSAR NOSSO POSICIONAMENTO 
CONTRÁRIO À IDEOLOGIA DE GÊNERO". 

http://refletindo7.blogspot.com.br/2015/05/mensagem-urgente-aos-sacerdotes-e.html 

Posicionaram-se de igual maneira OS BISPOS DO 
TOCANTINS E DO PARANÁ: 

http://www.cnbb.org.br/regionais/norte-3-tocantins-e-norte-de-goias/16651-regional-norte-3-emite-nota-explicativa-sobre-os-planos-de-educacao 

http://www.cnbb.org.br/regionais/sul-2/16177-bispos-do-parana-divulgam-mensagem 

No dia 1 de junho, o Padre Paulo Ricardo interrompeu sua 
programação das segunda feiras, que já havia sido anunciada, para 
fazer uma apresentação de quase uma hora expondo detalhadamente as 
manobras que o Ministério da Educação está fazendo para impor a 
ideologia de gênero nas nossas escolas. É importante assistir este 
detalhadíssimo vídeo: 

https://padrepauloricardo.org/episodios/a-ideologia-de-genero-nos-planos-municipais-de-educacao 

A IDEOLOGIA DE GÊNERO, CONTRARIAMENTE 
AO QUE DIZEM SEUS ATIVISTAS, NÃO TEM 
POR FINALIDADE COMBATER A 
DISCRIMINAÇÃO CONTRA MINORIAS. 

Ela tem origem no movimento marxista e tem por finalidade abolir a 
instituição familiar da estrutura social. É doutrina de Marx a 
noção de que a primeira de todas as opressões é constituída pela 
própria família, e que, sem a abolição da família, não poderá 
ser levada adiante a revolução comunista. 

Esta doutrina foi claramente exposta no último livro escrito por 
Marx, intitulado "A ORIGEM DA FAMÍLIA, DA 
PROPRIEDADE E DO ESTADO", finalizado postumamente 
por Engels. 

Após a revolução russa de 1917, Lenin tentou, sem sucesso, 
abolir a família da sociedade soviética, através de medidas 
legislativas. Mas, pouco antes da Segunda Guerra Mundial, o 
movimento marxista já havia entendido que a família não poderia ser 
abolida por decreto. Seria necessário, em vez disso, uma 
revolução sexual. A estratégia correta surgiu nos anos 90, 
quando a filósofa americana Judith Butler publicou o livro "O 
PROBLEMA DO GÊNERO". Nas vinte páginas do 
Requerimento 565/2015, do deputado Isalci e seus treze 
colegas, tudo este processo histórico está detalhado em minúcias. 

[Para ler o requerimento abra o endereço 
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1279906 
e clique na expressão "Inteiro teor"] 

No Brasil os esforços do MEC em introduzir a ideologia de gênero 
no sistema escolar seguem as ações programáticas do PLANO 
NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS, assinado pelo 
presidente Lula em 2009. O Plano afirma que as políticas de 
gênero do governo petista devem ter como base a 
"DESCONTRUÇÃO DA 
HETERONORMATIVIDADE". O Plano Nacional de 
Direitos Humanos, estabelece que o governo deverá 

"DESENVOLVER POLÍTICAS AFIRMATIVAS E 
DE PROMOÇÃO DE UMA CULTURA DE RESPEITO 
À LIVRE ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE 
DE GÊNERO, FAVORECENDO A VISIBILIDADE 
E O RECONHECIMENTO SOCIAL, COM BASE NA 
DESCONSTRUÇÃO DA 
HETERONORMATIVIDADE". 

http://www.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.pdf 

PRECISAMOS DE SUA AJUDA URGENTÍSSIMA 
PARA ALERTAR OS VEREADORES DAS CÂMARAS 
MUNICIPAIS E OS DEPUTADOS ESTADUAIS 
DAS ASSEMBLÉIAS LEGISLATIVAS DE TODO O 
BRASIL. 

Devemos dirigir-nos a eles, desta vez pessoalmente, para expor-lhes 
que, em conformidade com as metas do PNE realmente aprovado pelo 
Congresso Brasileiro, não devem aprovar a introdução da ideologia 
de gênero nos Planos Municipais e Estaduais de Educação. 

É necessário que cada um, EM SEU PRÓPRIO 
MUNICÍPIO, forme um grupo e procure pessoalmente os vereadores 
e deputados para expor-lhes o que está acontecendo. Não basta neste 
caso enviar um e-mail, nem dar um telefonema. É NECESSÁRIA 
A PRESENÇA FÍSICA. 

LEIA, ESTUDE E DIVULGUE TODOS OS 
DETALHES OFERECIDOS ABAIXO. AJUDE A 
CONSTRUIR A VERDADEIRA DEMOCRACIA 
BRASILEIRA. 

MANTEREMOS TODOS INFORMADOS A RESPEITO 
DO DESENROLAR DOS ACONTECIMENTOS. 

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover. 

ALBERTO R. S. MONTEIRO 

========================================================= 


LEIA A SEGUIR: 

1. O QUE É A IDEOLOGIA DE GÊNERO. 

2. O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO TENTOU 
INTRODUZIR, SEM SUCESSO, A IDEOLOGIA 
DE GÊNERO NO PLANO NACIONAL DE 
EDUCAÇÃO. 

3. O MINISTÉRIO ESTÁ TENTANDO 
REINTRODUZIR A IDEOLOGIA DE GÊNERO NOS 
ESTADOS E MUNICÍPIOS. 

4. O QUE FAZER. 

========================================================== 

1. O QUE É A IDEOLOGIA DE GÊNERO. 

========================================================== 

A ideologia de gênero afirma que as pessoas não nascem homem ou 
mulher, mas que constroem sua própria identidade, isto é, seu 
gênero, ao longo de sua vida. O gênero, portanto, que as pessoas 
costumam confundir com o sexo, é imposto às crianças pela educação 
e pela sociedade, mas as pessoas deveriam aprender, em vez disso, a 
libertarem-se da sexualidade que lhes foi imposta e construírem sua 
própria identidade de gênero. A ideologia de gênero afirma que ser 
homem, mulher, homossexual, lésbica, travesti, ou os muitos outros 
gêneros que existem ou podem ser criados, são papéis que cada um 
deve aprender a representar conforme quiser, sem se sentir aprisionado 
ao que erroneamente pensamos que seja o nosso sexo. Assim, as 
crianças na escola devem aprender todas as formas de sexualidade e 
desempenhar os vários papéis de gênero para que possam escolher 
livremente o seu ou mesmo mudar, conforme a ocasião, a identidade de 
gênero que quiserem adotar. 

A teoria de gênero tomou impulso a partir dos anos 90 quando a 
ideóloga americana Judith Butler afirmou que não são as leis que 
oprimem a mulher, mas o próprio papel que a mulher desempenha como 
mulher, subordinado, dentro de uma família patriarcal, ao papel 
supostamente superior do gênero masculino. A solução para isto não 
seria a introdução de leis contra a violência ou a discriminação 
das mulheres, pois o fato de alguém se considerar mulher já constitui 
uma discriminação. A solução seria entender que mulher é apenas 
um papel social, uma identidade de gênero, e que as pessoas não são 
obrigadas a se prender a tal ou qual identidade. Com isto também 
desconstruímos a família tradicional heterosexual, que escraviza as 
mulheres e é o primeiro fundamento de todas as demais formas de 
opressão social. 

========================================================== 

2. O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO TENTOU 
INTRODUZIR, SEM SUCESSO, A IDEOLOGIA 
DE GÊNERO NO PLANO NACIONAL DE 
EDUCAÇÃO. 

========================================================== 

O projeto do Plano Nacional de Educação, apresentado pelo MEC 
ao Congresso Nacional continha, na redação da terceira diretriz 
proposta para a Educação Brasileira, continha os leitmotivs 
clássicos da ideologia de gênero: "IDENTIDADE DE 
GÊNERO" e "ORIENTAÇÃO SEXUAL". O texto dizia 
que um dos objetivos da educação brasileira deveria ser 

"SUPERAR AS DESIGUALDADES 
EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA PROMOÇÃO 
DA IGUALDADE RACIAL, REGIONAL, DE 
GÊNERO E DE ORIENTAÇÃO SEXUAL, E NA 
GARANTIA DE ACESSIBILIDADE". 

O Congresso Nacional rejeitou, com razão, esta formulação, e 
substituiu o texto por outro conforme se encontra na Constituição 
brasileira. Deste modo, a Lei 13.005/2014, que institui 
o Plano Nacional de Educação (PNE), determinou, em seu art. 
2, inc. III, que seria diretriz do PNE 

"A SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES 
EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA PROMOÇÃO 
DA CIDADANIA E NA ERRADICAÇÃO DE TODAS 
AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO". 

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm 

A Lei 13.005/2014, ou Plano Nacional de Educação 
(PNE), estabeleceu ainda que todos os Estados e Municípios 
deveriam elaborar e aprovar, até o fim de junho de 2015, os 
planos municipais e estaduais de educação. Caberia ao Fórum 
Nacional de Educação, órgão do Ministério da Educação, 
coordenar e articular a elaboração de todos estes planos municipais e 
estaduais. 

========================================================== 

3. O MINISTÉRIO ESTÁ TENTANDO 
REINTRODUZIR A IDEOLOGIA DE GÊNERO NOS 
ESTADOS E MUNICÍPIOS. 

========================================================== 

O Forum Nacional de Educação, órgão do Ministério da 
Educação, a quem cabe por lei coordenar e articular a elaboração 
dos planos municipais e estaduais de educação, seis meses portanto 
depois de aprovado o PNE, publicou, em novembro de 2014, o 
documento final da Conferência Nacional de Educação 
(CONAE), que está servindo de subsídio para a elaboração, 
por parte das secretarias de educação, dos planos municipais e 
estaduais de educação que serão entregues às Câmaras e 
Assembléias para aprovação pelos deputados estaduais e vereadores. 

"É NO MÍNIMO SURPREENDENTE", afirma o deputado 
Isalci no requerimento enviado ao MEC, que o Fórum Nacional de 
Educação (FNE), aí publique, como 

"PASSO CONQUISTADO NA ARTICULAÇÃO DA 
EDUCAÇÃO EM PARCERIA COM O CONGRESSO 
NACIONAL E A SOCIEDADE CIVIL" 

[página 8], que 

"A IDEOLOGIA DE GÊNERO DEVE SER 
INTRODUZIDA COMO DIRETRIZ DA EDUCAÇÃO 
BRASILEIRA EXATAMENTE NOS TERMOS EM 
QUE FOI REJEITADO PELO CONGRESSO 
NACIONAL". 

"O Fórum Nacional de Educação (FNE)", continua o 
deputado, afirma estar 

"CONVOCANDO TODA A SOCIEDADE PARA 
ACOMPANHAR A IMPLEMENTAÇÃO DAS 
DELIBERAÇÕES DA CONAE 2014 REGISTRADAS 
NESTE DOCUMENTO PARA A IMPLEMENTAÇÃO 
DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E 
ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS PLANOS 
MUNICIPAIS, ESTADUAIS E DO DISTRITO 
FEDERAL DE EDUCAÇÃO CORRESPONDENTES" 

[ibidem, pág. 8], apresentando a norma do Plano Nacional de 
Educação, 

"NÃO COM A REDAÇÃO CONSTANTE DA LEI N. 
13.005/2014, APROVADA PELO CONGRESSO E 
SANCIONADA PELA PRESIDENTE DA 
REPÚBLICA, MAS COM A REDAÇÃO 
EXPRESSAMENTE REJEITADA PELO PODER 
LEGISLATIVO. DE FATO, LEMOS NAS 
PÁGINAS 18 E 19 DO SEGUINTE DOCUMENTO: 

"EM CONSONÂNCIA COM ESTES PRINCÍPIOS, 
O PNE, O PLANEJAMENTO E AS POLÍTICAS NO 
BRASIL, DEVEM ORIENTAR-SE PELAS 
SEGUINTES DIRETRIZES: 

[...] 

III - SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES 
EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA IGUALDADE 
RACIAL, REGIONAL, DE GÊNERO E 
ORIENTAÇÃO SEXUAL, E NA GARANTIA DE 
ACESSIBILIDADE". 

Como desdobramento deste princípio, apresentado como norma legal, 
embora explicitamente rejeitado pelo Congresso, o restante do 
documento desenvolve nas suas mais de uma centena de páginas como o 
sistema escolar deverá 

"PROMOVER A DIVERSIDADE DE GÊNERO" (pg. 
25) , 

"DISSEMINAR MATERIAIS PEDAGÓGICOS QUE 
PROMOVAM A IGUALDADE DE GÊNERO, 
ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE DE 
GÊNERO" (pg. 36), 

"DESENVOLVER, GARANTIR E EXECUTAR 
ANUALMENTE NOS SISTEMAS DE ENSINO 
FÓRUNS DE GÊNERO" (pg. 41), 

"INSERIR NA AVALIAÇÃO DE LIVROS 
CRITÉRIOS ELIMINATÓRIOS PARA OBRAS QUE 
VEICULEM PRECONCEITOS AO GÊNERO, 
ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE DE 
GÊNERO" (pg. 42), 

"GARANTIR CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS 
PARA A PROMOÇÃO DA DIVERSIDADE DE 
GÊNERO E DIVERSIDADE SEXUAL" (pg. 43), 

"ELABORAR DIRETRIZES NACIONAIS SOBRE 
GÊNERO E DIVERSIDADE SEXUAL NA 
EDUCAÇÃO BÁSICA E SUPERIOR" (pg. 45), 

"AMPLIAR OS PROGRAMAS DE FORMAÇÃO 
CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS DE 
EDUCAÇÃO SOBRE GÊNERO, DIVERSIDADE E 
ORIENTAÇÃO SEXUAL" (pg. 92), 

apresentados 

"COMO METAS OBRIGATÓRIAS EM VIRTUDE DE 
UMA NORMA LEGAL DO PNE QUE FOI, NA 
REALIDADE, EXPLICITAMENTE REJEITADA 
PELO CONGRESSO". 

Exatamente por isto os projetos de Planos Municipais e Estaduais 
estão sendo elaborados e entregues aos deputados e vereadores, pelas 
secretarias locais de Educação, com inúmeras alusões à ideologia 
de gênero, à "IDENTIDADE DE GÊNERO" e à 
"ORIENTAÇÃO SEXUAL". 

Em todas as Assembléias Legislativas dos Estados e nas Câmaras de 
Vereadores dos Municípios os deputados estaduais e vereadores terão 
de aprovar estes planos. 

Por isso você precisa comparecer junto aos deputados estaduais e 
vereadores e exigir que eles não coloquem o termo "GÊNERO", 
"IDENTIDADE DE GÊNERO" e "ORIENTAÇÃO 
SEXUAL" em nenhum artigo ou parágrafo da lei, e nem nas metas 
do Plano de Educação Estadual ou Municipal. Caso contrário, 
todas as escolas, de ensino público e privado, terão de adotar a 
ideologia de gênero. 

Neste caso todas as nossas crianças deverão aprender que não são 
meninos ou meninas, e que precisam inventar um gênero para si mesmas. 

Para isso, receberão materiais didáticos destinados a deformar a sua 
identidade. 

E isto será obrigatório, por lei. 

Os pais que se opuserem a isso poderão ser criminalizados, como já 
acontece em alguns países da Europa. 

Leia aqui uma reportagem de como isto já está acontecendo na Suécia 

http://biopolitica.com.br/index.php/cursos/26-o-secularismo-na-suecia 

e como pais os que não concordam com o ensino do gênero para seus 
filhos nas escolas estão sendo presos na Alemanha: 

http://biopolitica.com.br/index.php/cursos/38-pais-na-cadeia-crime-discriminacao-de-genero-vitimas-os-filhos 

========================================================== 

4. O QUE FAZER. 

========================================================== 

PELO BEM E PELA EDUCAÇÃO DE SEUS 
FILHOS, EM PRIMEIRO LUGAR, DIVULGUE 
ESTA MENSAGEM PARA TODOS OS CONTATOS DE 
SUA LISTA. 

Em seguida, junte seus amigos, procure a Câmara de Vereadores de 
seu Município e a Assembléia Legislativa de seu Estado, e 
conversem com os vereadores e os deputados estaduais. 

Não é preciso marcar audiência. Dirija-se à Câmara ou à 
Assembléia e procure o gabinete dos vereadores e deputados. 
Apresentem-se como eleitores e cidadãos. Eles foram eleitos com os 
seus votos. 

Expliquem-lhes o que é a ideologia de gênero e a desonestidade com 
que o Ministério está enganando os legisladores sobre as verdadeiras 
diretrizes do Plano Nacional de Educação para impor aos brasileiros 
uma ideologia que todos rejeitam. 

MAIS DO QUE NUNCA, AQUELES QUE NÓS 
ELEGEMOS PRECISAM DEFENDER NOSSAS 
CRIANÇAS. 

MAS ANTES, PARA PODER EXPLICAR AOS 
VEREADORES QUAL É VERDADEIRAMENTE O 
PROBLEMA, VOCÊS DEVEM ASSISTIR ALGUNS 
VÍDEOS E LER ALGUNS DOCUMENTOS. 

São poucos vídeos e documentos, e pode-se fazer isto, com 
facilidade, utilizando as horas vagas, em três ou quatro dias. 
Dirijam-se, em seguida, às Câmaras ou aos Legislativos o quanto 
antes. A previsão é que antes do fim do mês de junho tudo deveria 
já estar aprovado. 

[1] ASSISTA PRIMEIRO O VIDEO DO PADRE 
PAULO RICARDO, GRAVADO NO DIA 1 DE 
JUNHO: 

https://padrepauloricardo.org/episodios/a-ideologia-de-genero-nos-planos-municipais-de-educacao 

[2] ASSISTA DEPOIS DOIS PROFESSORES 
BRASILEIROS EXPLICANDO, EM UMA 
AUDIÊNCIA PÚBLICA, O QUE É A IDEOLOGIA 
DE GÊNERO: 

https://www.youtube.com/watch?v=NO51AdsCPJ0 

[3] ASSISTA TAMBÉM ESTE VÍDEO ONDE 
REPÓRTERES NORUEGUESES DESMASCARAM A 
IDEOLOGIA DE GÊNERO: 

https://www.youtube.com/watch?v=21UZWfnt0WA 

[4] LEIA ESTE PEQUENO ARTIGO, CHAMADO 
"CAINDO NO CONTO DO GÊNERO": 

http://www.zenit.org/pt/articles/caindo-no-conto-do-genero 

[5] LEIA O REQUERIMENTO 565/2015 DO 
DEPUTADO FEDERAL ISALCI DENUNCIOANDO O 
QUE ESTÁ ACONTECENDO: 

[Para ler o requerimento abra o endereço 
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1279906 
e clique na expressão "Inteiro teor"] 

[6] EXAMINE, - NÃO SERÁ PRECISO LER 
TUDO -, O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 
REALEMENTE APROVADO PELO CONGRESSO 
NACIONAL EM 2014. 

Verifique principalmente, nas diretrizes aprovadas no artigo 2, no 
item 3, que ali não há nenhuma menção ao gênero: 

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm 

[7] EM SEGUIDA, EXAMINE O DOCUMENTO 
FINAL DO CONAE, DISPONIBILIZADO PELO 
MEC, AQUI RESUMIDO E SUBLINHADO. 

Verifique como o MEC adulterou PROPOSITALMENTE a 
diretriz aprovada no artigo 2 item 3 do Plano Nacional da 
Educação. Não é um engano feito por descuido, pois, em 
seguida, o documento preceitua medidas muito mais radicais de ideologia 
de gênero, inclusive afirmando que o sistema escolar deverá 
"PROMOVER A DIVERSIDADE DE GÊNERO E 
ORIENTAÇÃO SEXUAL": 

http://www.votopelavida.com/conae2014.pdf 

O documento original, não resumido, muito maior, pode ser 
encontrado no site do MEC, neste endereço: 

http://conae2014.mec.gov.br/images/doc/Sistematizacao/DocumentoFinal29012015.pdf 

Agradeço novamente a todos pelo imenso bem que estão ajudando a 
promover. 

ALBERTO R. S. MONTEIRO

Divorciados em nova união: Uma via sugerida por dois papas.

(continuação)

Confira íntegra do texto:

1 – Partindo dos Lineamenta

No trecho do questionário relativo à terceira parte da Relatio Synodi – dedicada às perspectivas pastorais (cf. 23-46) – se afirma que o Sínodo extraordinário iniciou uma “viragem pastoral“, e que esta deve ser levada adiante em seus aprofundamentos e implementação, evitando-se “começar de zero” no caminho já iniciado pelo processo sinodal.

E, antes das perguntas relativas (cf. 35-39) ao tópico intitulado Cuidar das famílias feridas (separados, divorciados não recasados, divorciados recasados, famílias monoparentais), se insiste, citando a Evangelii gaudium, na necessidade de encrementar a arte do acompanhamento, da proximidade com as diversas situações.

Quanto às motivações que conduzem hoje a se refletir sobre essa viragem pastoral, sobretudo no que concerne a situação dos divorciados recasados, fazem-se necessárias algumas observações:

a – O acompanhamento pessoal como critério de mudança

A perspectiva do acompanhamento das pessoas, ou do desenvolvimento de uma pastoral de proximidade, deve nortear qualquer proposta que venha a sugerir mudanças no modus operandi da aplicação do direito canônico, da doutrina da Igreja sobre os divorciados recasados e, consequentemente, da ação pastoral quotidiana, sob pena de se pretender dar soluções que vão no sentido contrário do que se intenta, isto é, uma maior acolhida mais humana e menos “burocrática”, segundo a misericórdia e a verdade em relação à vida e às situações concretas das pessoas de nosso tempo. O Papa Francisco, no dia 07 de dezembro de 2014, ou seja, após o Sínodo, afirmou ao Jornal Lanación: “E no caso dos divorciados recasados, colocamo-nos: que podemos fazer para eles, que porta se lhes pode abrir? E foi uma inquietação pastoral: então, vamos lhes dar a comunhão? Não é uma solução se lhes damos a comunhão. Só isso não é a solução: a solução é a integração.”

b – A viragem pastoral exige uma conversão pastoral com criativa caridade

Para fins de ação pastoral mais consequente ou cada vez mais consequente em relação à vida dos divorciados recasados no seio da Igreja hoje, se evoca a necessidade de se assumir a realidade do aumento do número de divorciados no mundo. A ênfase dada ao aumento do número dos divorciados recasados no mundo tem, no entanto, obnubilado o aumento, mais significativo em número na atualidade, das uniões consensuais (no Brasil; em torno a 36% da população de casais; unidos somente no civi: 17%; casados no civil e no religioso: 42%) e das famílias monoparentais (7 milhões de lares no universo de 57 milhões de lares no país. Esta quantidade de lares é igual, se não for maior, ao número de lares de casais em segunda união segundo os dados do IBGE). Segundo esses dados, não só no Brasil, mas em outras partes do mundo, se começa a falar de declínio do número dos divorciados recasados, algo que se constatará com muito mais acuidade daqui a dez anos. Portanto, dar ênfase à situação dos divorciados recasados é realismo até certo ponto!

Embora essa comparação em números não exima a Igreja de se debruçar com mais caridade sobre a situação doscasais em nova união, ela revela um certo desequilíbrio, para não dizer grande disparidade de atitude, na proposta de alguns membros do clero, teólogos, pastoralistas e leigos que se preocupam com uma mudança na Igreja, a fim de que esta seja mais misericordiosa, pois negligenciam não só os divorciados não recasados, mas também as uniões consensuais e as famílias monoparentais, para os quais pouco ou nada é feito hoje na ação pastoral, enquanto – sobretudo no caso do Brasil – temos muitas atividades com casais em nova união.

A ousadia que se pretende na ação pastoral da Igreja para com os casais em segunda união deverá – ou deveria – também motivar a ação pastoral da Igreja em relação a essas e outras situações, como o sugere os Lineamenta. Ademais, essa ousadia e criatividade pastorais já poderiam estar atuantes de vários modos, ainda que sem o acesso aos sacramentos da Eucaristia e Penitência, sem que se fira a mensagem de indissolubilidade do matrimônio. Por exemplo, o Instrumentum laboris recordava a prática da bênção pessoal para quem não pode receber a eucaristia (cf. 104). Essa é realizada, em alguns países, incluindo algumas paróquias no Brasil, com a acolhida dos casais de segunda união na continuidade da fila da comunhão para receberem, individualmente, uma bênçao do ministro ordenado. Por experiência, tal gesto faz uma enorme diferença! O Papa emérito Bento XVI fez menção positiva a essa prática em um recente texto divulgado pelos meios de comunicação (cf. http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1350933) e publicado em um livro.

3 – Resolver problemas mais do que preveni-los?

Constata-se muita expectativa em mudanças de “regras” doutrinais, ou disciplinares, a partir de Roma, para depois se tomar iniciativas de acolhida. A falta de uma criativa caridade pastoral na prática do cotidiano de nossas Igrejas não mudará com a mudança de “regras”, pois se o que se busca é trazer o sentimento subjetivo de acolhida dos casais em segunda união pelo fato de terem acesso, por exemplo, à Eucaristia, um verdadeiro acompanhamento de sua situação, que também inclui, em grande parte dos casos, a dor pela ruptura do primeiro casamento, requer tempo e dedicação pastoral bastante ausente em alguns países. Essa atidude inclui também este aspecto subjetivo da vida das pessoas, colocado mais em evidência na atualidade, mas que deve, ao mesmo tempo, ser orientado para não se cair em subjetivismos individualistas.

Há uma forte tendência na atualidade, apontada e criticada por grandes filósofos, ao pragmatismo eficientista, da razão prática que pretende dar respostas a tudo através da exaltação da técnica. Pergunta-se se a Igreja também não corre o risco de tentar equacionar rapidamente, com algumas decisões, certas situações difíceis da vida de seus membros. Não se aceita hoje em dia estar diante de impasses não resolvíveis ou de sofrimentos que não devam ser extirpados. A busca da realização do prazer e da felicidade a todo custo indiretamente, ou diretamente, também pode ter sérias influências no pensamento da ação pastoral da Igreja. Não que a Igreja convide seus fiéis a uma cega resignação, pois concorda, por exemplo, com a separação de corpos quando a vida conjugal se torna insuportável para um dos cônjuges por razões graves. Mas não se poderia admitir que, no caso de um casamento validamente celebrado e rompido, ao qual se suceda uma nova união por parte de um dos cônjuges ou dos dois, que essa nova união traga a marca de uma ruptura, mesmo que essa nova união seja acolhida no seio da Igreja? Será que não se tende a dar a todo custo respostas aos problemas das pessoas na atualidade, como o fazem hoje vários âmbitos da medicina e do direito?

Afirma-se, por alguns teólogos, que a Igreja seria mais severa para com quem está em uma nova união do que para com aqueles que vão se casar. No entanto, essa afirmação não é seguida de uma proposta concreta em relação não só à preparação para o matrimônio mas também ao acompanhamento da vida conjugal – como nos propõe os Lineamenta – de tal maneira que haja maior prevenção das situações de conflito e de ruptura da vida conjugal. Esse ainda é um campo vasto a ser explorado. Durante muito tempo, e ainda é o caso em muitos lugares, devido ao aumento de uma liberdade mais subjetiva e individualista e à crescente privatização da família na atualidade, como o apontam vários sociólogos, se temeu e se teme orientar os casais em sua vida matrimonial, pois isso relevaria da vida “individual” e “privada” de muitos. Além disso, há uma enorme falta de preparo do clero e dos agentes de pastoral familiar. No entanto, tanto a Igreja como a sociedade sabem muito bem, através de pesquisas (cf. Caritas na Itália), o quanto um divórcio não ajuda a família, a própria Igreja e a sociedade. Mas, mesmo assim, as medidas sociais e pastorais propostas para tentar evitar a separação ou o divórcio são muito tímidas ou inexistentes.

Se com razão alguns teólogos apontam para uma visão jurisdicista (contratual) do matrimônio, a culpa não é só – se é que há culpa – do modo como o Código de Direito Canônico define o matrimônio, mas também, e sobretudo, de como essa realidade se viu pouco a pouco envelopada por um aspecto puramente formal, sem maiores aprodudamentos de uma teologia da família, de carácter personalista, como, de resto, Vaticano II já delineara e foi aprofundado por João Paul II e outros na mesma esteira. Grosso modo, do lado do estudo do sacramento, limitou-se aos seus aspectos canônico-jurídicos, sem uma disciplina específica de uma teologia mais aprofundada do sacramento e da própria vocação conjugal e familiar.

Nas últimas décadas, no âmbito da teologia moral, por um lado, parece ter havido um estacionamento, repetindo supercialmente os princípios da avaliação e das exigências dos atos lícitos e ilícitos, sem muita confrontação com a realidade das pessoas; por outro lado, numa perspectiva mais liberal, tentou-se justificar uma abertura da Igreja aos métodos contraceptivos (um longo debate com Humanae vitae) e a uma eventual mudança de perspectiva quanto à posição da doutrina da Igreja relativa à indissolubilidade do matrimônio, numa tentativa de acompanhar as mudanças sociais, confundido atitude profética com conformismo. Tanto o lado mais rigorista quanto o mais laxista parecem não ter lançando mão de algo que voltou com força neste Sínodo: a lei da gradualidade, ou o caminho gradual feito por cada um de nós no conhecimento e na vivência das exigências morais e no aprofundamento do mistério da vida cristã. A isso se deu também o nome de pedagogia divina, ou seja, o modo como Deus nos guia, sem forçar ninguém, mas sempre propondo o ideal de santidade.

4 – Para onde o Sínodo nos orientará?

Não se pretende aqui, com essas reflexões, afastar o debate teológico-doutrinal sobre modulações na compreensão e na aplicação canônica e pastoral de posturas relativas aos casais em nova união civil. Mas parece que o debate em torno à quetão do acesso aos sacramentos da Eucaristia e da Penitência deve passar por ulteriores aprofundamentos; como, aliás, sinalizaram alguns dos círculos menores de trabalho durante o último Sínodo. Postura que não significaria retornar à estaca zero, mas dar continuidade ao debate que tem sérias implicações e assume várias possíveis soluções. Isso não signifca que não se possa avançar mais no que tange a participação ativa e, por conseguente, a acolhida dos casais em nova união no seio da Igreja. Muito se poderia fazer, como já acontece no Brasil, quanto aos encontros de casais e famílias nesta situação tanto com outros casais e famílias quanto entre eles (lembre-se aqui o precioso trabalho do grupo Bom Pastor no Brasil, com grande capilaridade nacional, e de outros do mesmo tipo presentes em nossas dioceses. É interessante notar que os casais que participam desses grupos não se levantaram para pedir ao Sínodo o acesso à comunhão eucarística).

A respeito da pastoral sacramental dos casais em segunda união, o n. 38 do questionário dos Lineamenta diz o seguinte: “A pastoral sacramental a favor dos divorciados recasados precisa de um ulterior aprofundamento, avaliando também a prática ortodoxa e tendo presente ‘a distinção entre situação objetiva de pecado e circunstâncias atenuantes’ (n. 52). Quais são as perspetivas em que agir? Quais os passos possíveis? Quais sugestões para resolver formas de impedimentos indevidas ou desnecessárias?”

A primeira observação que deve ser feita é que a pergunta começa por uma afirmação: é necessário um ulterior aprofundamento sobre a pastoral sacramental. A afirmação sugere que esse ulterior aprofundamento será realizado durante o próximo Sínodo ou para após o Sínodo? É de se notar que a conexão entre a afirmação e as perguntas propriamentes ditas nesta pergunta não deixe ao leitor uma límpida compreensão do que se espera como resposta. No entanto, tentando uma interpretação da mesma, parece que se solicitam respostas que ajudem a avançar no sentido deste aprofundamento. O n. 52 do texto, ao evocar uma eventual possibilidade de acesso à comunhão por parte dos divorciados recasados também fala de uma questão que “ainda deve ser aprofundada”. Esse aprofundamento ulterior se justificaria mais ainda pelo fato de que não se conhece com precisão essa “prática ortodoxa”, mencionada na pergunta n. 38, que se liga – o leitor deve deduzir… – à menção de “um caminho penitencial” no parágrafo n. 52. A pergunta n. 38 ainda retoma a afirmação do parágrafo n. 52 sobre a questão da imputabilidade do ato, com a qual – a experiência de conferências e encontros o demonstra – até o clero tem dificuldades, quanto mais o fiel mais simples.

Tudo isso faz com que a pergunta, no final das contas, sugira questões muito técnicas, com o risco de se esquecer que o parágrafo n. 52 do texto aponta duas posturas em relação à possibilidade de acesso à comunhão por parte dos divorciados recasados. E para que o debate seja imparcial, as duas posturas devem ser aprofundadas.

Não é intenção aqui fazer um aprofundamento pormenorizado sobre as duas posturas. Contudo, é importante salientar, a respeito da postura que sugere manter a doutrina atual da impossibilidade de acesso à comunhão, o quanto essa posição tem sido tratada de modo simplório e sob olhares preconceituosos que lhe aplicam taxativamente atributos pejorativos, tornando sua sustentação quase arbitrária, como se fosse destituída de fundamentação teológica. O que denota uma atitude temerária. Por outro lado, o Sínodo também deveria suscitar reflexões que demonstrem a atualidade desta postura com uma linguagem convincente que dê conta de sua pertinência e sua manutenção. Tudo isso é também contribuição do Sínodo e já aparecem publicações neste sentido.

No que concerne a postura que é favorável ao acesso à comunhão, a proposta é avançada em circunstâncias bem precisas e o acesso não é oferecido de forma generalizada (como o próprio W. Kasper o sugere em seu livro. Condições que emanaram de sua reflexão, retomando, em grande parte, as ideias de uma artigo de J. Ratzinger de 1972, cuja conclusão, no entanto, o Papa emérito modicou no texto recentemente publicado e mencionado acima), mas somente após um caminho penitencial, como apontado nos Linemanta para a reflexão da Igreja. Sem declinar o confronto com a proposta, percebe-se o quanto ela exige ulteriores aprofundamentos. Não é evidente evocar uma “prática ortodoxa” como inspiração, pois, como o demonstra E. Schockenhoff, teólogo favorável ao acesso à comunhão para os recasados, a prática não é uniforme e levanta alguns questionamentos sobre a forma de penitência oferecida (cf. La Chiesa e i divorziati risposati. Questioni aperte. Brescia: Queriniana, 2014).

Em relação às condições sugeridas por W. Kasper para se conceder esse acesso à comunhão (cf. Il Vangelo della famiglia. Brescia: Queriniana, 2014), talvez seja prático e fácil aplicá-lo em uma Igreja sem muita expressão pastoral, como no caso de várias Igrejas na Europa e nos EUA. Mas o acompanhamento pessoal desses casos e o discenimento a ser feito sobre cada situação seria aplicável e evidente numa Igreja em que se percebe que a “arte do acompanhamento” não vem sendo trabalhada? Isso não requereria um tato e uma maturidade que, caso faltem, poderiam causar mais danos do que ajudar? Isso não suscitaria o sentimento de exclusão – o que se pretende eliminar – em alguns não “aprovados” de imediato à comunhão? Não resta dúvida de que, se a Igreja assume esta postura, deverá realizar um esforço hercúlio na estruturação de condições mínimas de acompanhamento pessoal, o que deveria também ser o caso da preparação para o matrimônio, para o aconselhamento e o atendimento a situações de conflitos conjugais, a fim de se evitar tratar somente o problema sem antes buscar preveni-lo.

4.a – Equidade pastoral: misericórdia e verdade se encontram.

Outra realidade atual na vida de nossas comunidades – empiracamente verificável, sobretudo em nossas comunidades menores – deve ser cada vez mais levada em consideração: imediatamente após uma separação ou divórcio, seguidos de grave traição, a parte culpada não hesita em frequentar a igreja sozinha ou, com frequência, já com outra pessoa. Isso tem causado o abandono da outra parte da Igreja, por se sentir humilhada na presença daquele ou daquela que a traiu gravamente e que, além disso, já se encontra em relacionamento com outra pessoa. Isso revela, por um lado, que o sentimento de exclusão, evocado por muitos em defesa de maior abertura para com os recasados, está talvez mudando em relação à percepção da existência do mal cometido. Por outro lado, pode-se dizer que é um bom sinal que não tenham vergonha de frequentar a vida da comunidade, e tem-se aí a oportunidade de uma evangelização em vista também do arrependimento.

No caso em que o chamado “caminho penitencial” lhes fosse aplicado – tendo ainda que se definir em que consistiria esse caminho penitencial – e que o novo casal continuasse na comunidade, pode-se dizer que se acolheu um casal divorciado recasado, o que é positivo. Contudo, quais não seriam os sentimentos e a situação daquele ou daquela que foi abandonado e que se afastou da Igreja, sem no entanto ter contraído nova união por crer na validade do seu primeiro casamento?…

Reflete-se muito sobre os casais recasados que voltam à caminhada, incluindo os que foram abandonados e contraíram uma nova união, mas reflete-se pouco ou nada sobre as pessoas que foram abandonadas e que, por não aceitarem o abandono e acreditarem na validade de seu casamento (e do amor que o fundou), não aceitam a nova união do cônjuge que se foi. O agravante hoje é que o cônjuge que se foi e se casou de novo na verdade não se foi e continua ao lado com a nova família, causando assim o afastamento da primeira mulher ou do primeiro marido da vida da comunidade. Ainda que a parte abandonada venha a perdoar a traição da outra parte, como se espera de um bom cristão, a comunidade local pode se deparar com um grande dilema nas situações dos recasados: estar acolhendo um e afastando o outro! As soluções propostas, quaisquer que sejam elas, não evitarão o confronto com tal dilema. Um homem ou uma mulher que amou profundamente e exclusivamente alguém, quando se vê traído(a) e abandonado(a) de modo injusto passa por um processo de perda equiparado quase à morte de um ente querido, que não é fácil enfrentar.

Um dos grandes argumentos avançados em favor da abertura do acesso à comunhão aos divorciados recasados consiste em dizer que não há pecado que não possa ser perdoado. Sem pretensões de aqui refletir de modo apropriado sobre tal argumento, caberia repensar a teologia do pecado em relação com a teologia do sacramento do matrimônio, levando em consideração certas consequências temporais do mal cometido. Com a devida reserva exigida pela categoria da analogia, não se poderia dizer que quando a doutrina sobre o pecado atual diz que um assassino é perdoado, mas mesmo assim deve pagar sua pena em presídio, ou que o perdão a um grande corrupto implicaria a devolução do que foi usurpado, isso não poderia ser mutatis mutandis pensado em relação à “pena” do afastamento da comunhão pelos divorciados recasados? Todavia, alguns recordam que houve quem teria dito que seria então melhor matar sua ex-mulher, pois assim teria perdão, já que enquanto ela estiver viva, ele continuaria num pecado que não tem perdão. Mas, ao cumprir pena por seu assassinato, este homem não perderia para sempre ou durante grande parte da sua vida a comunhão permanente de sua nova mulher? Ainda que possa retornar à comunhão eucarística pelo perdão, sofrerá uma consequência temporal do seu pecado grave, não tendo a comunhão permanente com a mulher com quem se casou novamente e sua comunhão com a comunidade eclesial fica também bastante fragilizada, ainda que no presídio se possa criar esses laços de vida cristã.

De fato, poder-se-ia aprofundar a questão do perdão para os casais recasados com muito tempo de vida, onde a primeira união já não existe há muito tempo, e em relação à qual não houve possibilidade de declaração de nulidade. No entanto, esse perdão, sobretudo para um primeiro casamento que se considerou válido e produziu frutos, incluindo a geração de filhos, apagaria todas as consequências temporais da separação ou do divórcio? Seria exagerado pensar que a ruptura do sacramento do matrimônio, ruptura de uma comunhão íntima, mantenha-se “relembrada” pelo não acesso à Eucaristia, ou seja, à comunhão por excelência com Jesus Cristo, sobretudo que, para uma das partes, essa seraparão pode ainda significar ausência de comunhão com a pessoa amada, que era tudo para ela? A analogia entre a comunhão perfeita de Cristo e a Igreja e o homem e a mulher no sacramento do matrimônio não nos autorizaria a refletir neste sentido?

Mais uma vez, pode-se dizer que, ainda que se espere um perdão dado pelo homem ou a mulher injustamente abandonados num casamento que tenha durado alguns anos, e em relação ao qual não há como se declarar nulidade, imagina-se que seria de difícil aceitação para a parte abandonada e filhos reconhecer que a Igreja acolhe e reconhece a nova comunhão de vida daquele que se foi e o recebe à plena comunhão na Eucaristia, enquanto à parte abandonado, ainda que possa ter acesso à comunhão eucarística, se vê privada da comunhão de vida estabelecida pelo sacramento do matrimônio. Seria isso uma atitude equânime pastoralmente falando? Obviamente que nem todos estão nesta situação, mas, pelo fato de haver um número considerável que aí se encontra, a proposta do acesso à comunhão eucarística aos casais em nova união deve ser muito bem pesada.

Neste contexto, caberia também aprofundar o tema da comunhão espiritual, como apontado no n. 53, e responder à objeção que diz que quem recebe Cristo espiritualmente poderia também recebê-lo sacramentalmente (aprofundamento precioso sobre o tema é dado por J. J. Pérez-Soba; S. Kampowski. Il vangelo della famiglia nel dibattito sinodale: oltre la proposta del Cardinal Kasper. Siena: Cantagalli, 2014, p. 138s.). A distinção sobre os graus e modos de presença de Cristo na Igreja (na Palavra, na assembleia, na Eucaristia, no celebrante e em todo batizado) e noutras confissões cristãs (mesmo não participando da Eucaristia, encontram e vivem com o Cristo) e no mundo (nos pequeninos e sofredores, e nas pessoas de boa-vontade etc.) pode elucidar a participação diferenciada no mistério da vida de Cristo. Ademais, um recurso à teologia de Santo Tomás de Aquino sobre o sacramento da Eucaristia nos ajudaria a recordar que os efeitos salvíficos desse sacramento não estão vinculados à comunhão eucarística, mas são aplicados a todos participantes da celebração do mesmo e sobre toda a humanidade. A isso acrescente-se a necessidade de uma maior conscientização sobre a recepção da comunhão, aparentemente banalizada em nossos tempos. Como também o Papa emérito Bento XVI afirmou no texto já citado, “Um sério exame de si, que pode até mesmo conduzir a renunciar à comunhão, nos faria […] sentir de modo novo a grandeza do dom da eucaristia e isso representaria ao mesmo tempo uma forma de solidariedade com os divorciados recasados.” E por que não pensar que isso também seja assumido pelo celebrante da eucaristia, em relação ao qual, parece, não haver orientação a uma comunhão compulsória em cada celebração?

2 – Proposta para a próxima assembleia sinodal a respeito dos recasados

Como já afirmado acima, as questões não pretendem eliminar o debate quanto a esse tema. No entanto, parece importante, a partir das próprias perguntas da questão n. 38 do questionário, se esboçar outras possibilidades de acolhimento e comprometimento dos casais divorciados recasados no seio da Igreja. Não se trata de apontar vias “paliativas”, como o afirmaram alguns (de resto, a via do acesso à comunhão também é paliativa, pois nunca resolveria totalmente as questões humanas do divórcio) ou, muito menos, uma saída estratégica para se evitar o confronto com essas questões. Mas trata-se de evitar que a reflexão esteja somente à mercê da polaridade entre o acesso ou não à comunhão eucarística. E, para tanto, se faz aqui apelo a uma via não muito explorada durante o Sínodo – embora tenha sido proposta – e sugerida em dezembro passado pelos dois papas.

Todavia, cabe também recordar que a via da agilização e acessibilidade ao processo matrimonial, como refletida no n. 49 dos Linamenta, merece também maior atenção, por não só ter uma adesão mais equilibrada, mas porque, de fato, muitas situações (talvez a maioria) poderiam ser por ela atendidas adequadamente. Quanto a esse tema, é necessário retomar o que o Papa Bento XVI, em várias ocasiões, já afirmará a respeito da falta de fé de muitos batizados (pagãos batizados), sobre a qual se deveria aprofundar quando se trata da recepção e da validade do sacramento do matrimônio. Tal argumentação também reaparece no seu texto publicado recentemente, em que o papa emérito corrige a conclusão do seu artigo de 1972.

Voltando à via proposta recentemente pelos dois papas, a questão que a norteia é a seguinte: como podem viver quotidianamente a vida de fé cristã no seio da comunidade eclesial? Ou, para retomar parte da questão n. 38, “quais sugestões para resolver formas de impedimentos indevidas ou desnecessárias” ?

a – A orientação do magistério recente

Na Familiaris consortio, n. 84, pede-se, em primeiro lugar, que se discirna bem as situações. E se afirma que a Igreja não pode abandonar os fiéis divorciados recasados, pois não estão separados dela. Enquanto batizados, devem participar da vida eclesial através de várias atividades, entre elas destaque-se a educação dos filhos na fé, também reafirmada pelo Catecismo (cf. n. 1651). A Exortação apostólica Sacramentum caritatis, n. 27, reforça a ideia de pertença à Igreja, e, dentre vários modos de participação na vida eclesial, evoca também a educação dos filhos.

b – Os questionamentos na práxis pastoral

O Catecismo da Igreja Católica (CIgC), n. 1650, afirma que os fiéis recasados estão “numa situação objetivamente contrária à lei de Deus. Por isso […] ficam impedidos de exercer certas responsabilidades eclesiais.” Assim, o discernimento sobre o que o casal em nova união estável ou um deles pode ou não realizar no seio da comunidade, pode ou não assumir, tem ficado a critério do seu pastor, variando desde a autorização à comunhão à proibição de se fazer uma leitura durante a celebração eucarística. Nesse contexto, faz-se necessário citar o texto Sulla pastorale dei divorziati risposati (1998), de autoria da Congregação da Doutrina para a Fé, publicado na coleção Documenti, commenti e studi. O texto indica quais seriam essas responsabilidades vedadas a esses fiéis e procura dar as razões canônico-pastorais. Assim, não podem ser padrinhos de batismo ou crisma; assumir os “serviços litúrgicos” (Leitor e ministro da Eucaristia) e os “serviços catequéticos” (professor de religião, catequista de primeira comunhão ou crisma); ser testemunha de casamento; e fazer parte do Conselho Pastoral Diocesano ou conselhos paroquiais.

Alguns questionamentos devem ser feitos a respeito do referido texto: tratar-se-ia de documento emanado da Congregação para a Doutrina da Fé ou de comentário ou estudo, já que publicado na coleção “Documenti, commenti e studi”? Se é documento, por que razão não consta da lista dos documentos disponíveis no site da Santa Sé, na parte reservada à Congregação? Por que não foi traduzido? Foi aprovado em audiência com o Santo Padre? Note-se que a Exortação apostólica Sacramentum caritatis, publicada posteriormente a esse texto, quando aborda a questão da participação dos fiéis recasados na vida da Igreja e na celebração eucarística (cf. supra), não faz referência ao texto.

Há difuso desconhecimento do referido texto, porém ainda vigora em boa parte das Igrejas particulares a proibição de que pessoas unidas em nova união estável sejam admitidas como padrinhos e madrinhas. No entanto, algumas têm feito exceções, aceitando de modo excepcional aqueles que estão “engajados na comunidade eclesial”. Por outro lado, outras pedem que seja revista e flexibilizada a interpretação dada ao cânon 874 § 1, 3º, a respeito do encargo de padrinho ou madrinha. O mesmo se diga em relação a outras funções eclesiais, tais como serviços litúrgicos, catequéticos e à participação em Conselhos Pastorais diocesanos ou paroquiais.

No sentido de uma eventual revisão desse texto, advogam tano o Papa Francisco como o Papa Emérito Bento XVI. Na entrevista dada pelo Papa Francisco ao Jornal Lanación, acima citada, o papa questiona: “[Os recasados] Não estão excomungados, é verdade. Mas não podem ser padrinhos de batismo, não podem ler a leitura na missa, não podem dar a comunhão, não podem ensinar a catequese, não podem ao todo umas sete coisas; tenho a lista aí. Parem! Se eu conto isso pareceriam excomungados de fato! Então, abram as portas um pouco mais! Por que não podem ser padrinhos? ‘Não, veja, que testemunho vão dar ao afilhado.” O testemunho de um homem e uma mulher que lhe dizem: ‘Olha, querido, eu me equivoquei, eu escorreguei neste ponto, mas creio que o Senhor me quer, e quero seguir a Deus, o pecado não me venceu, mas antes sigo adiante.’ Haveria maior testemunho cristão do que esse? […] Ou seja, temos que começar a mudar um pouco as coisas, as orientações valorativas.”

Por sua vez, o Papa Bento XVI, num texto publicado no final do ano passado (03/12) no site chiesa.expressoonline, já mencionado acima, afirma: “No número 84 [da Familiaris consortio] está escrito: ‘Juntamente com o Sínodo, exorto calorosamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis, a fim de que ajudem os divorciados procurando com solícita caridade que não se considerem separados da Igreja […]. A Igreja ore por eles, os encoraje, demonstre-se mãe misericordiosa e assim os sustente na fé e na esperança.’ Com isso, à pastoral se confia uma tarefa importante, que talvez não foi ainda transposta o suficiente na vida quotidiana da Igreja. Alguns detalhes são indicados na própria exortação. Nela está dito que essas pessoas, em quanto batizadas, podem participar na vida da Igreja, e que justamente devem o fazer. São elencadas as atividades cristãs que para eles são possíveis e necessárias. Todavia, talvez se necessitaria sublinhar com maior clareza o que podem fazer os pastores e os irmãos na fé para que eles possam sentir verdadeiramente o amor da Igreja. Penso que necessitaria lhes reconhecer a possibilidade de participação nas associações eclesiais e também de aceitar que sejam padrinho ou madrinha, o que no momento o direito não prevê.” (grifo nosso)

As propostas que se seguem, com suas breves justificativas, vão neste sentido.

c – A função de padrinho ou de madrinha de batismo ou de crisma

Reza o cânon 874, § 1.º, item 3.º, do CIC: “Sit catholicus, confirmatus et sanctissimum Eucharistiae sacramentum iam receperit, idemque vitam ducat fidei et muneri suscipiendo congruam”. A frase ora sublinhada denota a exigência legal de que o padrinho ou a madrinha viva de modo congruente com a fé e com o múnus assumido.

Preceitua o cânon 18 do CIC: “Leges quae poena statuunt aut liberum iurium exercitium coarctant aut exceptionem a lege continent, strictae subsunt interpretationi”. Trata-se deveras de um princípio válido tanto para o direito canônico como para o direito civil. Ou seja, as leis que coarctam o exercício de direitos devem ser interpretadas em sentido estrito e não amplo. O próprio cânon 874 poderia ter arrolado os “casados em nova união” entre os que não se qualificam para o exercício da missão de padrinho ou madrinha. Mas não o fez. Decerto, o rol do cânon é taxativo e não exemplificativo; em outras palavras, não se poderiam propor requisitos além dos que constam do mencionado cânon.

O pároco, pastor próprio da comunidade, sob a orientação do bispo, auxiliado pelo bom senso da comunidade paroquial, poderia aferir, no caso concreto, se a pessoa “recasada”, ao seu modo, leva uma vida coerente com a fé e com a eventual missão de ser padrinho ou madrinha de batismo ou crisma.

d – Outras funções na vida pastoral e litúrgica da Igreja

A respeito das outras funções ou serviços elencados pelo texto da Congregação para a Doutrina da Fé, há que se realizar uma avaliação diferenciada daquilo que é proposto pelo mesmo. Quando o texto evoca os “serviços litúrgicos”, detém-se no serviço de leitor e ministro extraordinário da Eucaristia. Por coerência com a situação na qual os fiéis em segunda união estável se encontram, compreende-se o impedimento ao exercício do ministério extraordinário da Eucaristia. Todavia, não pouca dificuldade tem surgido quando o assunto é o “serviço de leitor”. Ao que se refere o texto? Ao leitor instituído ou a qualquer leitor ad hoc? Caberia maior clareza em relação à possibilidade de se aceitar esses fiéis, de comprovada e reconhecida caminhada comunitária, na vida litúrgica da Igreja. O texto da Sacramentum caritatis fala em participação desses casais na Santa Missa. A participação na Santa Missa deve ser “consciente, ativa e frutuosa”, segundo a Instrução Redemptionis Sacramentum (RS), n. 4. Quando uma pessoa ou um casal em nova união participa da Santa Missa, poder-se-ia admitir sua efetiva participação, enquanto batizados (cf. FC, n. 84), na ação litúrgica, através das leituras, da recitação ou canto do salmo, bem como de outros atos que estejam conforme as orientações sobre a atuação dos leigos na celebração litúrgica, segundo os n. 43-47 da RS.

No que tange aos “serviços catequéticos” (professor de religião, catequista de primeira comunhão ou crisma), não se poderia argumentar que, assim como os casais em nova união estável são convidados a educar seus filhos na fé (cf. FC, n. 84; CIgC n. 1651), não poderiam eles exercer também o papel de transmissores da fé para outras crianças, adolescentes e jovens?

Em relação ao exercício da função de testemunha de casamento, talvez se exija maior discernimento pastoral, sendo por vezes, como diz o texto da Congregação para a Doutrina da Fé, desaconselhada.

A participação no Conselho Pastoral Diocesano ou nos conselhos paroquiais estaria vedada com base na interpretação do cânon 512 §13, que reza o seguinte: “Para o conselho pastoral não se escolham senão fiéis de fé firme, de bons costumes e notáveis pela prudência”. Cabe se perguntar se os fiéis em nova união estável, chamados a participar da vida da Igreja (cf. FC, n. 84) ou a cooperarem na vida comunitária (cf. SC, n. 27), não poderiam também ter uma fé firme, bons costumes e serem notáveis pela prudência, ainda que em situação irregular. O cânon talvez mereça uma interpretação mais flexível.

e – A caridade pastoral como critério para a orientação das situações difíceis

Há uma necessária prudência a ser adotada no que concerne a acolhida dos fiéis recasados, a fim de que não se pretenda equacionar ligeiramente recentes rupturas, causando graves injustiças para com os cônjuges que preferiram não se recasar e manter sua fidelidade ao casamento rompido. A caridade pastoral deve ser exercida para conciliar a verdade das situações difíceis com a misericórdia em relação a todos os que sofrem com o término de um casamento. Seguindo um antigo critério eclesial, para os ofícios, funções e responsabilidades na vida da Igreja e da comunidade local, evitar-se-á a escolha de alguém cuja indicação venha a causar escândalos. O bom-senso pastoral tem aqui um lugar relevante, a fim de se procurar incluir as pessoas em nova união estável na vida eclesial da comunidade, tanto a nível litúrgico quanto pastoral. Por outro lado, é necessário também haver orientações da parte da Igreja particular, proximidade do pastor da comunidade com o seu bispo e seu presbitério, bem como com a própria comunidade no exercício da avaliação das situações em vista de maior acolhida e do engajamento dos fiéis em nova união estável na vida da Igreja.

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco dedicou a mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais ao tema da família, que se encontra no centro de uma profunda reflexão eclesial e de um processo sinodal. “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” é o tema da mensagem, que foi publicada esta sexta-feira (23/01), vigília da festa de S. Francisco de Sales, padroeiro dos comunicadores.

No texto, Francisco recorda que a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. E o ventre materno é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal. Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é o espaço onde se aprende a conviver na diferença: diferenças de gêneros e de gerações. É nela que aprendemos ainda outra forma fundamental de comunicação, que é a oração.

Família perfeita

“A família é, sobretudo, a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e, todavia, são tão importantes uma para a outra…”, acrescenta Francisco, ressaltando ainda que é entre os nossos familiares que se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência.

“Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão.” A propósito de limitações e comunicação, para o Papa, as famílias com filhos com deficiências têm muito a ensinar, pois recebem um estímulo para se abrir, compartilhar e comunicar de modo inclusivo.

Em um mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, Francisco aponta a família como uma escola de comunicação feita de bênção. “Abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal”, escreve ele.

Novas tecnologias

O Pontífice adverte ainda para as novas tecnologias que podem se tornar uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar, de saturar todo o momento de silêncio. Também neste campo, escreve o Papa, os primeiros educadores são os pais. “Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.”

Francisco então conclui: “A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro”.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais é celebrado todos os anos na solenidade da Ascensão do Senhor, que este ano é no dia 17 de maio. (BF)

(from Vatican Radio)

Vida Humana Internacional

Oito testemunhos incrivelmente corajosos de mulheres que abortaram seus bebês.

(Tradução livre – Eduardo Storino)

Nancy Flanders

Lifesitenews.com

02 de dezembro de 2012

Como sociedade estamos constantemente somos bombardeados com a demagogia pró aborto que às vezes o aborto é necessário. Também escutamos mulheres arbortistas, como Cecile Richards, Presidente da Planned Perenthood – a organização mais abortista dos EE.UU – que disse que o aborto é  “correto” e deve ser feito. Sem embaraço, ainda que tenha que engolir suas emoções …!

O aborto mata um bebê e deixa a mãe vivendo o resto de sua vida com a certeza de que, ela acabou com a vida de uma criatura. Nada é mais doloroso do que reconhecer as palavras ditas por essas mães que fizeram aborto, e que são ignorados pela mídia.

A diferença diz Richards, é que essas mulheres não tem nada a ganhar por querer compartilhar suas histórias. Elas somente desejam poder ajudar a outras mulheres para que façam sua opção pela vida.

Lori Nerad, Ex presidente nacional de “Mulheres exploradas pelo Aborto”(1): “Duas semanas depois do aborto, começou a ter dores de parto, surpreendida, me dirigi ao banheiro em companhia de meu esposo e dei a luz parte de meu bebê que o médico tinha deixado dentro de mim. Era a cabeça de meu bebê… No meio da noite eu despertava, pensando que um bebê estava chorando. E constantemente tenho pesadelos nos quais me vejo forçada a ver meu bebê sendo destroçado na minha frente. Simplesmente estranho meu bebê. Constantemente eu desperto querendo amamentar o meu filho, sustentá-lo em meus braços… E isso é algo que o doutor nunca me disse que poderia chegar a experimentar.”

Abby Johnson, Fundadora da Organização “E Depois não Havia Nada”(2) : “Um dia, estando eu no meu automóvel, minha filha, assim do nada, me perguntou se algum dia ela poderia ver seus irmãos no Céu. Eu lhe perguntei o que queria dizer com isso… eu só perguntei com a esperança de que ela não se referisse aos dois abortos que eu havia feito.  Ela me disse que sabia que eu tinha  realizado dois abortos e que só queria saber se algum dia, poderia conhecer esses bebês. Nunca imaginei que  poderia transmitir este tipo de dor aos meus filhos. Quando realizei os abortos nunca imaginei que outras pessoas seriam afetadas. Na minha mente nunca pensei nos filhos que teria depois e tampouco pensei, como poderia explicar-lhes meus atos de egoísmo. Meus abortos permanecem em mim, desafortunadamente, também vive em meus filhos”.

Ashey Granger, Esposa, mãe e estudante de ecografia: “Agora que meu filho tem 4 anos, as vezes olho para o seu  rosto e me pergunto, quais poderiam ser as expressões de meu outro filho que eu poderia ter tido. Sempre sonho sustentando-o em meus braços, e me sobrepõe um sentimento de muita tristeza ao pensar que, tirei de meu filho o direito de ter um irmãozinho. Poderiam perguntar-me, por que não ter outro filho e dar um irmãozinho para ele? Bem , ficaria encantada, mas meu esposo e eu temos lutado contra a infertilidade durante dois anos e meio. Nunca, nem por um momento, sonhei ao menos que não poderia conceber quando eu bem desejasse. Cada noite meu precioso filho, ora a Deus por um irmãozinho e cada vez que escuto seu pedido, meu coração desmorona pensando no que fiz.  Já que o aborto não é um caminho fácil ou uma “solução” de um problema… mas, o aborto é o problema, já que deixa sequelas permanentes nas gerações futuras.

Catrina Fernández, escritora, humorista, católica de Patheos(3): “Matei dois de meus filhos, roubei de meus pais o privilégio de ser avós e de morte de os irmãos de meu filho. Esses abortos ocasionaram em mim uma patologia conhecida como cérvix incompetente, na qual resultou no nascimento prematuro de outro filho que morreu em 2001 depois de uma semana de luta na unidade de tratamento intensivo. O sofrimento de ter que levar comigo, e o que causei a outros é incomensurável e o sentido de culpa quase me tornou uma suicida. Sou covarde em todos os sentidos.”

Addie Morfoot, mãe e escritora: “Ross costumava a dizer-me que Annie é o anjo guardião de nosso filho, mas a ideia me assusta. Acaso desejo que o protetor do meu filho seja alguém a quem sua mãe desejou ter terminado com sua vida prematuramente? Ela tem que está enojada, decepcionada e ferida. Por isso guardo as imagens do ultrasson com a etiqueta “é uma menina,” que minha melhor amiga me enviou junto com o cartão de natal  para a árvore, gravado com a data de nascimento de Annie, que meus pais me ofereceram na semana que eu me dei conta que estava grávida, bem guardado em um closet longe do quarto de meu filho… Annie assim segue me perseguindo. Quando se aproxima da data que ela deveria nascer, ou quando nosso filho tem um tosse forte, ou com o nascimento da filhas de minha irmã – Penso em Annie. E uma vez ao ano em seu aniversário me permito chorar. Penso no que ela sentiria se soubesse que eu poderia sustenta-la em meus braços. E então quando digo a ela que por favor entenda que eu fiz crendo que era o melhor para meu filho.”

Beatrice Fedor, Membro da Campanha “Não Mais Silêncio”  “Atirei o meu bebê pelo vaso sanitário e foi horripilante. E não me ajudou a graduar-me. Isso acontece já há 19 anos e me lembro com se fosse hoje. Não tenho um diploma… Sete anos depois , voltei a ficar grávida. O pai tinha o dobro da minha idade e era um abusador. O aborto era a “solução” fácil para me “proteger” e “proteger” o bebê do abusador. Assim que me dirigi a uma “clínica” e num estado de grande ansiedade, me anestesiaram e dormi. Quando me despertei com sangue entre minhas pernas, rompi em prantos e me  sentia inconsolável. Me afundei mais na depressão e tinha pensamentos suicidas. O aborto prometia “libertar-me” das situações críticas e sem embaraço, quase me destruir. Mas há sempre esperança para aqueles que estão sofrendo a dor e é por eles que decidir que não podia mais guardar silêncio.”

Jewels Green, Ex funcionária de um centro de abortos e conferencista : “6 de janeiro de 1989, com 9 semanas e meia de gestação, fiz um aborto.  Quase me mata… Não o procedimento cirúrgico, mas a sequela psicológica. Por três vezes depois do aborto tentei suicidar-me e finalmente para poder recuperar-me, terminei passando um mês numa unidade psiquiátrica para adolescentes de um hospital da cidade… Depois de trabalhar numa unidade de autoclave tive pesadelos com bebês mortos que eram tão horripilantes, aterradoras e intensas que me reuni com a diretora da “clínica” para falar sobre o que estava se passando. Ela se mostrou muito compreensiva, aberta e honesta, mas dolorosamente franca e me disse “ o que fazemos aqui é simples e chamamos de finalizar vidas.”

Brice Griffin, Fundadora do Centro Charlote para Mulheres (4): “Outra siesta(depois do aborto). Estava com muita vontade de voltar a frequentar os bares. Nunca era suficiente o whisky em Washington, DC, eu aproveitava a noite e muitas noites seguidas. Quando despertei na manhã seguinte ao meu aborto, Brian  me perguntou,  como eu havia dormido? Eu falei “como um bebê”. Ele me perguntou “como uma assassina de bebê?”… Durante muitos meses depois disso, não me lembrava de nada, exceto. que queria morrer. A morte era a única válvula de escape sobre o abismo horroroso que se havia formado em minha alma. Mendigava terapia. Gritava pedindo ajuda. Mas somente dentro de mim, Como podia admitir o que eu havia feito? Assim que enterrei o problema, ninguém precisava sabê-lo. Ninguém mais necessitava de julgar-me tão severamente como eu mesma estava me julgando. Caminhei com dificuldade durante vários anos más, sentindo-me feliz às vezes a condenada em outras. Um dia eu estava correndo e escutando a uma homilia do Padre Larry Richards sobre a Confissão. Ele dizia(resolutamente): “Se você fez um aborto, confessa-o. “Seu filho está orando por te lá no Céu.” Senti uma pressão no peito seguido de soluços incontroláveis e corri para casa para conseguir uma hora para confessar-me com o meu querido padre. Dentro do confessionário, novamente meus soluços incontroláveis me acompanharam, com toda sinceridade achei que uma descarga elétrica me caíra em cima. Ali sentada compreendi que era culpada do mais grave pecado possível: assassinato. Meu querido sacerdote sorriu e entregando-me uma caixa de lenços de papel me disse: “Deus está feliz porque está aqui. Teus pecados serão perdoados, mas você necessita de cura”. Em seguida me informou sobre o Projeto Raquel, um ministério cujo objetivo é a cura e a reconciliação pós-aborto.  São Somente oito mulheres que tem compartilhado suas experiências sobre as consequências do aborto. Vidas inteiras de dor e arrependimento. Vidas inteiras suspirando pelo filho, que nunca poderiam sustentar entre seus braços. Datas que chegam e passam e que serão sempre recordadas como um ano mais de remorso. O aborto não é algo que uma pessoa faz num só dia. Dura toda a vida.

Notas d aVHI

  • Women Exploited by abortion(WEBA)
  • And Then there were none
  • Patheos é um blog em inglês de religião e espiritualidade
  • Charlote center for Women

 wwwvidahumana.org

 

(Tradução livre – Eduardo Storino)

Planned Parenthood realizou  327.653 abortos e recebeu mais de 528,000 mil dólares em dinheiro dos impostos, de acordo com o seu relatório anual para o último ano fiscal.

Isso representa um aumento de 487 abortos ao longo de 2012, quando a organização realizou 327.166 abortos e recebeu 540.600 mil dólares em receitas fiscais .

Durante o período coberto pelo relatório – julho de 2013 a 30 de junho de 2014 – os abortos foram responsáveis ​​por 94% dos seus serviços para as mulheres grávidas, de acordo com uma análise realizada pelo B. Lista Anthony Susan.

Enquanto isso, outros serviços prestados pela  Planned Parenthood para as mulheres – incluindo exames de câncer, os serviços de pré-natal, referências de adoção, e mesmo a contracepção – diminuiram durante o mesmo período, revelou o relatório.

Os cuidados com os pré-natais e de adoção  continuaram seu declínio constante. Os relatórios indicaram com referência a adoção, uma queda de 14% em relação ao ano anterior. Seus escritórios prestaram serviços de pré-natal para apenas 18.684 mulheres.

A Planned Parenthood realizou mais de 17 abortos para cada mulher que ajudou com os serviços de pré-natal.

“A taxa de aborto pode estar em declínio em toda a América, mas não em clínicas da Planned Parenthood. Seu mais recente relatório anual demonstra com novas evidências de que Planned Parenthood permanece, uma empresa com fins lucrativos centrada no aborto “, disse Lista SBA presidente Marjorie Dannenfelser. “Enquanto isso, as suas exibições já limitados de câncer, os serviços de pré-natal, referências de adoção – e até mesmo serviços de contracepção – continuam a cair.”

Mais de um milhão de abortos nos últimos três anos ajudaram lucros a subir. Planned Parenthood fez US $ 127 milhões em lucro durante o último ano fiscal 2013-14. Seus ativos líquidos totais superam a US $ 1,4 bilhão.

Os 528,4 milhões dólares em financiamento de contribuintes norte-americanos foram responsáveis ​​por 41% do seu orçamento de 1,3 bilhões dólares.

“Durante décadas, a Planned Parenthood operou a máquina de matar mais eficiente nos Estados Unidos”, disse Douglas R. Scott, Jr., presidente da  Life Decisions International (LDI , com sede em Front Royal, Virginia. “E a máquina continua a ser afinada pelos contribuintes norte-americanos.”

A LDI anunciou que 313 corporações optaram por acabar com o respectivo financiamento da Planned Parenthood, privando a organização de US $ 42 milhões em receita.

Planned Parenthood afirmou durante o ano passado ter visto um aumento de 91% no uso de DIU e implantes, formas de “contracepção” reversível de ação prolongada que são abortivos.

https://www.lifesitenews.com/news/planned-parenthood-performed-327653-abortions-and-received-more-than-528-mi

Papa à Cúria: Catálogo de possíveis doenças.

Cidade do Vaticano (RV) – “A Cúria é chamada a melhorar-se sempre e a crescer em comunhão, santidade e sabedoria para realizar plenamente a sua missão”: Foi o que disse na manhã desta segunda-feira (22), o Papa Francisco no discurso à Cúria Romana por ocasião dos tradicionais votos de Feliz Natal. “Também ela, como todo corpo, está exposta às doenças, ao mau funcionamento, à enfermidade”.

O Papa quis então mencionar algumas dessas prováveis doenças: são doenças habituais na nossa vida de Cúria, disse, acrescentando: “são doenças e tentações que enfraquecem o nosso serviço ao Senhor. Ajudar-nos-á o catálogo das doenças – seguindo o caminho dosPadres do deserto, que faziam esses catálogos – do qual falamos hoje, a nos preparar para o Sacramento da reconciliação, que será um bonito passo de todos nós para nos prepararmos para o Natal”.

Depois de agradecer a Deus pelo ano que está terminando, pelos eventos vividos e por todo o bem que Ele quis generosamente realizar através do serviço da Santa Sé, o Papa Francisco pediu perdão a Deus pelas faltas cometidas “em pensamentos, palavras, obras e omissões”. O Pontífice fez então um elenco das doenças iniciando pela doença do sentir-se “imortal”, “imune” ou até mesmo “indispensável”, descuidando dos necessários e habituais controles.

Uma Cúria que não faz “autocrítica”, que não se atualiza – disse o Papa – que não procura se melhorar é um corpo doente. Uma visita aos cemitérios nos poderia ajudar a ver os nomes de tantas pessoas, que talvez pensassem serem imortais, imunes e indispensáveis! É a doença do rico insensato do Evangelho que pensava viver eternamente, e também daqueles que se transformam em padrões e se sentem superiores a todos e não ao serviço de todos. Disso deriva a patologia do poder, do “complexo dos Eleitos”.

Em seguida o Papa falou de outra doença, a doença do “martalismo” (que vem de Marta), da excessiva laboriosidade: ou seja daqueles que se afundam no trabalho, descuidando, inevitavelmente, “a parte melhor”: sentar-se aos pés de Cristo. O tempo de repouso, para quem terminou a sua missão, – aconselhou o Papa – é necessário, devido e deve ser vivido seriamente.

Há também a doença da “petrificação” mental e espiritual: ou seja daqueles que possuem um coração de pedra e uma “pescoço duro”; daqueles que, ao longo da estrada perdem a serenidade interior, a vivacidade e a audácia e se escondem nos papéis tornando-se “maquinas de documentos” e não “homens de Deus”. É a doença daqueles que perdem “os sentimentos de Jesus”, porque os seus corações, com o passar do tempo, se endurecem se tornam incapaz de amar de modo incondicional o Pai e o próximo.

Tem também a doença do excessivo planejamento e do funcionalismo. Quando o apóstolo planeja tudo minunciosamente e acredita que está fazendo um perfeito planejamento das coisas, de fato progridem, tornando-se assim um contabilista ou contador. Preparar bem é necessário mas sem cair na tentação de querer fechar e pilotar a liberdade do Espírito Santo que é sempre maior e mais generosa de qualquer humano planejamento. Cai-se nesta doença porque “é sempre mais fácil e cômodo apoiar-se nas próprias posições estáticas e imutáveis”.

Outra doença – destacou o Papa Francisco – é a doença da má coordenação: quando os membros perdem a comunhão entre eles e o corpo perde a sua harmoniosa funcionalidade e temperança, tornando-se uma orquestra que produz rumor porque os seus membros não colaboram e não vivem o espírito de comunhão e de grupo. Quando os pés dizem ao braço “não tenho necessidade de você”, ou a mão à cabeça “eu comando”, causando assim problemas e escândalo.

Há também a doença do Alzheimer espiritual: ou seja, esquecer a “história da Salvação”, da história pessoal com o Senhor, do “primeiro amor”. Trata-se de um declínio progressivo das faculdades espirituais que em certo intervalo de tempo causa graves deficiências à pessoa tornando-a incapaz de realizar atividades autônomas, vivendo em um estado de absoluta dependência de seus horizontes frequentemente imaginários.

A doença da rivalidade e da vanglória: quando a aparência, as cores das vestes e as insígnias de honra tornam-se o principal objetivo de vida, esquecendo-se das palavras de São Paulo: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo”. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada um também para o que é dos outros. É a doença que nos leva a sermos homens e mulheres falsos e viver um falso “misticismo” e um falso “quietismo”.

A doença da esquizofrenia existencial: é a doença de quem vive uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do progressivo vazio espiritual que láureas ou títulos acadêmicos não podem preencher. Uma doença, que atinge frequentemente aqueles que, abandonando o serviço pastoral, limitam-se aos afazeres  burocráticos, perdendo assim o contato com a realidade, com as pessoas reais. Criam assim um mundo paralelo, onde colocam de lado tudo o que ensinam de modo severo aos outros e iniciam a viver uma vida oculta e muitas vezes dissoluta. A conversão é urgente e indispensável para esta doença muito grave.

A doença das fofocas, das conversas fiadas e mexericos: desta doença já falei muitas vezes, mas nunca o suficiente: é uma doença grave que começa simplesmente, talvez por causa de uma conversa fiada e toma conta da pessoa tornando-a “semeadora de discórdia” (como Satanás), e em muitos casos “assassino a sangue frio” da fama dos próprios colegas e coirmãos. É a doença de pessoas covardes que não tendo a coragem de falar diretamente falam pelas costas. São Paulo nos adverte: “Fazei todas as coisas sem murmurações, para serem irrepreensíveis e puros”. Irmãos, vamos tomar cuidado do terrorismo das fofocas!

A doença de divinizar os chefes: é a doença dos que estão cortejando os Superiores, na esperança de obter a sua benevolência. São vítimas do carreirismo e do oportunismo, honram as pessoas e não Deus (cfr Mt 23: 8-12.). São pessoas que vivem o serviço pensando apenas no que elas desejam obter e não o que elas devem dar. Pessoas mesquinhas, infelizes e inspiradas somente pelo próprio fatal egoísmo. Esta doença também pode afetar os Superiores quando cortejando alguns de seus funcionários para obter a sua submissão, lealdade e dependência psicológica, mas o resultado final é uma verdadeira cumplicidade.

A doença da indiferença para com os outros: quando cada um pensa só em si mesmo e perde a sinceridade e o calor das relações humanas. Quando o mais experiente não coloca o seu conhecimento ao serviço dos colegas menos experientes. Quando se toma conhecimento de algo e você mantém só para si, em vez de compartilhá-lo com outras pessoas de forma positiva. Quando, por ciúmes ou dolo, sente alegria em ver o outro cair em vez de levantá-lo e incentivá-lo.

A doença de rosto de funeral: ou seja, das pessoas rudes e carrancudas, que consideram que para ser sérias é necessário pintar o rosto de melancolia, de severidade e tratar os outros – especialmente aquelas consideradas inferiores – com rigidez, dureza e arrogância. Na realidade, a severidade teatral e o pessimismo estéril são muitas vezes sintomas de medo e insegurança sobre si mesmo. O apóstolo deve se esforçar para ser uma pessoa educada, serena, entusiasmada e alegre, que transmite alegria onde quer que esteja. Um coração cheio de Deus é um coração feliz que irradia alegria e contagia todos os que estão ao seu redor. Portanto, não vamos perder esse espírito alegre, cheio de humor, e até mesmo auto-irônico, que nos torna pessoas amáveis, mesmo em situações difíceis.

A doença do acumular: quando o apóstolo procura preencher um vazio existencial em seu coração acumulando bens materiais, não por necessidade, mas apenas para se sentir seguro. Na verdade, nada de material poderemos levar conosco, porque “a mortalha não tem bolsos” e todos os nossos tesouros terrenos – mesmo se são presentes – nunca vão preencher esse vazio. Para essas pessoas, o Senhor repete: “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um infeliz, e miserável, e pobre, e cego, e nu; sê pois zeloso, e arrepende-te”. O acúmulo somente pesa e atrasa o caminho inexorável!

A doença dos círculos fechados: onde pertencer a um pequeno grupo torna-se mais forte do que pertencer ao Corpo e, em algumas situações, ao próprio Cristo. Também esta doença começa sempre com boas intenções, mas com o passar do tempo escraviza os membros tornando-se “um câncer” que ameaça a harmonia do Corpo e causa tanto mal – escândalos – especialmente aos nossos irmãos menores. A auto-destruição ou “fogo amigo” de soldados companheiros é o perigo mais insidioso. É o mal que atinge a partir de dentro e, como disse Cristo: “Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado”.

E a última: a doença do lucro mundano, dos exibicionismos: quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder, e o seu poder em uma mercadoria para obter lucros mundanos ou mais poderes. É a doença das pessoas que procuram insaciavelmente multiplicar poderes e para este fim são capazes de caluniar, de difamar e desacreditar os outros, até mesmo nos jornais e revistas. Naturalmente, para se exibir e se demonstrar mais capaz do que os outros. Também esta doença faz muito mal ao Corpo, porque leva as pessoas a justificarem o uso de todos os meios para alcançar tal objetivo, muitas vezes em nome da justiça e da transparência!

Irmãos, – concluiu no Papa – tais doenças e tais tentações são, naturalmente, um perigo para cada cristão e para cada cúria, comunidade, congregação, paróquia, movimento eclesial… etc. e podem afetar seja o indivíduo seja a comunidade.

É preciso esclarecer que somente o Espírito Santo – a alma do Corpo Místico de Cristo, como afirma o Credo Niceno Constantinopolitano: “Creio … no Espírito Santo, Senhor que dá a vida” – pode curar todas as doenças. É o Espírito Santo que sustenta todos os esforços sinceros de purificação e toda boa vontade de conversão. É Ele que nos fazer entender que cada membro participa da santificação do corpo e do seu enfraquecimento. Ele é o promotor da harmonia.

A cura é também o resultado da consciência da doença e da decisão pessoal e comunitária de curar-se, sobretudo com paciência e perseverança. (SP)

(from Vatican Radio)

Uma palavra de encorajamento e de esperança – (Continuação)

Uma palavra de encorajamento e de esperança

(Eduardo Storino – Tradução livre )

12-Que vos parece? Um homem possui cem ovelhas: uma delas se desgarra. Não deixa ele as noventa e nove na montanha, para ir buscar aquela que se desgarrou?

13-E se a encontra, sente mais júbilo do que pelas noventa e nove que não se desgarraram.

14-Assim é a vontade de vosso Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos.

“(Mat. 18: 12-14).

Tudo o que somos cristãos e acreditamos que a vida humana, temos de lutar com todas as nossas forças contra este grande matança de inocentes, que está acontecendo todos os dias no mundo, com a aprovação das autoridades e leis em muitos países, através da legalização do aborto.

Mas hoje eu quero abordar um aspecto bastante esquecido tudo que a realidade complexa e dirigir uma palavra de encorajamento e de esperança para mulheres que em um momento de inconsciência ou desespero ou movido Deus sabe em que circunstâncias, ou mesmo no pior casos de puro egoísmo, destruiu a vida da criança que ela carregava em seu ventre e, em seguida, pensa e sente em sua consciência o peso do remorso, que mergulha na amargura e frustração.

É esta mulher que muitas vezes arrasta seu pecado como um fardo, e que nos esquecemos tão facilmente, o que eu quero dizer hoje: acende-se uma luz a sua vida e de esperança, levantar os olhos para Deus, que é sempre misericordioso, sempre ama e perdoa todos os pecados e você terá redenção.

Tudo o que Ele requer de nós é o arrependimento. Mas não  um arrependimento desesperado como  Judas que o levou ao suicídio, mas o arrependimento como Pedro confiante de que o levou à conversão. Sim, sua vida ainda pode ser muito útil, pode fazer muito bem no mundo e, assim, sentir a alegria que surge depois de apertar as mãos que dela necessitam. É se arrepender se voltar para  Ele e dizer uma palavra, mas cheio de dor, de confiança, com o desejo de corrigir.

Saiba que todo o exemplo de Jesus no Evangelho, deve ser para nós, cristãos, a regra suprema de conduta. Ele estava sempre rodeado de pecadores, apesar do escândalo dos fariseus. Nunca justificava seu pecados, nem os  defendia  tranquilizando lhes com as palavras “não é importante, não se preocupe”. Pelo contrário, fez-lhes sentir a gravidade total do seu pecado, mas não para rejeitar ou a afundar, mas para levantá-los. Ele sempre ama e sempre perdoa dá a mão ao pecador que se aproxima dele, a exemplo disso,  é o tratamento respeitoso dado a mulher adúltera, quando acusadores  hipócritas a apedrejavam,  Jesus disse a ela.  “Vai em paz e não peques mais”, como agradavelmente se oferece como água pura e sua Graça para a mulher samaritana no poço de Jacó! Como complacência permite que a  pecadora Magdalena lave seus pés!   Na casa de Zaqueu ele percebe a intenção de arrependimento dele .Com  rapidez ouve o grito de arrependimento do ladrão na cruz e diz ” Hoje estarás comigo no Paraíso” para ele não existe pecado tão grande que não possa ser resgatado.

Assim também Ele te ama, mulher e quer restaurar sua vida. Talvez a melhor reparação seria salvar outras vidas,  e se o seu filho nunca nasceu, que ajude  outras crianças a nascer, porque você defendeu suas vidas e ajudou as mães. E se o seu filho não cresceu, ajude outras crianças a crescer, porque você viveu em uma atitude de caridade e de serviço para a criança indefesa.

E para aquelas outras mulheres que tenham cometido o pecado do aborto  e endurecidos seus corações,  e nem sequer sentiram  a dor do remorso; sua oração acompanhá-las, para que elas abram os olhos para a luz, a fim de que elas percebem o  penetrante e amoroso olhar de Cristo, de modo que elas possam ser salvas.

Mulher, você não queria ser mãe um dia, você ainda tem muito a fazer no mundo. Sua memória dolorosa é um estímulo para crescer a sua generosidade e dedicação aos outros. Talvez um dia, você está na vida eterna,porque não podemos estabelecer limites para a misericórdia de Deus– com que o filho que não conheça na terra e aos que por meios extraordinários e misteriosos também deu a graça e salvação.

Nota: Este artigo foi escrito por Monsenhor Eduardo Boza  Masvidal, Bispo de Los Teques, Venezuela

2014-12-22 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu no final da manhã desta segunda-feira(22/12), na Sala Paulo VI, os funcionários do Vaticano para as felicitações de Natal. É a primeira vez que um Pontífice realiza este gesto. Bergoglio escolheu a palavra “cuidar” para caracterizar o encontro, e comparou a Cúria a um Corpo, onde “os membros que parecem os mais fracos são os mais necessários”.

O Papa começou agradecendo aos funcionários – a maior parte formada por italianos, mas também aos  provenientes de outros países “que generosamente trabalham na Cúria, longe de sua pátria e de suas famílias, representando para a Cúria a face da catolicidade da Igreja” – para então convidar a um “frutuoso exame de consciência em preparação ao Santo Natal”, exortando todos a aproximarem-se “do Sacramento da Confissão com um espírito dócil, para receber a misericórdia do Senhor que bate à porta do nosso coração”.

Francisco nunca esquece dos mais simples e humildes e também neste seu segundo Natal passado em Roma quis “encontrar as pessoas que trabalham sem se mostrar e que são definidas ironicamente como “os ignorados, os invisíveis”, ou seja, “os jardineiros, os funcionários da limpeza, os ascensoristas, os porteiros, entre tantos outros”. “Graças aos vosso empenho cotidiano, a Cúria se expressa como um corpo vivo e em caminho, um verdadeiro mosaico rico de fragmentos diversos, necessários e complementares”.

Citando São Paulo quando fala do Corpo de Cristo, Francisco disse que os “membros do corpo que parecem mais fracos são os mais necessários. Pensemos aos olhos“, exemplificou, para então explicar do porque da escolha da palavra “cuidado, zelo”, para caracterizar o encontro. “Cuidar significa manifestar interesse diligente e premuroso, que compromete quer o nosso espírito que a nossa atividade, para com alguém ou alguma coisa”, e fez um paralelo com uma mãe que cuida do filho doente:

“Me vem em mente a imagem de uma mãe que cuida de seu filho doente, com total dedicação, considerando como sua, a dor de seu filho. Ela não olha nunca o relógio, não se lamenta nunca de não ter dormido toda uma noite, não deseja senão que vê-lo curado, custe o que custar”.

O Papa passou então à diversas exortações, começando pelo Natal, para que seja transformado em uma ocasião para “curar” toda ferida e todas as faltas:

“Vos exorto a cuidar de vossa vida espiritual, da vossa relação com Deus, porque esta é a coluna vertebral de tudo aquilo que fazemos e de tudo o que somos. Um cristão que não se alimenta com a oração, os  Sacramentos, a Palavra de Deus, inevitavelmente perde o vigor e seca”.

No mesmo sentido, Francisco exortou ao cuidado com as famílias, “dando aos vossos filhos e aos vossos caros não somente dinheiro, mas sobretudo tempo, atenção e amor”; cuidado na relação com os outros, fazendo boas-obras, “especialmente em relação aos mais necessitados”; no modo de falar, “purificando a língua das palavras ofensivas, das vulgaridades e da linguagem da decadência mundana”; nas feridas do coração, “com o óleo do perdão”; no trabalho, feito “com entusiasmo, humildade, competência, paixão e espírito de gratidão so Senhor”; assim como no cuidado com a “inveja, com a concupiscência, o ódio, os sentimentos negativos que destroem a nossa paz interior e nos transformam em pessoas destruídas e destrutivas”.

Francisco alertou também para o rancor, “que leva à vingança, ou para a preguiça, que leva à eutanásia existencial”; para o “apontar o dedo” que leva à soberba e do “lamentar-se continuamente”, o que leva ao desespero:

“Eu sei que algumas vezes, para garantir o lugar do trabalho, se fala dos outros, para defender-se. Eu entendo estas situações, mas o caminho não acaba bem. No final, seremos todos destruídos entre nós, e isto não, não serve. Antes, devemos pedir ao Senhor a sabedoria de saber morder a língua a tempo, para não dizer palavras injuriosas, que depois te deixam a boca amarga”.

O Papa exortou assim, a cuidarmos “dos mais fracos, dos anciãos, dos doentes, dos famintos, dos sem-teto e dos estrangeiros”. “Por isto seremos julgados”, avaliou.

E em relação ao Santo Natal, o Papa pediu que “não seja nunca uma festa de consumismo comercial, de aparência ou de presentes inúteis, ou mesmo de desperdícios supérfluos, que seja a festa da alegria de acolher o Senhor no presépio e no coração”.

Mas, o que se devemos cuidar mais? “Sobretudo a família”, indicou o Papa:

“A família é um tesouro, os filhos são um tesouro. Uma pergunta  que talvez os pais mais jovens poderiam se fazer: ‘Eu tenho tempo para brincar com os meus filhos, ou sempre estou ocupado, ocupada, e não tenho tempo para os filhos?’. Vos deixo esta pergunta. Brincar com os filhos, é tão bonito. Isto é semear o futuro”.

“Imaginemos como mudaria o nosso mundo se cada um de nós iniciasse logo, aqui, a cuidar-se seriamente e a cuidar generosamente da própria relação com Deus e com o próximo – disse o Papa – se colocássemos em prática a regra de ouro do Evangelho, proposta por Jesus no Sermão da Montanha: “Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei também vós a eles: esta, de fato, é a Lei e os Profetas”.

O Papa explicou então o que é o verdadeiro Natal:

“A festa da pobreza de Cristo que aniquilou-se a si mesmo assumindo a natureza de escravo; de Deus que serve à mesa; de Deus que se esconde aos inteligentes e aos sábios e que se revela aos pequenos, aos simples e aos pobres; do Filho que não veio para ser servido, mas para servir e para dar a sua vida como preço de resgate para muitos”.

Ao final, o Papa saúda os presentes, com um pedido de perdão:

“Não quero acabar estas palavras de felicitações sem vos pedir perdão pelas faltas, minhas e de meus colaboradores, e também por alguns escândalos, que fazem tão mal. Perdoem-me”.

Governo do PT cumpre a promessa e cria a “cartilha do aborto”

Ivanaldo Santos

No mês de junho de 2012 a grande mídia noticiou que o governo, na gestão da presidente Dilma Roussef (PT), pretendia criar uma espécie de “Kit Aborto”, ou seja, um conjunto formado por remédios e uma cartilha que, em tese, orientariam a mulher que pretende abortar a cometer um aborto de forma “segura”, como se houvesse algum tipo de aborto que seja realmente seguro. Apesar de, no Brasil, ser crime a prática do aborto, o governo do PT afirmou, na época, que tudo não passava de um projeto e que, na verdade, o que se tencionava era fazer uma “política de redução de riscos” sobre o aborto.

O ano de 2012 passou e o assunto parecia esquecido. O governo, o Ministério da Saúde e outros órgãos afins, não consultaram a população sobre o tal “Kit Aborto” e nem houve uma “consulta as bases” para saber o que a maioria da população brasileira pensa sobre esse projeto. Vale lembrar que constitucionalmente o Brasil é uma democracia e não uma ditadura socialista ou um regime de tecnocratas. Até o dia de hoje, no Brasil a população ainda precisa ser consultada.

No entanto, para espanto, no final de 2012 o Ministério da Saúde lançou a cartilha “Protocolo Misoprostol”, com instruções para o uso desse medicamento abortivo, mais conhecido pela marca Cytotec, cuja comercialização é proibida no Brasil. O responsável pela publicação é o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas da Secretaria de Atenção à Saúde e o texto também se encontra disponível na Biblioteca Virtual do Ministério.

Segundo o próprio texto da cartilha, o “Protocolo Misoprostol” tem por objetivo a “utilização de Misoprostol em Obstetrí­cia, em linguagem técnica, dirigido a profissio­nais de saúde em serviços especializados, para agilizar os procedimentos e atendimentos, o que resultará certamente, em benefícios à saú­de da mulher” (BRASIL, 2012, p. 2). Apesar desse objetivo aparentemente “científico” a referida cartilha destina-se ao “esvaziamento uterino” (BRASIL, 2012, p. 3), ou seja, o verdadeiro objetivo da cartilha é a promoção e realização do aborto.

Na página 7 da cartilha se ensina detalhadamente a usar o medicamento abortivo Cytotec, que é proibido no Brasil. Vejamos o que diz essa página:

1ª opção: Misoprostol – 4 comprimidos de 200mcg (800mcg) via vaginal a cada 12 ho­ras (3 doses-0,12 e 24 horas).

2ª opção: Misoprostol – 2 comprimidos de 200mcg (400mcg) via vaginal a cada 8 horas (3 doses-0,8 e 16 horas).

Diante da cartilha publicada pelo Ministério da Saúde, realizam-se cinco observações.

Primeira, o governo do PT está cumprindo a promessa que fez em junho de 2012, ou seja, de criar um conjunto de ações para promover o aborto. Entre essas ações estão a distribuição de uma cartilha que ensina e promove a prática do aborto. A situação é parecida com aquela situação pitoresca dos campos de futebol brasileiros, quando o “dono da bola”, por algum motivo, se zanga e diz: “Vou levar a bola embora”. Ora, se ele levar a bola acaba o jogo. Todos pensam que é só brincadeira, mas para não ficar com fama de “medroso” o “dono da bola” pega a bola e, com isso, acaba o jogo. Outra situação é o chefe do crime em uma favela. Por algum motivo o rapaz se zanga e diz “Vou mandar tocar fogo em uns barracos”. Todo mundo pensa que é brincadeira, pois se ele fizer isso estará prejudicando muitas famílias. No entanto, para não ficar com fama de “medroso” ele chama os empregados e manda tocar foco em uns barracos. A mesma situação aconteceu com o governo do PT. Ele disse que ia fazer cartilha do aborto, uma espécie de “cartilha da morte”. Muita gente pensou que era só uma “brincadeira” de um governo que está louco para impor o aborto ao povo brasileiro, mas, quando menos se esperava, a cartilha pró-aborto foi publicada.

Segundo, no Brasil o Cytotec é proibido, justamente o remédio que o governo está incentivando com a cartilha “Protocolo Misoprostol”. Como a população vai confiar em um governo e, ao mesmo tempo, cumprir as leis, se o próprio governo promove o crime e, ainda por cima, publica cartilhas ensinando a como descumprir a Lei? Como é que a sociedade vai condenar a corrupção, os mensaleiros, o crime organizado, etc se o próprio governo é o primeiro a incentivar a prática de um delito criminal?

Terceiro, a cartilha “Protocolo Misoprostol” é um bom exemplo da democracia que anda sendo construída pelo governo do PT nos bastidores do poder. Trata-se de uma cartilha que foi feita em silêncio, quase uma “missão secreta”. A grande população nada soube. Onde anda aquele discurso do PT de “consulta as bases”? Parece que a tal “consulta as bases” só existe quando é para concordar com a ideologia do partido. Quando a população é contrária aos valores dessa ideologia, como é o caso do aborto, ela é sumariamente ignorada. Quando a população é contra aos valores ideológicos do PT a população é rotulada de “conservadora” e “fundamentalista” e, baseado nesse discurso, a democracia é simplesmente esquecida.

Quarto, onde está a presidente Dilma Rousseff (PT) que só se elegeu porque, entre outras coisas, prometeu que, em seu mandato, não haveria qualquer tentativa de patrocinar e legalizar o aborto? Pelo conteúdo da cartilha “Protocolo Misoprostol” o discurso da então candidata Dilma Rousseff (PT) era apenas discurso. Ao virar presidente, ela esqueceu o que prometeu.

Quinto, num país com tantos problemas sociais, não tinha outra coisa para o Ministério da Saúde investir os poucos recursos financeiros existentes? Só para se ter uma ideia dos problema do país, hoje em dia temos: 12 milhões de nordestinos que literalmente estão morrendo de sede, a transposição do rio São Francisco está parada (promessa do governo do PT), temos o caos nos hospitais públicos, temos enchentes no Sudeste, uma onda de violência urbana em São Paulo e uma geração de jovens que estão morrendo nas cracolândias. Com todos esses problemas o governo do PT não tinha outra coisa para investir o dinheiro público? Tinha realmente que criar uma “cartilha da morte”, uma cartilha que ensina a abortar?

Por fim, afirma-se que a situação é muito grave. De um lado, o governo do PT não está cumprindo a promessa de não tentar legalizar o aborto. Do outro lado, além de não cumprir o prometido, está usando o pouco dinheiro disponível não para resolver ou encaminhar os graves problemas sociais do país, mas para promover uma agenda de morte, uma agenda que incentiva o aborto. Para o atual governo incentivar e patrocinar o aborto é mais importante do que salvar pessoas que estão morrendo de sede no Nordeste ou os pacientes que estão abandonados nos hospitais públicos.

Fontes bibliográficas:

BRASIL. Protocolo Misoprostol. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

CRUZ, LUIZ CARLOS LODI. Do “Kit Gay” ao “Kit Aborto”: nova investida do governo Dilma para promover o aborto. In: Pró-Vida de Anápoles. Disponível em http://www.providaanapolis.org.br/kitaborto.htm. Acessado em 30/01/2013.

GOVERNO PREPARA CARTILHA PARA MULHER QUE DECIDE ABORTAR. In: Estadão, 07 de junho de 2012. Disponível em http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2012/06/07/governo-prepara-cartilha-para-mulher-que-decide-abortar.htm. Acessado em 12 de junho de 2012.

SANTOS, Ivanaldo. Governo do PT pretende criar o “kit Aborto”. In: Mídia Sem Mascara, 14 de junho de 2012.

SANTOS, Ivanaldo. O PT não esquece o aborto. In: Mídia Sem Mascara, 13 de fevereiro de 2012.

O que sofrem as mulheres sequestradas em nome do Corão(continuação)…

Os testemunhos foram recolhidos num informe elaborado pela Human Rights Watch, associação que entrevistou uma centena de fugitivos dos acampamentos do grupo ‘modelarmente fiel ao Corão’, no nordeste da Nigéria.

Mais de 500 mulheres, adultas e menores de idade, foram sequestradas desde 2009. O caso mais tristemente célebre aconteceu no início de 2014, quando foram raptadas quase 300 moças de um colégio cristão.

Boko Haram também usa as mulheres e adolescentes sequestradas como “bucha de canhão” nos combates, denunciou HRW. O relatório cita uma jovem de 19 anos que foi sequestrada e obrigada a participar de ataques dos adeptos do Corão.

“Eles me pediram para levar as munições e me deitar na grama enquanto lutavam. Eles vinham recarregar durante os combates”, contou a moça.

Ela recebeu ordem de degolar com uma faca um adversário capturado pelo Boko Haram. “Eu tremia de terror e não pude fazê-lo. Então a mulher do chefe do acampamento pegou a faca e o matou”, acrescentou.

Outra ex-refém contou que foi obrigada a cozinhar e limpar para outras mulheres, que recebiam tratamento preferencial “pela sua beleza”.

Outras denunciaram violações e violência física. Uma mulher garante ter sido ameaçada de morte com uma corda no pescoço até se “converter” ao Islã.

Uma moça de 15 anos alegou ser jovem demais para casar, e um dos comandantes lhe respondeu que sua filha de cinco anos fora desposada no ano anterior.

As jovens ficaram traumatizadas pelo que viram durante o sequestro, além de não terem recebido tratamento médico adequado.

Mais terrível ainda, elas sofreram porque eram cristãs. Mas no Ocidente, que pouco se interessa por essas pobres e indefesas vítimas do Corão, altos eclesiásticos ‘cristãos’ dialogantes e ecumênicos estendem as mãos aos carrascos que cometem essas atrocidades.

http://revculturalfamilia.blogspot.com.br/2014/12/o-que-sofrem-as-mulheres-sequestradas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+ValoresInegociveisRespeitoVidaFamliaEReligio+(Valores+inegoci%C3%A1veis:+respeito+%C3%A0+vida,+%C3%A0+fam%C3%ADlia+e+%C3%A0+religi%C3%A3o)

Deputados derrubam decreto pró-totalitarismo

 Dois dias após a sua reeleição, em 28 de outubro de 2014, Dilma sofreu uma duríssima derrota no Congresso Nacional. Os deputados aprovaram por votação simbólica o Projeto de Decreto Legislativo 1491, de 2014 (PDC 1491/2014), que susta a aplicação do Decreto 8243/2014, que institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS. O decreto derrubado é aquele com o qual Dilma pretendia criar uma infinidade de “conselhos” (“soviet” em russo) aparelhados por movimentos sociais aliados do governo (como o MST), tornando dispensável o Legislativo. Apenas o PT, o PCdoB, o PSOL e parte do PROS ficaram ao lado do governo; todos os demais partidos se uniram à oposição. A derrota foi muito humilhante para quem pensava que poderia instituir por decreto um regime totalitário.

Mais abortos

 O ano ainda não acabou, Dilma ainda não tomou posse do seu segundo mandato, mas o aborto não pode faltar. No dia 10 de novembro de 2014, o governo publicou no Diário Oficial da União uma portaria que inclui na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS um novo “procedimento” chamado: “Atendimento Multiprofissional para Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência Sexual e todos os seus atributos”[7]. Segundo a própria portaria, o procedimento “consiste em atendimento por equipe multiprofissional em serviço de referência para atenção integral às pessoas em situação de violência sexual, conforme disposições das Normas Técnicas e Linhas de cuidado do Ministério da Saúde”.

A referência às Normas Técnicas do Ministério da Saúde dissipa qualquer dúvida, uma vez que, ao falarem da violência sexual, elas concentram toda a sua atenção na prática do aborto. Eis novamente o PT usando as verbas públicas para a difusão da cultura da morte.

Anápolis, 15 de novembro de 2014.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

XIV ASSEMBLEIA ARQUIDIOCESANA DE PASTORAL FAMILIAR

  Conforme planejamento arquidiocesano, realizou-se nos dias 29 e 30 de novembro, a XIV Assembléia Arquidiocesana de Pastoral Familiar. Compareceram 26 paróquias, num total de 150 pessoas. O evento teve como sede a Paróquia dos Santos Reis e revestiu-se de completo êxito. O ponto alto foi o lançamento da Cartilha da Defesa da Vida e a proposta para formação de equipes de Defesa da Vida na Paróquia e o Momento de Espiritualidade promovido pelos adolescentes do Encontro de Adolescentes com Cristo daquela Paróquia. O roteiro abaixo foi seguido como  proposto.

 TEMA:  FAMÍLIA, TRANSMISSORA DA FÉ

LEMA: ANUNCIAI O EVANGELHO COM OUSADIA E CORAGEM

Data: 29 e 30.11.2014Local:

Salão paroquial Paróquia SANTOS REIS

29.11 – Sábado

07:30 – Acolhida (crachás – café)

08:00 – Abertura – Boas Vindas

08:20 – Oração da manhã

08:40 – 1º tema: FAMÍLIA, TRANSMISSORA DA FÉ –( Dom José Alberto ) e lançamento da Cartilha

09:40 –  Apresentação dos participantes

10:00 – Café

10:20 – 2º Tema: DIÁLOGO COM OS FILHOS NA CULTURA ATUAL (Irineu e Marina)

11:10 – Trabalho de grupo para estudo da Cartilha da Def. da vida (inclusive jovens)

12:30 – Almoço

13:30 – Plenário (com cartazes)

13:50 – Notícia do congresso – (Messias e Rosângela /Mauro e Stela )(vídeo ou data show)

14:10  – Informe : SÍNODO DA FAMÍLIA – (Monsenhor Alencar)

14:40 – Reunião das paróquias para discutir como implantar a equipe da Def. da Vida

15:30 – Lanche

16:00 – Comunicação das Paróquias sobre o resultado da reunião  anterior (plenário)

16:30 – 4º tema: A IMPORTÂNCIA DA ORGANICIDADE NA PASTORAL FAMILIAR  (Rita de Cássia)

17:30 – Momento de espiritualidade ( EAC)

18:00 – Encerramento

30.11 – DOMINGO

07:00 – Missa ( no local ou na Igreja)

08:30 – Café

09:00 – Reflexão com vídeo motivacional e apresentação do resultado dos cartazes

10:00 – 5º tema:  ANUNCIAI O EVANGELHO COM OUSADIA E CORAGEM (Padre Reginaldo)

11:30 – Avisos- propostas e entrega do Planejamento

12:00 – Oração, encerramento  e almoço

“A própria preparação desta assembleia ( sínodo), a partir das respostas ao questionário enviado às Igrejas do mundo inteiro, nos permitiu escutar a voz de tantas experiências familiares… Cristo quis que a sua Igreja fosse uma casa com a porta sempre aberta na acolhida, sem excluir ninguém.”

 (Mensagem da conclusão do Sínodo)

Os participantes apresentaram cartazes com levantamento quantitativo das atividades realizadas durante o ano de 2014, tendo sido apresentado o resultado da soma  através de data show, ao final do evento. O resultado final das 26 paróquias foi:

PRÉ-MATRIMONIAL

Adolescentes que participaram do EAC…………………….. 1.043

Jovens que participaram do MAC……………………………..     233

Jovens que participaram dos ENC.JOVENS……………….    510

Namorados que participaram do ENFIR………………………    98

Noivos preparados……………………………………………………   622

PÓS-MATRIMONIAL

Recém-casados……………………………………………………………..  135

Pais……………………………………………………………………………..   756

ECC 1ª etapa……………………………………………………………….    273

ECC 2ª etapa………………………………………………………………       95

ECC 3ª etapa……………………………………………………………….      26

CASOS ESPECIAIS

Uniões consensuais……………………………………………………..    220

Encontro com Cristo – EC …………………………………………        75

(casamentos comunitários)…………………………………………       15

Formação de agentes……………………………………………………    293

Ao final, foi distribuído aos participantes o planejamento de atividades para o ano de 2015.

Montes Claros, 02 de dezembro de 2014.

MARCHA PELA VIDA PEDE AGILIDADE NA APROVAÇÃO DO ESTATUTO DO NASCITURO

A 7ª edição da Marcha Nacional da Cidadania pela Vida reuniu mais de 5 mil participantes,  na terça-feira, 4,  em Brasília (DF). O evento contou com o apoio de diversas entidades civis e religiosas, entre elas a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Federação Espírita Brasileira (FEB) e Fórum Nacional de Ação Social e Política (Fenasp). Trata-se de uma iniciativa da sociedade civil com a finalidade lutar contra a legalização do aborto  no Brasil.

Com cartazes, faixas e bandeirinhas nas mãos, uma multidão marchou pedindo agilidade das autoridades na aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007). Famílias, jovens e crianças participaram da Marcha que teve início na Torre de TV, no Eixo Monumental, e passou em frente da rodoviária, museu nacional, catedral metropolitana, ministérios, com concentração final no gramado da Câmara e Senado Federal.

O assessor nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, padre Rafael Fornasier, participou da 7ª Marcha. Segundo o presbítero,  o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto apoia o Projeto de Lei 748, pela garantia dos direitos do nascituro.

“A Marcha vem conscientizando toda a população a não aceitar o aborto como uma solução para certos problemas da vida familiar e da vida da mulher. Queremos juntos mostrar que há outros caminhos para ajudar aquelas pessoas que estão em situações difíceis, como a de uma gravidez não desejada; e assim evitar o aborto que nunca é uma solução”, pontua padre Rafael.

Os esforços do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto visam impedir a aprovação do projeto de lei nº 236/2012, que tramita no Senado Federal, e que propõe a legalização do aborto até a 12ª Semana de Gestação e reforma do Código Penal, em defesa da vida desde a concepção.

http://www.cnbb.org.br/comissoes-episcopais-1/vida-e-familia/15287-7-marcha-pela-vida-pede-agilidade-na-aprovacao-do-estatuto-do-nascituro

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BILL GATES: O ABORTO REMOTO. Fontes: Life Site, 07/14/21. Por Juan C. Sanahuja

Com financiamento do Bill Gates, começou a fase final de preparação para colocar no mercado em 2018 um chip anticoncepcional, desenvolvido por microchips Lexington, Massachusetts. O dispositivo começará testes pré-clínicos no próximo ano nos Estados Unidos.

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts Technology Review diz que o implante, se aprovado, tornaria possível para as mulheres para ligá-lo ou desligado por meio de um controle remoto. O chip implantado contém levonorgestrel, o mesmo medicamento que contém o Plano B One-Step e muitos outros produtos químicos contracepção de emergência (aborto químico). A revista alerta para a possibilidade de que o dispositivo pode ser operado por terceiros, independentemente da vontade da mulher.

CBS News disse: “A Fundação Bill e Melinda Gates comprometeu fundos para um teste pré-clínico de um microchip controlado pelo usuário, o que pode efetivamente evitar uma gravidez indesejada, de 16 anos, o método de controle de natalidade poderia ir futurista. mercado em 2018 ”

A idéia dispositivo originou há dois anos, em uma visita ao laboratório de Bill Gates Robert Langer, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Portas pediu Langer para criar um método anticoncepcional que as mulheres podem ligar e desligar, e usar por muitos anos.

Transhumanism

O “contracepção remoto” seria um passo em que Gates e seus asseclas consiguieran impor seu credo eugênico. A eugenia pretende ganhar, saudável, pessoas inteligentes mais fortes ou particular, grupo étnico ou social, para o qual promove direta ou indiretamente não procriação daqueles que não possuem essas qualidades, chegando a considerar a sua aplicação como uma vantagem em poupar recursos financeiros para os países.

Enquanto isso seria um passo na execução de humano aumentada (H +) do transumanismo. Transumanismo é um conceito filosófico, tanto como um movimento intelectual internacional que suporta o uso de novas ciências e tecnologias para melhorar as habilidades físicas e mentais, a fim de corrigir o que considera aspectos indesejáveis ​​e desnecessários da condição humana, como o sofrimento, doença, envelhecimento ou, mesmo em última análise, a mortalidade. FIN, 28/07/14

Eles podem ser encontrados:

-A contraceptiva Implant com controle remoto

-Gates Fundação Empurra Controle Populacional por contraceptiva Controle Remoto Financiamento Creepy Chip

Fundação -Gates deu US $ 117 milhões para as duas maiores empresas de aborto

Nem Melinda Gates e sua fundação mudou nada

Bill Gates ¿filantropo mercador da morte? (II)

Bill Gates eo preservativo do século XXI

-USA: Governo Mundial e da identidade católica

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Obama insiste na exportação de homossexualidade, mesmo que os países africanos estão relutantes

Em 5 e 6 de Agosto realizou-se em Washington, nos Estados Unidos e os líderes africanos da Cúpula. Nem o surto de Ebola e a crise atual do terrorista Boko Haram na Nigéria, impediu o presidente Barack Obama e o vice-presidente Joe Biden levantar a questão da homossexualidade, utilizando preocupações econômicas para incentivar os líderes africanos a se expandir proteções legais e privilégios para os homossexuais, que pedem a aceitação cultural da homossexualidade.

Obama e Biden concordou insistem que os países africanos precisam se tornar mais gay friendly, se eles querem atrair mais ajuda e investimento das nações ocidentais.

Homossexuais querem mais interferência

Shawn Gaylord, o grupo Human Rights First, ativista homossexual, elogiou a administração de Obama, mas lamentou que as questões relativas à LGBT foram tratados em reuniões paralelas “, por isso é mais decepcionante que a Casa Branca optou por manter estes questões nos eventos paralelos, e da sociedade civil e defensores dos direitos humanos excluídos de reuniões na Casa Branca com o presidente da e investidores corporativos “.

No entanto, Ned Price, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, insistiu que o governo Obama está empenhado em promover os direitos dos homossexuais no exterior. “A administração Obama tem falado muito com os nossos parceiros, apoio aos direitos humanos universais e liberdades fundamentais para todos, incluindo gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros da África”, disse Price em um comunicado.

Lembre-se que em meados de 2013, durante sua viagem à África, Obama ofendeu vários chefes de Estado denunciar publicamente seus países leis contra a conduta homossexual.
Prevalecem sobre as leis de Uganda

O Tribunal Constitucional da Uganda decidiu que as leis contra a atividade homossexual agressiva são inconstitucionais.

A lei foi anulada por razões processuais, o tribunal determinou que tinha sido aprovada sem o número necessário de deputados no parlamento. Mas o Tribunal Constitucional é o mais alto tribunal de Uganda e do Procurador-Geral afirmou que vai recorrer da decisão para o Supremo Tribunal. Ao mesmo tempo, o Parlamento de Uganda poderia voltar a punir a regra com o número necessário de deputados presentes.

A lei exigia penas de prisão mais longas, entre outras coisas, por infectar deliberadamente outra pessoa com o vírus da Aids e do estupro de um menor. Comentaristas ocidentais têm espalhado o boato de que os gays foram presos simplesmente por ser assim.

A verdade é que a pressão internacional contra o Uganda por causa da regra foi intensa. Os países doadores, incluindo os Estados Unidos, recentemente congelou $ 120 milhões em subsídios para protestar contra a lei, e isso apesar do fato de que Uganda é um dos principais aliados militares dos Estados Unidos na região contra os terroristas islâmicos no Sudão sul da Somália e na República Centro Africano.

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Dever familiar

Pais idosos podem processar filhos por abandono na China

Entrou em vigor nesta segunda-feira (1º/7), na China, uma lei que obriga os filhos a visitarem os pais idosos regularmente. Se houver falha, os pais podem entrar na Justiça contra os “filhos desnaturados”, de acordo com o Shanghai Daily. A notícia foi repercutida por todos os jornais americanos.
A nova lei, aprovada pelo Congresso Nacional do Povo da China, institucionaliza o que já ocorre na prática. Muitos idosos chineses já processam seus filhos por “abandono”, dizem os jornais. No processo, os pais demandam “apoio emocional”. Normalmente, os casos terminam em acordo entre os pais e os filhos, sob a supervisão da Justiça, e nenhuma pena é aplicada.
“Membros da família que vivem longe de seus pais devem visitá-los ou pelo menos manter contatos com frequência”, diz a lei, que ninguém sabe como será executada.
Nesse ponto, é uma lei sui generis: ela não foi feita para ser executada pelas autoridades, diz o professor de Direito da Universidade de Shandong, Xiao Jinming, que ajudou a escrever seu texto. “Seu principal objetivo é despertar a conscientização dos chineses para a questão. Ela foi criada para enfatizar o direito das pessoas idosas ao suporte emocional”, ele explicou.
Aliás, a lei é intencionalmente vaga. Não define a regularidade mínima de visitas, nem estabelece penas para os filhos que não a cumprirem. A intenção é apenas deixar claro para os filhos chineses que o que sempre foi uma tradição na China, agora é lei: os filhos têm de cuidar dos pais envelhecidos.
Muitos chineses entrevistados pelo jornal South Chi na Morning Post consideram que não se pode regular questões morais através de lei. Eles acreditam que “moralidade é uma coisa que não se impõe por lei”, diz o jornal.
A obrigatoriedade dos filhos manterem contatos com os pais é uma abertura da lei para os filhos que moram longe, especialmente para os milhões de migrantes chineses que vivem em regiões distantes ou mesmo em outros países. Também não há como obrigar os filhos a fazer isso. É apenas um “lembrete” para conscientizar as pessoas de que não dar atenção para os pais, além de imoral, é ilegal.
Os idosos chineses ficaram felizes com a lei, dizem os jornais. A chinesa Wang Yi disse ao Shanghai Daily que a lei “é melhor do que nada”. Seus dois filhos vivem a muitos quilômetros de distância de sua casa e só a visitam uma vez por ano, na reunião anual da família. “Quem sabe, agora, eu vou vê-los pelo menos duas vezes por ano”, ela disse.
Por trás das “boas intenções” da lei, também há uma preocupação do governo chinês com um problema social que não quer enfrentar sozinho. Segundo o ministro de Assuntos Civis da China, em 2012, 14,3% da população chinesa tinha mais de 60 anos. São quase 194 milhões de pessoas. Até 2020, esse percentual subirá para 17,1%.
O Comitê Nacional dos Idosos da China prevê que, até 2053, 35% da população será de idosos — cerca de 487 milhões de pessoas. Isso é uma decorrência do aumento de expectativa de vida na China, nas últimas cinco décadas, de 43 anos para 73 anos. E também uma consequência da política chinesa de planejamento familiar que limita a quantidade de filhos da maioria das famílias urbanas a uma criança.
João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

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RELATÓRIO SOBRE A FORMAÇÃO PARA O PRÉ-MATRIMONIAL

             Em 20 de julho de 2014 realizou-se um encontro de formação de agentes do Setor Centro, para o Pré-matrimonial, com ênfase na Preparação para o matrimônio. Houve grande participação de 16 paróquias e o encontro mostrou-se bastante proveitoso.

Esse encontro aconteceu no salão da Paróquia Rosa Mística, que acolheu as demais paróquias e foi questionado em trabalho de grupo as forças favoráveis e contrárias para a preparação para o matrimônio em nossa Arquidiocese e ainda quais os desafios encontrados pelos agentes.

            O resultado é o que segue abaixo:

1)FORÇAS FAVORÁVEIS:

A base familiar / testemunho da família

A preparação remota ( crisma, EAC, Mac, Encontros de namorados)

Experiência e preparação do agente

Apoio do Pároco

Formações para os agentes

Interesse e disponibilidade dos noivos

Entusiasmo, empenho e dedicação dos agentes ao assumirem a missão

Obrigatoriedade

2) FORÇAS CONTRÁRIAS

Resistência de um dos noivos

Falta de disponibilidade e/ou de religiosidade

Comodismo

Preparação relâmpago em outras cidades e até em outras paróquias

Falta de organização em algumas paróquias

Falta de divulgação (cartazes, avisos, etc.)

A desvalorização da família através da mídia

Indiferença do pároco

Paróquias que não seguem as normas propostas

Paróquias que não participam das formações

3)DESAFIOS

Noivos de religiões diferentes

Noivos que trabalham em cidades diferentes

Gravidez próxima ao casamento

Mau atendimento e pouco acolhimento de algumas secretárias

Falta de tempo dos noivos

Novos conceitos de família na sociedade atual

Falta de agentes preparados

Valores familiares que estão se perdendo no tempo

Montes Claros, 21 de julho de 2014

Vejam as fotos do evento a seguir:

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É moeda corrente que desde a ascensão do aiatolá Khomeini no Irã em 1979 e a imposição da Sharia (lei islâmica que pune com a morte os que fogem do Islã), o catolicismo entrou em vias de extinção.

Porém, essa moeda é falsa, e o fato é que nesse país as conversões ao cristianismo vêm crescendo vertiginosamente, informou o site “Religión en Libertad”.

Isto acontece num regime de perseguição sob o qual líderes e fiéis cristãos são encarcerados em prisões de segurança máxima e torturados pelo mero fato de se tornarem seguidores de Jesus Cristo.

Recente relatório da ONU concluiu que a perseguição aos cristãos no Irã atingiu níveis em precedentes.

Aiatolás líderes do Conselho Supremo da Revolução Cultural Islâmica declararam que os ocidentais (leia-se cristãos ) são uma tropa de animais, em concordância com o Corão (5:59-60), que qualifica judeus e cristãos de descendentes de macacos e de porcos, respectivamente.
Aiatolás pregam que o cristianismo é uma religião de doentes mentais, e o tratamento da República islâmica para essa doença é, segundo os doutores corânicos, a execução.

Antes da Revolução Islâmica de 1979, o número dos cristãos no Irã era minúsculo.

Mas hoje o cristianismo está crescendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo: 19,6% por ano.

Todd Nettleton, diretor da associação ‘Voz dos Mártires’, diz que está “crescendo num ritmo absolutamente fenomenal”.
“Fazemos um apelo a todos os clérigos islâmicos para que abandonem questões civis e políticas e voltem às mesquitas. Temos que repor nosso clero em suas funções porque a assistência às mesquitas vem diminuindo”.O reverso da medalha é que está havendo um colapso no número de iranianos que frequentam as mesquitas.
Em 2010, Mohammad Ali Ramin, vice-ministro de Orientação Islâmica e Cultura, reconheceu:

Pela sharia ou lei islâmica válida para sunitas e chitas, judeus e cristãos são cidadãos de segunda classe, que devem pagar um imposto punitivo; as igrejas têm que ser menos altas que as mesquitas, não podem tocar sinos ou exibir cruzes, nem realizar funerais ou cerimônias públicas.
Está proibido construir novas igrejas e os conversos ao cristianismo são considerados traidores do país e do Islã, crime que acarreta execução.

Porém, o doce atrativo da graça de Jesus Cristo está vencendo todos esses obstáculos que parecem concebidos no inferno.

http://revculturalfamilia.blogspot.com.br/2014/05/cristianismo-cresce-no-ira-apesar.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+ValoresInegociveisRespeitoVidaFamliaEReligio+(Valores+inegoci%C3%A1veis:+respeito+%C3%A0+vida,+%C3%A0+fam%C3%ADlia+e+%C3%A0+religi%C3%A3o)

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Calendário de Reuniões da Comissão Arquidiocesana
Local: Centro de Orientação – Horário 20:00 h
Data – ordinariamente todas as 1ªa terças-feiras de cada mês.
Fevereiro -13/02 – Mudança na coordenação
Março – 06/03
Abril – 01/04
Maio – 06/05
Junho – 03/06
Julho – 01/07
Agosto – 05/08
Setembro – 02/09
Outubro – 07/10
Novembro – 29 e30 – Assembleia
Dezembro – 07/12 – Confraternização

EVENTOS E CELEBRAÇÕES PARA 2014

Agosto Semana Nacional da Família 10 a 17/08/2014
Caminhada em Defesa da Família
Dia dos Pais 10/08/2014
Festa dos Pais 15/08/2014
Assembleia Arquidiocesana de Pastoral Familiar – 29 e 30 de novembro no Salão de Reuniões da Paróquia Santos Reis. Lançamento da Cartilha Defesa da Vida.
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MANHÃ DE FORMAÇÃO PARA COORDENADORES E COMISSÕES PAROQUIAIS

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José Maria e Valéria cuidando da espiritualidade da formação

José Maria e Valéria cuidando da espiritualidade da formação

Mauro e Estela

Mauro e Estela

Jarbas e Ana dirigindo a formação.

Jarbas e Ana dirigindo a formação.

formação PF 035

formação PF 034

Os círculos de estudos

Os círculos de estudos

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O local onde aconteceu a formação dos agentes

O local onde aconteceu a formação dos agentes

O Tema

O Tema

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A equipe de coordenação

A equipe de coordenação

A palestrante Elvira

A palestrante Elvira

O palestrante Storino

O palestrante Storino

A Ir. Ana representando o Pe. Ivan, ao centro.

A Ir. Ana representando o Pe. Ivan, ao centro.

Hora do cafezinho

Hora do cafezinho

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Os agentes em formação

Os agentes em formação

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Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

Trabalho de Grupo, definindo as prioridades.

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LEGIÃO DE MARIA
RÉGIA NOSSA SENHORA DA GLÓRIA

Aconteceu neste final de semana, 13/14 e 15/12/2013, o Encontro de todos os legionários de Montes Claros, Januária, São Francisco, Espinosa, Janaúba, Bocaiuva, Montezuma, entre outras cidades do Norte de Minas.
Neste encontro foram apresentadas todas as pastorais de Montes Claros aos(as) legionários(as), com a finalidade dar-lhes ciência de como funcionam as pastorais e ajudá-lhes a descobrir com qual trabalho pastoral se identificam.
Todas as pastorais tiveram 60 minutos para se fazerem conhecer e responder as perguntas feitas.
No caso da Pastoral Familiar, o casal Storino e Elvira fez esta exposição.
O Encontro foi muito participativo e muito bem representado por todas as cidades. Ao Pe. Jorge Paulo, Diretor Espiritual da Legião de Maria e a Ana Maria , conhecida como Aninha, Presidente da Régia, nossos agradecimentos pela oportunidade de expor o nosso trabalho.
Outrossim, informamos que a Legião de Maria sempre foi colaboradora e parceira da Pastoral Familiar no trabalho de evangelização, seja, no encaminhamento de pessoas, seja, como agentes de pastoral.
À Legião, nossos agradecimentos.
ADM

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Confraternização da Comissão na residência de Mauro e Estela, piscina, churrasco, cerveja, refrigerantes e sucos. Oração e entrega de “amigo Invisível. Afinal ninguém é de ferro.

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II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
DO SÍNODO DOS BISPOS
Documento Preparatório – Vaticano 2013
ÍNDICE
1.O SÍNODO: FAMÍLIA E EVANGELIZAÇÃO
2.A IGREJA E O EVANGELHO SOBRE A FAMÍLIA
O projeto de Deus Criador e Redentor
O ensinamento da Igreja sobre a família 3. QUESTIONÁRIO
Sobre a difusão da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja a propósito da família.
Sobre o matrimônio segundo a lei natural
A pastoral da família no contexto da evangelização
Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difÍceis
Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo
Sobre a educação dos filhos no contexto das situações de matrimônios irregulares
Sobre a abertura dos esposos à vida
Sobre a relação entre família e a pessoa
Outros desafios propostos

II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
1. Sobre a difusão da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja a propósito da família
a) Qual é o conhecimento real dos ensinamentos da Bíblia, da “Gaudium et spes”, da “Familiaris consortio” e de outros documentos do Magistério pósconciliar sobre o valor da família segundo a Igreja católica? Como os nossos fiéis são formados para a vida familiar, em conformidade com o ensinamento da Igreja?
b) Onde é conhecido, o ensinamento da Igreja é aceita integralmente. Verificam-se dificuldades na hora de o pôr em prática? Se sim, quais?
c) Como o ensinamento da Igreja é difundido no contexto dos programas pastorais nos planos nacional, diocesano e paroquial? Que tipo de catequese sobre a família é promovida?
d) Em que medida – e em particular sob que aspetos – este ensinamento é realmente conhecido, aceita, rejeitado e/ou criticado nos ambientes extraeclesiais? Quais são os fatores culturais que impedem a plena aceitação do ensinamento da Igreja sobre a família?
II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
2. Sobre o matrimônio segundo a lei natural
a) Que lugar ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, quer nos planos institucional, educativo e acadêmico, quer a nível popular? Que visões da antropologia estão subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da família?
b) O conceito de lei natural em relação à união entre o homem e a mulher é geralmente aceita, enquanto tal, por parte dos batizados?
c) Como é contestada, na prática e na teoria, a lei natural sobre a união entre o homem e a mulher, em vista da formação de uma família? Como é proposta e aprofundada nos organismos civis e eclesiais?
d) Quando a celebração do matrimônio é pedida por batizados não praticantes, ou que se declaram não-crentes, como enfrentar os desafios pastorais que daí derivam?
II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
DO SÍNODO DOS BISPOS
Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
3. A pastoral da família no contexto da evangelização
a) Quais foram as experiências que surgiram nas últimas décadas em ordem à preparação para o matrimônio? Como se procurou estimular a tarefa de evangelização dos esposos e da família? De que modo promover a consciência da família como “Igreja doméstica”?
b) Conseguiu-se propor estilos de oração em família, capazes de resistir à complexidade da vida e da cultural contemporânea?
c) Na atual situação de crise entre as gerações, como as famílias cristãs souberam realizar a própria vocação de transmissão da fé?
d) De que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares?
e) Qual é a contribuição específica que casais e famílias conseguiram oferecer, em ordem à difusão de uma visão integral do casal e da família cristã, hoje credível?
f) Que atenção pastoral a Igreja mostrou para sustentar o caminho dos casais em formação e dos casais em crise?

II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
DO SÍNODO DOS BISPOS
Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
4. Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difíceis (A) a) A convivência ad experimentum é uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-la numericamente b) Existem uniões livres de fato, sem o reconhecimento religioso nem civil? Dispõem-se de dados estatísticos confiáveisc) Os separados e os divorciados recasados constituem uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-los numericamente? Como se enfrenta esta realidade, através de programas pastorais adequadosd) Em todos estes casos: como vivem os batizados a sua irregularidade? Estão conscientes da mesma? Simplesmente manifestam indiferença? Sentem-se marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos? e) Quais são os pedidos que as pessoas separadas e divorciadas dirigem à Igreja, a propósito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação? Entre as pessoas que se encontram em tais situações, quantas pedem estes sacramentos?

II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS
Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
4. Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difíceis (B) f) A simplificação da práxis canónica em ordem ao reconhecimento da declaração de nulidade do vínculo matrimonial poderia oferecer uma contribuição positiva real para a solução das problemáticas das pessoas interessadas? Se sim, de que forma g) Existe uma pastoral para ir ao encontro destes casos? Como se realiza esta atividade pastoral? Existem programas a este propósito, nos planos nacional e diocesano? Como a misericórdia de Deus é anunciada a separados e divorciados recasados e como se põe em prática a ajuda da Igreja para o seu caminho de fé?
II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
5. Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo
a) Existe no vosso país uma lei civil de reconhecimento das uniões de pessoas do mesmo sexo, equiparadas de alguma forma ao matrimônio?
b) Qual é a atitude das Igrejas particulares e locais, quer diante do Estado civil promotor de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, quer perante as pessoas envolvidas neste tipo de união? c) Que atenção pastoral é possível prestar às pessoas que escolheram viver em conformidade com este tipo de união? d) No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que adotaram crianças, como é necessário comportar-se pastoralmente, em vista da transmissão da fé?

II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
6. Sobre a educação dos filhos no contexto das situações de matrimônios irregulares
a) Qual é nestes casos a proporção aproximativa de crianças e adolescentes, em relação às crianças nascidas e educadas em famílias regularmente constituídas?
b) Com que atitude os pais se dirigem à Igreja? O que pedem? Somente os sacramentos, ou inclusive a catequese e o ensino da religião em geral?
c) Como as Igrejas particulares vão ao encontro da necessidade dos pais destas crianças, de oferecer uma educação cristã aos próprios filhos? d) Como se realiza a prática sacramental em tais casos: a preparação, a administração do sacramento e o acompanhamento?

II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
DO SÍNODO DOS BISPOS
Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
7. Sobre a abertura dos esposos à vida
a) Qual é o conhecimento real que os cristãos têm da doutrina da Humanae vitae a respeito da paternidade responsável? Que consciência têm da avaliação moral dos diferentes métodos de regulação dos nascimentos? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta matéria, sob o ponto de vista pastoral? b) Esta doutrina moral é aceita? Quais são os aspetos mais problemáticos que tornam difícil a sua aceitação para a grande maioria dos casais? c) Que métodos naturais são promovidos por parte das Igrejas particulares, para ajudar os cônjuges a pôr em prática a doutrina da Humanae vitae?
d) Qual é a experiência relativa a este tema na prática do sacramento da penitência e na participação na Eucaristia?
e) Quais são, a este propósito, os contrastes que se salientam entre a doutrina da Igreja e a educação civil?
f) Como promover uma mentalidade mais aberta à natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos?
II ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
DO SÍNODO DOS BISPOS
Documento Preparatório – Vaticano 2013 – Questionário
8. Sobre a relação entre família e a pessoa a) Jesus Cristo revela o mistério e a vocação do homem: a família é um lugar privilegiado para que isto aconteça? b) Que situações críticas da família no mundo contemporâneo podem tornar-se um obstáculo para o encontro da pessoa com Cristo? c) Em que medida as crises de fé, pelas quais as pessoas podem atravessar, incidem sobre a vida familiar?
9. Outros desafios e propostas Único: Existem outros desafios e propostas

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PLC 122: A AMEAÇA DO “GÊNERO”

Primeiramente, quero agradecer a todas as pessoas que atenderam ao recente alerta de mobilização contra o PLC 122.Graças a cada telefonema e email enviado aos senadores, o senador petista Paulo Paim não teve saída, a não ser adiar. Eis que agora, ele tenta mais uma vez cumprir sua promessa de colocar o PLC 122 para votação nesta quarta-feira, 4 de dezembro.

A votação será às 8h30min, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. Endereço completo em Brasília:lenário 2, Ala Senador Nilo
Coelho no Anexo 2 do Senado Federal. Sou Julio Severo http://www.juliosevero.com), autor do livro “O
Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia na década de 1990. Desde então, tenho dado vários alertas para o público, especialmente com relação às ameaças da agenda gay.

Hoje, trago um importante alerta sobre o PLC 122, um projeto do PT concebido para criminalizar a chamada “homofobia”, conceito muitas vezes interpretado como qualquer opinião contrária às práticas homossexuais. O senador Paulo Paim (PT-RS) está apresentando seu substitutivo, que pode ser lido em sua íntegra neste endereço:
http://legis.senado.leg.br/mateweb/arquivos/mate-pdf/140405.pdf
Segundo Paim, sua versão do PLC 122 omitiu propositadamente
agora o termo “HOMOFOBIA”. Conforme a matéria acima, ele
havia anunciado com antecedência: “NO TEXTO, NÃO VAI ENTRAR A PALAVRA HOMOFOBIA”.
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/11/14/cdh-pode-votar-na-quarta-projeto-que-criminaliza-homofobia
O termo traiçoeiro, mas não seu espírito, foi removido. As ameaças explícitas foram removidas. Mas outras ameaças, não explicitas, estão presentes. Sob a roupagem de uma legislação
punitiva, o projeto pretende ser o veículo para introduzir na legislação brasileira os conceitos de “ORIENTAÇÃO
SEXUAL” e “IDENTIDADE DE GÊNERO”, agora mais reforçados do que nas versões anteriores. O projeto cita doze vezes
o conceito de gênero e identidade de gênero e seis vezes o conceito de orientação sexual. Mais importante: Apesar da tentativa do senador petista de tranquilizar o público com relação às pesadas consequências do PLC 122, a Agência Senado, em 28 de novembro, deixou claro que um cidadão brasileiro poderá ser punido com até cinco anos de prisão por preconceito de gênero ou de orientação sexual.
Há ainda penas para quem impedir ou restringir a manifestação de “afetividade” de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/11/28/projeto-que-pune-preconceito-contra-homossexuais-pode-ser-votado-na-semana-que-vem
Qualquer que seja o entendimento que os cristãos tenham sobre o novo PLC 122 “protegendo” os espaços religiosos, é a interpretação do autor que vale. O site homossexual A Capa,com exclusividade, mostrou como o senador petista interpreta essa “proteção.” Segundo A Capa, Paim disse:
“DENTRO DOS CULTOS RELIGIOSOS, TEMOS QUE RESPEITAR A LIVRE OPINIÃO QUE TEM CADA UM. POR EXEMPLO, VOCÊ NÃO PODE CONDENAR ALGUÉM POR,NUM TEMPLO RELIGIOSO, TER DITO QUE O CASAMENTO SÓ DEVE SER ENTRE HOMEM E MULHER. É UMA OPINIÃO QUE TEM QUE SER RESPEITADA.”

http://archive.is/TfYmG

É uma mudança não muito diferente da mudança proposta por Marta Suplicy dois anos atrás, conforme registrado neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g

De acordo com Paim e Suplicy, os cristãos terão liberdade de
opinar contra o homossexualismo e até de defender o casamento entre homem e mulher – mas só poderão dizer isso DENTRO das igrejas.
Enquanto os militantes gays terão liberdade de dizer e fazer o que quiserem em todo e qualquer lugar FORA das igrejas, os cristãos estarão totalmente impedidos FORA das igrejas e, se quiserem seexpressar, deverão ir a um templo religioso para desabafar o que pensam. A defesa do casamento entre homem e mulher será varrida dos lugares públicos, sendo confinada aos espaços estritamente religiosos. Os templos religiosos, de acordo com Paim e Suplicy, funcionarão como guetos da liberdade de expressão dos cristãos. Fora dos guetos, o silêncio será obrigatório para os cristãos que são
contra as práticas homossexuais e a favor do casamento conforme Deus criou. Fora dos guetos, só cristãos esquerdistas pró-sodomia é que terão liberdade de falar o que quiserem.

Ao site A Capa, Paim acabou mostrando que o PLC 122 continua um projeto de ditadura gay.

O QUE VOCÊ PODE FAZER – Converse com líderes de sua igreja e outros grupos focados no bem-estar social para agendar uma mobilização nesta quarta-feira, 4 de dezembro.
A votação será às 8h30min, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.Endereço completo em Brasília:Plenário 2, Ala Senador Nilo Coelho no Anexo 2 do Senado Federal.
Se você é pastor ou padre, desafie os membros de sua igreja fazerem presença neste endereço nesta data. Chegue bem antes o horário. Sua participação, exercida com ordem e decência, é
fundamental.

Pede-se a todos que não revidem às provocações e grosserias dos ativistas petistas e gays que estarão presentes. Pede-se também a todos que não usem palavras vulgares na liberdade de expressão contra os que defendem o PLC 122.

Leve bandeiras e faixas, com mensagens contrários ao PLC 122. Algumas sugestões de mensagens: * Dilma, não apoie a destruição da família! * Dilma, não à política de gênero * PT contra a família * A família é homem, mulher e filhos, NÃO gênero *Gênero é suicido social *Abaixo o PT e o gênero Se o termo “gênero” ou “identidade de gênero” embutido no PLC
122 for aprovado, todos os cidadãos brasileiros perderão o direito e a liberdade de defender publicamente o casamento como entre somente homem e mulher.
Por que a “santificação” legal de “gênero” é uma ameaça à família brasileira?
COMPREENDENDO O PLC 122 E OS TERMOS “ORIENTAÇÃO SEXUAL” E IDENTIDADE DE GÊNERO”. O PLC 122 introduz na legislação brasileira o conceito de “GÊNERO”. A única lei que até hoje contém o termo “GÊNERO” é a Lei Maria da Penha, porém com o sentido unicamente de sexo (masculino e feminino). A Lei Maria da Penha refere-se à violência doméstica contra a mulher, conforme declarado em seu primeiro artigo:

“ESTA LEI CRIA MECANISMOS PARA COIBIR E PREVENIR A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER, E ESTABELECE MEDIDAS DE ASSISTÊNCIA E PROTEÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR”.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm

O problema no caso do PLC 122 é que o conceito de “GÊNERO” em seu texto não é mais sinônimo de sexo masculino e feminino. “GÊNERO” no PLC 122 é uma construção ideológica para sustentar uma variedade flexível de “SEXUALIDADES” inventadas.

O PLC 122 introduz também o conceito de “ORIENTAÇÃO SEXUAL”. Esse conceito é, do ponto de vista lógico, anterior ao conceito de gênero. Para alcançar o conceito de “GÊNERO” como algo totalmente diferente da definição tradicional de sexo biológico masculino e feminino é necessário passar pelo conceito de “ORIENTAÇÃO SEXUAL”. Uma vez consolidada a ideia de que existem várias “ORIENTAÇÕES SEXUAIS”, a Esquerda sexual apresenta sua explicação de que não existem sexos, mas existem gêneros, que são “CONSTRUÇÕES SOCIAIS”, não biológicas. Ora, se o que existe não são mais os “SEXOS”, mas sim os “GÊNEROS”, e se os “GÊNEROS” não são mais biológicos, mas simples “CONSTRUÇÕES SOCIAIS”, neste caso a família tradicionalmente entendida, como originária da união entre um homem e uma mulher, deixa de fazer qualquer sentido.

BAIXE AQUI GRATUITAMENTE EM PDF O LIVRO”AGENDA DE GÊNERO”:
http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf

Deste modo, a ideologia de gênero está sendo introduzida na legislação como uma bomba relógio com o objetivo de estruir o conceito tradicional da família como a união de um homem e uma mulher vivendo com compromisso de criar e educar filhos.

A bomba relógio trazida pelo PLC 122 está armada para ser detonada o mais rapidamente possível. Já está tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei, produzido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a Violência contra a Mulher no Brasil, que introduz a “IGUALDADE DE GÊNERO” nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional. Esse projeto, o PL 6010/2013, está avançando em regime de urgência, para ser aprovado diretamente no plenário do Congresso Nacional. Sua tramitação e conteúdo podem ser examinados neste endereço:
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=585624

Ora, bastará que o conceito de “GÊNERO” seja oficialmente reconhecido e imposto na legislação pelo PLC 122, para que não exista mais nenhum motivo que possa ser apresentado pelos legisladores como fundamento para que se recusem a aprovar o PL 6010/2013, que introduzirá e imporá a “IGUALDADE
DE GÊNERO” nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Com isso, todos os alunos serão obrigados a aprender nas escolas a ideologia de gênero, que apresenta como sexualidade toda a abundância de opções fora dos padrões relacionados com a construção de uma família tradicional, uma instituição que não têm qualquer sentido dentro da ideologia de gênero. Com a ideologia de gênero imposta pela lei na educação, os kits gays, bissexuais, transexuais, lésbicos, etc., serão obrigatórios para as crianças em idade escolar. Esta tendência já está sendo imposta a nível internacional. O escritório regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde, em conjunto com o Centro Federal Europeu para a Educação em Saúde, com sede em Colônia, acabam de publicar o documento “PADRÕES PARA A EDUCAÇÃO SEXUAL NA EUROPA”. O texto pode ser lido neste endereço: http://www.bzga-whocc.de/?uid=4b35e14ad2b082e34cd65f24fc7a1b58&id=Seite4489

O documento afirma que a educação sexual obrigatória na Europa em todas as escolas começou em 1955, estendendo-se em seguida para os outros países escandinavos, a Alemanha, a Áustria, a Holanda e a Suíça, embora não tenha se tornada brigatória nesses países. O texto afirma que lamentavelmente educação sexual dada nas escolas da Europa concentra-se APENAS NA COMUNICAÇÃO DOS FATOS BIOLÓGICOS, NEGLIGENCIANDO TODO O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES”.
O documento recomenda ainda que a educação sexual se torne obrigatória para as crianças de todos os países da Comunidade Europeia, sem nenhuma cláusula de opções que permitam aos pais retirar suas crianças das aulas, “MESMO QUE ELES TENHAM SÉRIAS OBJEÇÕES AOS CONTEÚDOS DO CURRÍCULO”.

Este é um padrão que está sendo intencionalmente imposto no mundo inteiro e que chegará ao Brasil. O que acontecerá então? Se o PLC 122 for aprovado e se tornar lei, o conceito de “GÊNERO” estará legalmente sacralizado. Em seguida, o PL 6010/2013, que supostamente é apresentado como tendo sido idealizado apenas para “COMBATER À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER”, introduzirá a “IGUALDADE DE GÊNERO”, e toda a ideologia envolvida neste conceito, nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, forçando todas as escolas nessa direção. Bastará então que qualquer projeto de lei venha a tornar a educação sexual obrigatória nas escolas, e a Esquerda sexual acabar transformando o sistema educacional numa máquina armada para a demolição e destruição do conceito da família natural.
A malícia contida na estratégia de “MUDANÇA” apresentada pelo senador petista Paulo Paim o PLC 122 consiste no fato de que o publico, tão acostumado e cansado em focar a atenção apenas o caráter punitivo do PLC 122, não conseguirá perceber a bomba-relógio da sacralização legal dos conceitos agora eforçados de “ORIENTAÇÃO SEXUAL” e “GÊNERO”. Em vez de perceberem esta ameaça, as pessoas se distrairão na discussão sobre se as punições que o PLC 122 impõe são justas ou injustas, se são abusivas ou equilibradas. E vamos nos perder nestas discussões sem ter percebido que o principal perigo do projeto é justamente a introdução legal do conceito de “GÊNERO”, que está na própria essência do documento. Assim que este projeto vier a tornar-se lei, o conceito de gênero já estará fora de discussão, e a própria concepção do que seja a sexualidade humana terá sido totalmente reinventada na legislação, sem que ter sido discutida uma única vez.
Com esta reviravolta legal solidificada, as portas estarão abertas para outras leis sacralizando a nova e inventada multiforme sexualidade, atingindo a educação e as escolas, e pavimentando o caminho para leis punitivas na imagem e semelhança do PLC 122 original em suas pretensões draconianas para com os milhões de cidadãos brasileiros que discordam das práticas homossexuais. Os que ousarem propor a família tradicional como tema central na educação da juventude, mesmo que sejam escolas religiosas, serão perseguidos por “DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO”, um conceito cujos contornos são claros mas ao mesmo tempo ainda suficientemente maleáveis para serem ainda mais ampliados pela legislação ou pela jurisprudência posterior. Foi na década de 60 que o conceito de “GÊNERO” começou a ser desenvolvido, nos Estados Unidos, pelo Dr. John Money da Universidade John Hopkins. A partir da década de 1980, a teoria de “GÊNERO” passou a ser adotada por feministas e socialistas, que viam nessa teoria uma justificação científica para as ideias desenvolvidas por Karl Marx e Friedrich Engels, contidas no livro “A ORIGEM DA FAMÍLIA, DA PROPRIEDADE PRIVADA E DO ESTADO”, que prevê a demolição da família tradicional, defendendo, em seu lugar, o sexo livre. Deste modo a palavra “GÊNERO”, antes usada apenas em gramática com a finalidade de classificar substantivos e adjetivos como masculinos, femininos ou neutros, passou a ser utilizada para promover a revolução cultural feminista e marxista.

Inicialmente passou-se a utilizar a palavra “GÊNERO” como se fosse um sinônimo moderno e elegante para sexo. Mas quando público se acostumou com a inovação, os socialistas passaram defendem que “GÊNERO” não significaria somente o sexo masculino e feminino, mas muito mais. Com a teoria aceita e universalizada, os adeptos de Marx começaram a atiçar as multidões contra a “OPRESSÃO DE GÊNERO”, apresentando as pessoas que optaram por comportamentos sexuais desviados, e até mesmo as mulheres que aceitavam um papel diferenciado dos homens dentro da família, como vítimas de uma “OPRESSÃO” que teria base não em diferenças biológicas, mas em categorias socialmente construídas, e que estaria na própria raiz de todas as demais opressões, inclusive a do proletariado.

Essa marcha revolucionária para defender o “GÊNERO OPRIMIDO” contra a sexualidade tradicional teve seu início do direito internacional através da Conferência da ONU sobre a Discriminação contra as Mulheres, realizada em Pequim, em
1995. Essa conferência da ONU, que tratou da
“CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS
AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA A
MULHER”, em vez de focar-se apenas na questão da
discriminação contra as mulheres, que era o objetivo anunciado da
Conferência, gastou a maior parte de seu tempo tentando introduzir,
mais de duzentas vezes, o termo “GÊNERO” em seus longos
documentos.

A teoria de “GÊNERO” está sendo utilizada agora para promover
uma revolução cultural sexual marxista, principalmente entre as crianças em idade escolar. Na submissão da mulher ao homem através da família, e na própria instituição familiar, Marx e Engels entenderam estar a origem de todos os sistemas de opressão que se desenvolveriam em seguida. Se essa submissão fosse consequência da biologia humana, não haveria nada que fosse possível fazer. Mas no livro “A ORIGEM DA FAMÍLIA, DA
PROPRIEDADE PRIVADA E DO ESTADO”, o último livro escrito por Marx e terminado por Engels, estes autores afirmam que a família não é conseqüência da biologia humana, mas de uma opressão social produzida pelo acumulação da riqueza entre os primeiros povos agricultores. Eles não utilizaram o termo gênero, que ainda não havia sido inventado, mas chegaram bastante perto. A ideologia de gênero, afirmando que a diferença entre o homem e a
mulher não é biológica, mas conseqüência de papéis socialmente
construídos, somou-se à obra de Marx através da conclusão que,
se esta é a base de toda opressão e tudo não passa de uma
construção social, então será possível modificar, justamente
através da ideologia de gênero, os papéis de homens e mulheres até
chegarmos a uma igualdade tão completa que não haveria mais espaço
para os papéis de marido e esposa e mesmo da instituição que hoje
conhecemos como família. Com a família totalmente extinta, todos
estaremos livres para fazermos sexo do modo que quisermos, inclusive
com as crianças e nossos próprios filhos, e as crianças, sem
família e pais para as educarem, teriam o Estado como única instituição para educá-las. Nesta sociedade socialista ideal, sem a “OPRESSÃO” do sexo masculino e feminino, as crianças serão educadas para serem bissexuais, a masculinidade e a feminilidade não serão mais naturais, e os próprios conceitos de heterossexualidade e homossexualidade deixarão de fazer sentido. A longo ou curto prazo, agora esta a meta do novo PLC 122. De fato, o novo substitutivo do PLC 122 remove as antigas e assustadoras punições que havia nas versões anteriores. Mas com o reforço da teoria da “ORIENTAÇÃO SEXUAL” e “GÊNERO”, enquanto o publico festeja a remoção das suas punições draconianas, tanto o senador Paulo Paim quanto seu partido, o PT, podem também celebrar e dizer: “QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR”. O senador petista espera desta vez fazer o que nem Fátima Cleide nem marta Suplicy conseguiram: levar o público opositor a apoiar o projeto petista que tem amplo apoio da ABGLT, Luiz Mott e poderosos grupos homossexuais. Para aprovar o novo PLC 122, Paim segue uma estratégia aparentemente mais maliciosa do que Marta Suplicy, que tentou enganar o público cristão, conforme pode ser visto neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g

Em janeiro deste ano, Paim havia prometido aprovar o PLC 122 em 2013. Ele disse: “2013 VAI SER O ANO DA APROVAÇÃO DO PLC 122”. Conforme o site homossexual A Capa, a empolgação de Paim foi estimulada pelo exemplo do presidente americano Barack Obama. Na época, o militante do PT havia louvado Obama por se declarar a favor da agenda gay em seu discurso de posse presidencial. Disse Paim: “PRESIDENTE DE NENHUM PAÍS DO MUNDO JAMAIS ASSUMIU UMA POSTURA TÃO OUSADA,
DE ENFRENTAMENTO AOS CONSERVADORES, EM SEU DISCURSO DE POSSE”.
http://acapa.virgula.uol.com.br/politica/projeto-de-lei-que-criminaliza-homofobia-no-brasil-deve-ser-aprovado-em-2013-diz-relator/2/14/21464

Em 2012, Obama já vinha sendo aplaudido pela esquerda mundial por seu apoio ao “CASAMENTO” gay.
“ISSO É INCRIVELMENTE IMPORTANTE, É EXCELENTE NOTÍCIA. OS ESTADOS UNIDOS LIDERAM GLOBALMENTE EM TUDO, E ISSO INCLUI DIREITOS GAYS”, disse Julio Moreira, presidente do grupo supremacista gay Arco Íris, com sede no Rio de Janeiro, conforme a Associated Press. “ISSO FORÇARÁ OUTRAS NAÇÕES COMO O BRASIL A AVANÇAREM COM POLÍTICAS MAIS PROGRESSISTAS”.
http://news.yahoo.com/obama-gay-marriage-support-seen-world-precedent-233515249.html;_ylt=A2KJ3CVFyqtPym4AhnjQtDMD

Durante anos de tramitação, o PLC 122 passou por várias mudanças que tentavam lhe dar uma aparência
favorável à aprovação. A letra mudava, mas o espírito não. O momento decisivo para o despertamento da população cristã com relação às ameaças do PLC 122 ocorreu no começo de 2007. Depois de sua aprovação praticamente tranquila na Câmara dos Deputados no final de 2006, parecia que sua tramitação e aprovação no Senado seguiriam tranquilas também. Mas então um grupo de católicos, movidos pela defesa da família, fez contato comigo pedindo permissão para espalhar para todo o Brasil uma mensagem de alerta escrita por mim contra o PLC 122. Depois que a mensagem foi enviada aos brasileiros, o projeto do PT para criminalizar opiniões contrárias às práticas homossexuais nunca mais teve sossego. A mensagem moveu milhares de brasileiros a se manifestarem. As manifestações tiveram resultado além do esperado. Em 2011, a revista Veja disse: “O SENADO FEDERAL RECEBEU MAIS DE 245.000 MENSAGENS POR TELEFONE OU INTERNET EM MAIO DESTE ANO SOBRE O PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR 122, QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA. O TEMA REPRESENTA 90% DAS MANIFESTAÇÕES A POPULAÇÃO SOBRE DIVERSOS ASSUNTOS ENCAMINHADOS À [CÂMARA DOS DEPUTADOS].”

http://veja.abril.com.br/blog/politica/senado/senado-recebe-245-000-mensagens-sobre-homofobia/

Na mesma notícia, Veja deixou claro: “QUASE TODAS AS MENSAGENS SÃO CONTRA O PLC 122.”
A mobilização de 2007 foi o gatilho para a grande resistência católica e evangélica hoje contra o PLC 122. Por isso, não podemos desanimar. Um pequeno esforço hoje pode provocar grandes mudanças no futuro. Esse esforço pode ser um telefonema ou envio de e-mail ao senador, e outros senadores. grande resistência que começou em 2007 precisa de seus pequenos esforços para continuar detendo o avanço do PLC 122.

ARQUIVAMENTO DO PLC 122

Há ainda um outro problema gravíssimo na tramitação do PLC 122, conforme explicação do Dr. Zenóbio Fonseca:
Este projeto originou-se na Câmara, e agora está sendo votado o Senado, supostamente “SUAVIZADO” pelo Senador Paulo
Paim, para poder ser aprovado diante de toda a oposição que e
originou. Se o projeto for aprovado nesta versão supostamente mais suave, ele deverá voltar para a Câmara, onde poderão ser vetadas todas as mudanças feitas pelo Senado. Pelos regimentos internos do Congresso, a Câmara não poderá mais modificar o projeto, mas poderá vetar todas as modificações introduzidas pelo Senado. Ou seja: a suposta “SUAVIDADE” do substitutivo poderia não passar de um simples engodo para ser aprovado no Senado e, assim, voltar para a Câmara. Na Câmara o atual substitutivo seria derrubado, sendo aprovado o “PROJETO ORIGINÁRIO”, muito pior, que seria remetido diretamente para a sanção presidencial. Por este motivo, a única alternativa aceitável para o PLC 122, ruim desde o seu nascedouro, é a sua TOTAL REJEIÇÃO PELAS COMISSÕES PERMANENTES DO SENADO, o que causaria O ARQUIVAMENTO DO PROJETO.

O QUE FAZER? PEDIR O ARQUIVAMENTO DO PLC 122.

MANDE HOJE MESMO UM EMAIL AO SEU SENADOR. TELEFONE PARA ELE. PEÇA O ARQUIVAMENTO DEFINITIVO DO PLC 122. DIVULGUE ESTA MENSAGEM ENQUANTO HÁ TEMPO.
Ore a Deus para que livre o Brasil de leis que são gayzistas a letra ou no espírito.
Julio Severo http://www.juliosevero.com

E-MAILS E TELEFONES DOS SENADORES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
eduardo.lopes@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br;
capi@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br;
j.v.claudino@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br;
magnomalta@senador.leg.br; osvaldo.sobrinho@senador.leg.br;
paulodavim@senador.leg.br; paulopaim@senador.leg.br;
ricardoferraco@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br;
sergiopetecao@senador.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br;
wilder.morais@senador.leg.br;
=====================================================
EDUARDO LOPES (PRB-RJ)
TELEFONE: (61) 3303-5730
(61) 3303-2211
eduardo.lopes@senador.leg.br
=====================================================
GIM ARGELO (PTB-DF)
TELEFONE: (61) 3303-1161/3303-1547
(61) 3303-1650
gim.argello@senador.leg.br
=====================================================
JOÃO CAPIBERIBE (PSB-AP)
TELEFONE: (61) 3303-9011/3303-9014
(61) 3303-9019
capi@senador.leg.br
=====================================================
JOÃO DURVAL (PDT-BA)
TELEFONE: (61) 3303-3173
(61) 3303-2862
joaodurval@senador.leg.br
=====================================================
JOÃO VICENTE CLAUDINO (PTB-PI)
TELEFONE: (61) 3303-2415/4847/3055
(61) 3303-2967
j.v.claudino@senador.leg.br
=====================================================
LÍDICE DA MATA (PSB-BA)
TELEFONE: (61) 3303-6408/ 3303-6417
(61) 3303-6414
lidice.mata@senadora.leg.br
=====================================================
MAGNO MALTA (PR-ES)
TELEFONE: (61) 3303-4161/5867
(61) 3303-1656
magnomalta@senador.leg.br
=====================================================
OSVALDO SOBRINHO (PTB-MT)
TELEFONE: (61)
3303-1146/3303-1148/3303-4061
(61) 3303-2973
osvaldo.sobrinho@senador.leg.br
=====================================================
PAULO DAVIM (PV-RN)
TELEFONE: (61) 3303-2371 / 2372 / 2377
(61) 3303-1813
paulodavim@senador.leg.br
=====================================================
PAULO PAIM (PT-RS)
TELEFONE: (61) 3303-5227/5232
(61) 3303-5235
paulopaim@senador.leg.br
=====================================================
RICARDO FERRAÇO (PMDB-ES)
TELEFONE: (61) 3303-6590
(61) 3303-6592
ricardoferraco@senador.leg.br
=====================================================
ROBERTO REQUIÃO (PMDB-PR)
TELEFONE: (61) 3303-6623/6624
(61) 3303-6628
roberto.requiao@senador.leg.br
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SÉRGIO PETECÃO (PSD-AC)
TELEFONE: (61) 3303-6706 a 6713
(61) 3303.6714
sergiopetecao@senador.leg.br
=====================================================
SÉRGIO SOUZA (PMDB-PR)
TELEFONE: (61) 3303-6271/ 6261
(61) 3303-6273
sergiosouza@senado.leg.br
=====================================================
WILDER MORAIS (DEM-GO)
TELEFONE: (61)3303 2092 a (61)3303 2099
(61) 3303 2964
wilder.morais@senador.leg.br
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Fonte:www.juliosevero.com
LEITURAS RECOMENDADAS PT QUER PLC 122 APROVADO EM 2013
http://juliosevero.blogspot.com/2013/01/pt-quer-plc-122-aprovado-em-2013.html

O PLC 122 NÃO REPRESENTA, NEM DE LONGE, PERIGO?
http://juliosevero.blogspot.com/2013/06/o-plc-122-nao-representa-nem-de-longe.html

PLC 122: SENADO FAZ PÚBLICO DE PALHAÇO
http://juliosevero.blogspot.com/2012/01/plc-122-senado-faz-publico-de-palhaco.html

BLOGAGEM PROFÉTICA, TESTEMUNHO DE JULIO SEVERO NA SUA LUTA CONTRA O PLC 122
http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/blogagem-profetica.html

PLC 122: PROPAGANDA, FANTASIA E FARSA NA PROMOÇÃO DO HOMOSSEXUALISMO
http://juliosevero.blogspot.com/2008/11/plc-122-propaganda-fantasia-e-farsa-na.html

BRASIL SOB PLC 122: UMA PREVISÃO PARA FAZER RIR E CHORAR
http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/brasil-sob-plc-122-uma-previsao-para.html

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Cidinei e Izelda da Comiss

Cidinei e Izelda da Comiss

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Mons. Alencar recepcionando todos na entrada do salão de festas.

Mons. Alencar recepcionando todos na entrada do salão de festas.

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CAMINHADA DA FAMÍLIA CRISTÃ EM MONTES CLAROS

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CAMINHADA DA FAMÍLIA CRISTÃ EM MONTES CLAROS

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Neste domingo, dia 11 de novembro de 2012, aconteceu encontro de jovens, na paroquia Nsª de Montes Claros e Beato José de Anchieta, com a participação do casal Cidinei e Izelda, membro da comissão arquidiocesana da pastoral familiar, palestra, afetividade e sexualidade.
Neste mesmo dia, o referido casal participou do Encontro de Casais com Cristo – ECC- 2ª etapa, com participação da paróquia Santa Rita e mais treis do mesmo setor, apresentando a palestra Painel das Pastorais.

QUESTIONÁRIO PARA DIAGNÓSTICO DA REALIDADE DO SETOR PRÉ-MATRIMONIAL NAS DIOCESES DO REGIONAL LESTE  2

 DADOS GERAIS

1- DIOCESE:____MONTES CLAROS-MG  (Arqui)

2- BISPO:__Dom José Alberto Moura

3- PADRE COORDENADOR DE PASTORAIS DA DIOCESE: ___Padre Aylton

4-COORDENADORES DIOCESANOS DA PF:_

José Antônio e Ruth – coordenadores

Monsenhor Alencar Monteiro_ – Assessor Espiritual

5- Nº DE PARÓQUIAS DA DIOCESE:  59

6 -Nº DE PARÓQUIAS QUE TEM A PF IMPLANTADA:

  1. __46  Setor Pré Matrimonial
  2. __21 Setor Pós Matrimonial
  3. _ 30  Setor Casos Especiais

7 -A EQUIPE DIOCESANA DA PF ESTÁ ESTRUTURADA NOS TRÊS SETORES? (  X )SIM   (    )NÃO

8- SETOR DA PF  QUE NECESSITA DE MAIOR FORMAÇÃO NA DIOCESE: _Pós-matrimonial

 

DADOS SOBRE O SETOR PRÉ-MATRIMÔNIO:

1 RESPONSÁVEIS PELO SETOR PRÉ-MATRIMONIAL DA DIOCESE: ((Nome e contato)

Cardoso e Zara – j.josecardoso@uol.com.br (38)3212-1762 / 9951-2261

Jarbas e Ana – Jarbas.ana@bol.com.br – (38)3212-2228 / 9832-4965

2 ATIVIDADES REALIZADAS PELO SETOR PRÉ-MATRIMONIAL NAS PARÓQUIAS DA DIOCESE:

  1. (    ) Trabalho com gestantes.  Quantas paróquias? (     )
  2. b.    )  Articulação com a catequese (catequese familiar). Quantas paróquias? ( 15   )
  3. (  x  ) Articulação com os jovens. Quantas paróquias? (  21   )
  4. ( x  )  Evangelização nas Escolas. Quantas paróquias? (  15   )
  5. (  x ) Encontro de Namorados. Quantas paróquias? ( 10    )
  6. ) Preparação para a vida matrimonia. Quantas paróquias? (  46   )l
  1. Quantas paróquias da Diocese realizam a preparação para o matrimônio? ___46___
  1. A responsabilidade da preparação  para o matrimônio é da Pastoral Familiar?_SIM. TOTALMENTE.

Se não é da PF, quem é responsável por essa preparação?_____________________

____________________________________________________________________

  1. Os palestrantes da preparação para o matrimônio seguem as orientações do Guia de Preparação Setor Família da CNBB?

  Não há palestrantes. Em todas as Paróquias a preparação para o matrimônio é feita por acolhimento na casa dos agentes, em 11 reuniões, SEM PALESTRAS, o que já é norma pastoral desde 1997.

  1. A preparação para o matrimônio é realizada:

(    ) Mediante encontros com menos de12 horas de duração. Em qtas. paróquias?___

(    )Mediante encontros com mais de 12 horas. Em qtas. Paróquias? ______________

(    ) Apenas por entrevista. Em qtas. Paróquias? ______________________________

( x   ) Por acolhimento (grupo de noivos). Em qtas. Paróquias? _____46

A preparação  para o matrimônio é feita por acolhimento nas casas dos agentes, com no máximo 04 a 05 casais de noivos. Toda Paróquia tem sua equipe de preparação para o matrimônio dentro do Setor Pré-matrimonial, com um coordenador específico para este fim e a preparação é feita na  Paróquia do noivo ou da noiva.

  1. Como é realizada a preparação para o matrimônio de casais amasiados, viúvos e viúvas, que contraem novas núpcias?

Para os casais amasiados, viúvos e viúvas, não é usado o mesmo material do pré-matrimonial, nem a mesma equipe. ( vide item 6)

 

  1. OUTRAS INFORMAÇÕES (caso considerem oportuno, podem ser relatadas outras experiências que não foram contempladas na pesquisa).

Como os casos citados no item 5 estão inseridos no Setor Casos Especiais, a evangelização é feita em 16 reuniões, conforme cartilha de uniões consensuais do Setor Casos especiais e ao final os que não têm impedimento são encaminhados para participarem dos casamentos comunitários que têm acontecido na zona urbana e rural em grande número.

 A Equipe não é a de Preparação para o matrimônio, mas outra equipe preparada para este fim, dentro do Setor Casos Especiais, que também tem uma equipe para o EC e outra para os Casais em segunda união.

 Temos observado grande transformação social, pois os casais que viviam juntos e recebem o sacramento do matrimônio, tornam-se agentes, tendo até alguns que se tornaram coordenadores paroquiais da Pastoral Familiar em suas Paróquias

 

___________________________________________________________________________________________________

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família

Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF

“A FAMÍLIA: O Trabalho e a Festa”

————————————————————————————————–

PASTORAL FAMILIAR

SETOR CASOS ESPECIAIS

 Considerando o apelo da Igreja e a necessidade de elaborarmos um levantamento das ações evangelizadoras da Pastoral Familiar, em todo o Brasil, referente ao Setor Casos Especiais, e visando organizar o nosso “Encontro Nacional do Setor Casos Especiais”, nos dias 08 a 10 de março de 2013, solicitamos aos Casais Diocesanos a gentileza de responderem as questões com as informações pertinentes à Diocese que coordenam:

Solicitamos que nos enviem as respostas até

20 de fevereiro de 2013

    1. O CDPF da Diocese tem, de forma organizada e completa, o Setor Casos Especiais? Se sim, favor colocar os dados atualizados dos componentes desse Setor, conforme abaixo.

 SETOR CASOS ESPECIAIS – COORDENADOR(ES) DO SETOR

 

Nome dele Cidinei Gonçalves de Figueiredo
Nome dela Izelda Maria Martins Figueiredo
E-mail cidineizelda@yahoo.com.br
Telefone(s)   (38) 9147-1771 / 8821-3196 / 3216-0644
Início Mandato   dezembro de 2008
Término Mandato dezembro de 2014

SETOR CASOS ESPECIAIS – ASSESSOR DO SETOR

Nome                       Não temos assessor específico do setor Casos especiais e sim da Comissão Arquidiocesana de  Pastoral Familiar   

 Obs: Tanto em nível arquidiocesano como paroquial existem as comissões formadas de acordo com organograma contido no
Diretório da Pastoral Familiar editado pela CNBB, págs. 169 e 170 e subsídio do INAPAF, mód. 5- fase 1, pág. 16

    1. Qual foi a programação do ano de 2012 para o setor casos especiais na Diocese?

Em 2012 houve formações na zona urbana e rural e implantações do Encontro com Cristo (famílias incompletas), encontros para Casais de Segunda União e evangelização de uniões consensuais nas paróquias onde ainda não havia e ainda inúmeras formações em nível paroquial, setorial e arquidiocesano.

A Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar, atendendo exigência da Arquidiocese para todas as pastorais, elabora o seu planejamento anual que é repassado a todas as paróquias na Assembléia Arquidiocesana de Pastoral Familiar que acontece todos os anos em novembro ou dezembro.

 A partir daí, cada paróquia elabora o seu planejamento, adaptando-o à sua realidade e agendando as formações e atividades que são assessoradas pelo casal coordenador arquidiocesano do Setor Casos Especiais.

    1. Qual será a programação do ano de 2013 para o setor casos especiais na Diocese?

Dar continuidade aos trabalhos realizados em 2012, implantando em paróquias onde ainda não tem, reforçando e dinamizando onde tem, com ênfase na evangelização de uniões consensuais que é a prioridade para este ano.

    1. Quais foram os desafios e conquistas no ano de 2012 no setor casos especiais?

DESAFIOS: levar adiante os encontros para casais em segunda união, por falta de agentes bem preparados e a não aceitação dos casais de segunda união às normas do magistério da Igreja (comunhão eucarística) e ainda a divergência ainda existente entre alguns padres sobre este item.

CONQUISTAS:

. Implantação dos encontros de 2ª união e do Encontro com Cristo em novas Paróquias

.Implantação na zona rural de evangelização de uniões consensuais

. Lançamento da Cartilha do Encontro com cristo, com formação em nível arquidiocesano para todas as paróquias, com objetivo de motivar a sua implantação.

    1. Foi elaborada e publicada alguma obra bibliográfica (livro, artigos de jornal e revistas, guia, e outros)? Se sim, poderia nos enviar uma cópia via correio? E midiática? Poderia nos enviar o site e obra, via e mail?

Sim. Foram elaboradas cartilhas para o Encontro com o Bom Pastor (casais em 2ª união), Encontro com  Cristo – EC (famílias incompletas) e Cartilha para trabalho de evangelização das Uniões Consensuais.

Criado o site da pastoral familiar: pastoralfamiliarmoc.wordpress.com

Publicação de artigos no Jornal da Arquidiocese com notícias de atividades da Pastoral Familiar.

    1. Se a Comissão Diocesana não tem o Setor Casos Especiais organizado e completo (como uma comissão), tem-se perspectiva de constituir uma? Tem algum projeto para 2013?

A Arquidiocese de Montes Claros não tem o Setor Casos Especiais como uma comissão independente e autônoma, mas como um dos setores integrantes da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar.

Não há perspectiva de constituir esta  comissão. (ver justificativa no item 7)

    1. Outra informação, observação, contribuição (…) que considera importante, favor relatar:

No entendimento dos casais da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar abaixo relacionados, que convocados em reunião extraordinária para este fim chegaram a um consenso, não há necessidade de uma comissão específica e independente para este setor ou qualquer outro, de vez que as formações e planejamentos são de competência da Comissão Arquidiocesana como um todo, para qualquer setor. Caso aconteça o que está proposto, haverá também necessidade de usar o mesmo critério para o Setor Pré-matrimonial e Pós-matrimonial, o que iria burocratizar o trabalho de evangelização da Pastoral Familiar e exigir maior quantidade de agentes que é a grande dificuldade da Pastoral Familiar.

Entendemos ainda que esta forma proposta irá estratificar a Pastoral Familiar, quebrando a harmonia, a unidade e comunhão da Equipe Arquidiocesana, que deve trabalhar dentro de uma mesma linha e critério, seguindo as diretrizes da CNBB e da Arquidiocese, como tem sido até agora.

Lembramos que em tempos passados falava-se em “Pastoral dos noivos”, “Pastoral de segunda união”, e que estas denominações foram abolidas à custa de muita conscientização e principalmente com o advento do Diretório da Pastoral Familiar, que normatizou a organização existente, envolvendo todos os setores numa única comissão.

Caso alguma Diocese do Brasil já tenha adotado esse formato com bons resultados, louvemos ao Senhor! Mas não significa que deve ser generalizado para todas as outras, especialmente as menores que ainda lutam com as dificuldades  de falta de agentes.

O importante é evangelizar e não burocratizar.

                  É nossa contribuição!

                  Montes Claros, 15 de fevereiro de 2013.

José Antônio e Ruth – Casal coordenador da Comissão Arquidiocesana

Cardoso e Zara – Ex-coordenador Arquidiocesano e membro da Com. Arquidiocesana

Cidinei e Izelda – Ex-coordenador arquidiocesana e Coordenador Arquidiocesano do Setor Casos especiais

Pedro e Glorinha – Assessor da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar

 

Agradecemos todo o carinho e dedicação com a nossa Pastoral Familiar e pedimos “ACUSAR” o recebimento dessas perguntas, enviando as resposta para o seu Regional e para ticoevera@terra.com.br e família@cnbb.org.br

OBSERVAÇÃO:

As respostas devem ser apresentadas utilizando o corpo do próprio questionário.

 “Um empenho pastoral ainda mais generoso, inteligente e prudente, na linha do exemplo do Bom Pastor, é pedido para aquelas famílias que – muitas vezes, independente da própria vontade ou pressionadas por outras exigências de natureza diversa – se encontram em situações objetivamente difíceis” (FC, 77).

Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF

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Dia 09/12/12(domingo), o casal José Antônio e Ruth estará participando de uma formação de agentes, no Seminário. O evento será animado e dirigido pelo Padre Manoel.

—————————————

Dia 08/12/12(sábado), os casais José Antônio e Ruth, Storino e Elvira estarão fazendo uma formação de agente da Pastoral Familiar na sede do Município de São João da Lagoa(Pitinha). Os temas que serão tratados – Pastoral Familiar , o que é, setores e campos de atuação – Uniões consensuais com o foco no Sacramento do Matrimônio e logo após, será deixado um Plano de Ação como orientação para implantação efetivo da pastoral.

—————————————–

Dia 21 e 22 de abril os casais Storino e Elvira, Cidinei e Izelda, estarão fazendo formação de agentes da pastoral familiar em Salinas. Nesta mesma data os casais Pedro e Glorinha, José Antônio e Ruth estarão em São Francisco, para a primeira reunião preparatória do congresso da pastoral, que acontecerá lá mesmo na cidade ribeirinha. São Francisco pertence a Diocese de Januária.

———————————————

4º CONGRESSO PROVINCIAL DA FAMÍLIA, PROMOVIDO PELA PASTORAL FAMILIAR DA DIOCESE DE JANUÁRIA, NA CIDADE DE SÃO FRANCISCO.

Nos dias 17 a 19 de Agosto aconteceu em São Francisco, MG, o 4º CONGRESSO PROVINCIAL DA FAMÍLIA. O evento patrocinado pela Diocese de Januária teve o seguinte tema: “Somos cidadãos do mundo e membros da família de Deus”. Estimamos que mais de 300 pessoas participaram, a maioria casais, e a quadra do CAIC serviu para  acomodar todos.

Na Sexta feira recebemos as boas vindas do Bispo Diocesano de Januária Dom José Moreira, alegremente ele se dirigiu aos congressistas, exortando-os a refletirem sobre aquele momento tão importante para as famílias. O Casal Diocesano e também apresentador do Congresso Izael e Néia, simpaticamente conduziu todos os trabalhos de forma tranquila e cativante.

Foram palestrantes, o casal Pedro e Glorinha, representando Dom José Alberto – Arcebispo de Montes Claros, Pe. José Carlos representando Dom Tarcísio Bispo de Divinópolis e Referencial Regional Leste 2 da Pastoral Familiar, Dom José Moreira, Claudio Prates, o casal de namorados Domingos e Ludmila.

Os congressistas contaram ainda com oito oficinas: O que é Pastoral Familiar, Casais em 2ª união, MAC(encontro de jovens), Setor Pré-matrimonial da Pastoral Familiar, Mob, Catequese e Pastoral Familiar, Família Missionária, ENFIR- Encontro de Namorados Firmes, Tribunal Eclesiástico, e EC –Encontro com Viúvos(as), mães e pais solteiros.

No sábado a noite teve um momento cultural com a apresentação do folclore ribeirinho, o Grupo Cantadores da Emoção apresentou com a Folia de Reis de Joaquim Coruja. Era a tradição sendo mostrada aos visitantes.

No domingo, depois da mesa redonda, conduzida pelo casal Humberto e Valéria, de João Monlevade e representante do leste 2, aconteceu a Santa Missa presidida por Dom José Moreira e concelebradas pelos padres Germano, Daniel, Paulo, Américo, Genivaldo,Gilmar, Aniceto e Flávio. A liturgia de todo o congresso ficou sob a responsabilidade da Cidade de São Romão.

Aproveitamos aqui para parabenizar a Diocese de Januária, com todas as equipes participantes, e em especial uma equipe que não apareceu, mas foi de extrema importância, a dos hospedeiros. Fomos muito bem recebidos. A simpatia e a alegria de receber estiveram presentes dentro e fora do evento.

(Vide foto na galeria de fotos.)

ADM

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