Pastoral Familiar – – Arquidiocese de Montes Claros, MG.

Em defesa da família e da vida.

Archive for the ‘Política’ Category

Papa institui o novo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

Posted by pastoralfamiliarmoc em 7 de junho de 2016


O Papa Francisco aprovou o estatuto do novo Dicastério (ministério do Vaticano) para a Família que, entre outras coisas, irá prevenir o recurso do aborto e ajudará as mães que tenham recorrido a esta prática. O pontífice, sob proposta do Colégio dos Cardeais, que o aconselha, aprovou “ad experimentum” este novo Dicastério “para os leigos, a família e a vida”, que começará a operar em 1º de setembro deste ano, informou hoje à Santa Sé em um comunicado.

Ele assumirá as funções do Conselho Pontifício para os Leigos e pelo Conselho Pontifício para a Família.

A informação é publicada por Religión Digital, 04-06-2016 A tradução é de Henrique Denis Lucas.

O Dicastério, anunciado já em outubro passado, será presidido por um secretário, que poderia ser um leigo, articulado em três seções: para os fiéis leigos, para a família e para a vida, cada um liderado por um subsecretário.

Ele será composto por vários membros, como leigos, homens e mulheres, solteiros ou casados, de diferentes partes do mundo “para que reflitam o caráter universal da Igreja”.

O Dicastério “promove e organiza convênios internacionais e outras iniciativas, sejam relativas ao apostolado dos leigos, à instituição matrimonial ou à realidade da família e da vida no âmbito eclesiástico, seja às condições humanas e sociais dos leigos, da família e da vida humana na sociedade”.

Na seção para os fiéis leigos, o Dicastério deverá estimular a promoção da vocação e da missão destes fiéis no mundo, entre outros assuntos.

Do ponto de vista da família, promoverá a proteção pastoral à família, cuidará com dignidade os bens baseados no sacramento do matrimônio, e se posicionará a favor dos direitos e das responsabilidades dentro da Igreja e na sociedade civil.

Tudo para que “a instituição familiar possa cada vez absorver melhor suas próprias funções, tanto no âmbito eclesiástico quanto no âmbito social”.

Também irá garantir o aperfeiçoamento da doutrina sobre a família, sua divulgação na catequese e, entre outras coisas, o favorecimento “da abertura das famílias para adoção e guarda de crianças, além da proteção dos idosos.”

Quanto a seção para a vida, o Dicastério “apoia e coordena iniciativas a favor da procriação responsável da vida humana, desde a concepção até ao seu fim natural, considerando as necessidades da pessoa nos distintos estágios evolutivos”.

Esta nova entidade vai estimular “às organizações e associações que ajudam as mulheres e as famílias a acolherem e a protegerem o dom da vida, especialmente no caso de gravidez de alto risco, e a prevenir que se recorra ao aborto”.

Também irá apoiar programas e iniciativas que busquem “ajudar as mulheres que tenham abortado”, segundo consta em seu estatuto.

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/556003-papa-institui-o-novo-dicasterio-para-os-leigos-a-familia-e-a-vida

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Diálogos pró-vida, esperando neném

Posted by pastoralfamiliarmoc em 7 de junho de 2016


(pequenas lições sobre o emprego da linguagem pró-vida)

[www.providaanapolis.org.br]

Esperando neném

Isabel: Joana, que bom encontrar você! A gente não se via há dois anos, desde o dia do seu casamento. Você já tem filhos?

Joana: Ainda não, mas estou esperando neném.

Isabel (espantada): Não me diga que você está grávida!

Joana: Eu não estou grávida. Estou esperando neném.

Isabel (confusa): Como assim?

Joana: Eu e meu marido estamos ansiosos por uma gravidez. Todos os dias nós pedimos a Deus um neném. Quando eu engravidar, o neném já terá chegado. Por enquanto, estamos esperando neném.

Isabel: Ah, agora eu entendi. Quer saber de uma coisa, Joana? Eu e meu noivo somos virgens, mas também já estamos esperando neném.

Joana: Parabéns, Isabel! Isso significa que, depois do casamento, quando o neném vier, será muito bem recebido.

Isabel: Sem dúvida nenhuma, Joana. Se Deus nos conceder um neném, faremos uma festa

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Mensagem às mulheres

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de abril de 2016


Mensagem às mulheres


(“Ela será salva pela sua maternidade” – 1Tm 2,15)

[www.providaanapolis.org.br]

Dizia São João Paulo II em sua carta apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, no ano 1988:

O ser genitores – ainda que seja comum aos dois – realiza-se muito mais na mulher, especialmente no período pré-natal. É sobre a mulher que recai diretamente o ‘peso’ deste comum gerar, que absorve literalmente as energias do seu corpo e da sua alma. É preciso, portanto, que o homem seja plenamente consciente de que contrai, neste seu comum ser genitores, um débito especial para com a mulher.

Considera-se comumente que a mulher, mais do que o homem, seja capaz de atenção à pessoa concreta, e que a maternidade desenvolva ainda mais esta disposição. O homem – mesmo com toda a sua participação no ser pai – encontra-se sempre ‘fora’ do processo da gestação e do nascimento da criança e deve, sob tantos aspectos,aprender da mãe a sua própria ‘paternidade[1].

Desde criança, a mulher brinca de “mãe” e de “boneca”. Repreende com razão o seu irmão, que maltrata os passarinhos.

Entre os animais, frequentemente o macho, após o acasalamento, abandona os filhotes. A fêmea, porém, cuida deles com um instinto feroz. É capaz de arriscar a vida, enfrentando qualquer predador para defender sua ninhada.

Por abrigar durante nove meses a criança dentro de si, a mãe e o filho formam como que uma só coisa, algo que os biólogos chamam simbiose. Continuam sendo dois, mas intimamente unidos. E depois do nascimento, será ainda a mãe que vai dispor de seu corpo para produzir o leite que seu filho vai sugar, até que possa tomar alimento sólido.

A comunicação mãe-filho é algo divino. A criança sente as emoções da mãe, dorme quando ela dorme, assusta-se quando ela se assusta, ouve os sons que ela emite e acalma-se quando ela entoa alguma cantiga de ninar.

Depois de nascida a criança, a mulher é naturalmente mais jeitosa que o homem para segurá-la entre os braços. A camada de gordura que reveste a pele da mulher torna-a apta a aconchegar o neném. Sua voz não assusta o bebê, como a voz masculina, e seu rosto pode encostar-se à pele da criança sem o perigo de machucá-la, como poderia fazer a barba do pai.

É óbvio – e não deveria ser preciso reafirmar o óbvio – que a missão de gerar e defender a vida foi confiada de modo particular à mulher. Se para qualquer ser humano a visão de crianças esquartejadas e lançadas ao lixo é repugnante, muito mais o é para a mulher, que se desmancha de carinho por um bebê que chora. Não foi a filha do Faraó quem resolveu adotar Moisés quando o viu chorando num cesto que boiava sobre o rio Nilo (Ex 2,5-10)?

Por meio do profeta Isaías, Deus nos diz:

Dissera Sião: ‘Javé abandonou-me, o Senhor esqueceu-se de mim’. Pode, acaso, uma mãe esquecer o próprio filhinho, não se enternecer pelo fruto das suas entranhas? Pois bem; ainda que tais mulheres dele se esqueçam, eu,porém, não me esquecerei de ti (Is 49,14-15)[2].

No momento de dificuldade, não é o nome da mãe que a criança pronuncia instintivamente? Não é dela que a criança aprendeu a receber socorro imediato, ao contrário do pai, que se ausenta para o trabalho e nem sempre está disponível?

De tudo quanto foi exposto até agora, torna-se assombroso pensar que quem defenda com unhas e dentes a legalização do aborto sejam, em primeiro lugar, não os homens, mas as mulheres que ocupam cargos políticos. Elas são em número reduzido, mas fazem um estrago que nem todos os homens juntos são capazes de fazer. Por que será? Será que ao ingressarem na política, elas perdem de vista sua sublime vocação à maternidade?

Diz um ditado latino que “a corrupção do ótimo é péssima” (corruptio optimi pessima est). A mulher, chamada por Deus a ser a defensora número 1 da vida, quando se corrompe, torna-se pior que o homem na promoção do aborto.

Na qualidade de homem, na qualidade de alguém que não é mulher, peço a vocês, mulheres, que não se cansem de ser mulheres. Lembrem-se do que dizia São João Paulo II:

A mulher – em nome da libertação do ‘domínio’ do homem – não pode tender à apropriação das características masculinas, contra a sua própria ‘originalidade’ feminina. Existe o temor fundado de que por este caminho a mulher não se ‘realizará’, mas poderia, ao invés, deformar e perder aquilo que constitui a sua riqueza essencial. Trata-se de uma riqueza imensa. Na descrição bíblica, a exclamação do primeiro homem à vista da mulher criada é uma exclamação de admiração e de encanto, que atravessa toda a história do homem sobre a terra[3].

Mulheres, não se envergonhem de dizer que são donas de casa, que trabalham no lar. Pois a presença da mulher no lar é insubstituível e não se troca por todo o dinheiro que ela poderia ganhar trabalhando fora.

Não desejem “competir com o homem”, pois entre homem e mulher não deve haver competição e sim cooperação. Ambos foram feitos para se completarem, e não para se digladiarem. O papel que vocês desempenham junto aos filhos, acreditem, é muito mais valioso que o papel do marido que sai de casa para obter o sustento da família.

Não se sintam mal ao verem que a história costuma apresentar como grandes personagens os homens, deixando as mulheres na obscuridade. Pois os alicerces que sustentam os edifícios colossais também ficam ocultos sob a terra. E o que seria de nossas cidades se não fossem eles? Por favor, não queiram deixar de ser alicerces para se tornarem fachadas.

Não se sintam incomodadas (como se sentem as feministas) ao verem que a maior parte dos cargos públicos é ocupada pelos homens. Que seria das famílias e das crianças se todas as mulheres decidissem abandonar o seu lar e trabalhar fora? O trabalho doméstico é digno e não pode ser desvalorizado.

Não pensem que somente as mulheres são capazes de defender os interesses das mulheres, como dizem as feministas. Pois homem e mulher, chamados a se tornarem uma só carne, podem e devem defender um ao outro. Nada impede que os homens que participam da vida pública defendam as mulheres com que se casaram e a quem amam. Dizer que apenas a mulher pode defender e representar a mulher é dizer que homem e mulher são, por natureza, inimigos. Tal inimizade é totalmente alheia ao que nos ensina o Cristianismo.

Vocês, que no seio da família são o coração, não queiram ser ao lado dos homens uma segunda cabeça. Que seria de um organismo sem um coração, mas com duas cabeças? Um monstro. Assim ocorre com tantas famílias, em que a mulher, renunciando à sua ternura, resolve tornar-se um segundo homem, procurando empregos fora do lar e tentando adquirir independência econômica.

Não queiram ser independentes dos homens, pois não há homem que seja independente da mulher. Todo homem depende da mulher que cuida de seu lar, faz a sua comida, lava suas roupas e o tranquiliza em suas aflições. Se o homem é dependente da mulher, por que a mulher quererá ser independente do homem?

Não se envergonhem de ter filhos, e muitos filhos. Pois o Criador disse ao primeiro casal: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). E não é possível encher a terra com apenas dois ou três filhos. Tenham um coração de mãe, no qual , segundo o ditado, “sempre cabe mais um”. Não sejam como tantas que têm o coração tão estreito, que após o segundo filho já procuram laquear-se ou envenenar-se com anticoncepcionais.

Lembrem-se de que para a mulher, ser mãe é mais do que uma vocação: é salvação. “Ela será salva pela sua maternidade, desde que, com modéstia, permaneça na fé, no amor e na santidade” (1Tm 2,15).

Qual é o modelo de mulher? Maria. Ela é a virgem do silêncio. Em toda a Bíblia (do Novo Testamento) encontram-se pouquíssimas palavras dela. Costumava ouvir a Palavra de Deus e os acontecimentos de sua vida, meditando-os em seu coração (Lc 2,19.51). Quanto ao orgulho e à vaidade, nada mais distante de Maria. Ela chama a si mesma “serva”, e quando recebe elo gios de Isabel (cheia do Espírito Santo) transfere-os a Deus no seu cântico “Magnificat” (Lc 1,46-55). Ela disse “sim” a Deus e à Vida que seria gerada em seu seio: “Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Ela defendeu a vida de seu Filho até a morte (Jo 19,25), e morte de cruz, quando uma espada de dor lhe transpassou a alma (Lc 2,35). No domingo da Ressurreição, ao contrário das outras mulheres, ela não foi ao sepulcro procurar entre os mortos “aquele que vive” (Lc 24,5), pois acreditou que seu Filho ressuscitaria. Hoje ela está na glória, “vestida de sol, tendo a lua sob os pés e sob a cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12,1). Cheia de luz, cheia de Deus, pois “Deus é luz” (1Jo 1,5), Maria é aquela a quem o anjo um dia chamou “cheia de graça” (Lc 1,28).

Ela, que gerou o Autor da Vida, mais d o que ninguém pode conduzir as mulheres a serem fiéis a sua vocação de mães e defensoras da vida. Desta vocação, nenhuma mulher está excluída. Nem as solteiras, nem as religiosas consagradas. Pois a maternidade suprema não é aquela que consiste em trazer um filho no ventre e amamentá-lo, mas em ouvir a Palavra de Deus e pô-la em prática (Lc 8,21), como fez Maria.

Anápolis, 14 de março de 2016

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


[1] JOÃO PAULO II, Mulieris dignitatem, 1988, n. 18.

[2] Citado em Mulieris dignitatem, n. 8. Os grifos são da carta apostólica.

[3] JOÃO PAULO II, Mulieris dignitatem, 1988, n. 10.

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APROVAÇÃO DE COMISSÃO PARA LEGALIZAR ABORTO‏

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de abril de 2016


URGENTÍSSIMO: APROVAÇÃO DE COMISSÃO PARA LEGALIZAR ABORTO

Para: eduardostorino@bol.com.br
Terça feira, 1 de março de 2016 

A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA VIDA HUMANA: 

Hoje é possível anunciar com alegria não só que a reprovação ao 
aborto aumenta constantemente, ano após ano, no Brasil, há quase 
vinte anos, que a prática do aborto também diminui consistentemente, 
conforme mostram os dados do SUS referentes aos números das 
curetagens pós aborto, mas também que a defesa da vida humana no 
país ganha todos os anos um número sempre crescente de interessados. 

Repasso a todos, sem edições, em sua integridade, esta mensagem 
que acabo de receber. 

ESTA MENSAGEM PEDE QUE TODOS SE MOBILIZEM, IMEDIATAMENTE, PARA PEDIR 
AO PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS QUE IMPEÇA A IMPLANTAÇÃO DE UMA NOVA 
ARMADILHA, apresentada outra vez sob a aparência de uma 
homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que ocorrerá no próximo 
dia 8 de março, mas que nada mais é do que o estabelecimento de uma 
Comissão Permanente no Congresso Nacional para trabalhar pela 
legalização do aborto no país. 

Segue a mensagem. 

NECESSITAMOS DA AJUDA URGENTE DE TODOS. UM NOVO PROJETO CAVALO DE TRÓIA 
PODERÁ SER APROVADO ESTA SEMANA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS. 

No dia 10 de dezembro de 2015 foi protocolado na Câmara dos 
Deputados o Projeto de Resolução da Câmara 
PRC-107/2015, de autoria da Mesa Diretora da própria 
Câmara. Pelo que sabemos, o projeto poderá ser aprovado a qualquer 
momento. A data da protocolação e o modo da tramitação parecem 
sugerir que o projeto foi elaborado para ser aprovado como uma nova 
homenagem ao dia internacional da mulher que será celebrado no dia 8 
de março. Foi assim que em 2013 foi tramitada a Lei do Cavalo 
de Tróia: 

http://www.votopelavida.com/cavalodetroia.pdf 

O texto completo do Projeto, bem como a sua tramitação, podem ser 
encontrados no seguinte link: 

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2074678 

O PRC 107/2015 visa alterar o artigo 32 do Regimento 
Interno da Câmara dos Deputados para criar uma Comissão 
Permanente de Defesa dos Direitos da Mulher tendo como um dos 
principais objetivos acompanhar a aplicação dos acordos e das 
convenções internacionais relacionados com os direitos das mulheres. 
O projeto institui a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher que 
terá como objetivos 

"A COLABORAÇÃO COM ENTIDADES NÃO GOVERNAMENTAIS, NACIONAIS E 
INTERNACIONAIS, QUE ATUEM NA DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER". 

e 

"O ACOMPANHAMENTO DA APLICAÇÃO DOS ACORDOS E DAS CONVENÇÕES NACIONAIS E 
INTERNACIONAIS RELACIONADOS COM OS DIREITOS DAS MULHERES". 

Existem atualmente pelo menos três instâncias na Câmara para tratar 
os direitos das mulheres: a Comissão Parlamentar Mista Permanente 
para a Violência contra a Mulher, a Secretaria das Mulheres da 
Câmara e a Procuradoria da Mulher, também da própria Câmara. 
A instituição de uma quarta Comissão Permanente de Defesa dos 
Direitos da Mulher, tendo como objetivo "o acompanhamento da 
aplicação dos acordos e das convenções nacionais e internacionais 
relacionados com os direitos das mulheres", sinaliza de modo claro que 
esta comissão servirá basicamente para ser instrumentalizada para 
legalizar o aborto no Brasil. 

Não existem tratados internacionais assinados pelo Brasil, nem por 
nenhuma outra nação, que as obriguem a legalizar o aborto. 
Entretanto, constituíu-se nos últimos 20 anos um gigantesco 
trabalho de lobby, tanto internamente à ONU quanto a nível 
internacional, para passar aos países signatários das convenções 
internacionais de direitos humanos a informação de que eles estariam 
obrigados, devido a estes tratados, a legalizarem o aborto em seus 
países. A estratégia está descrita, em detalhes, no relatório 
intitulado "Assalto e Destruição à Vida: A alucinante aposta da 
ONU na promoção do aborto na América Latina", que pode ser 
encontrado neste endereço: 

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf 

Tudo obedece a uma estratégia conjunta adotada em meados dos anos 90 
pelos diferentes comitês da ONU que monitoram a aplicação dos 
diversos Tratados de Direitos Humanos das Nações Unidas, em 
colaboração com o Fundo de Atividades Populacionais das Nações 
Unidas (UNFPA) e diversas ONGs, coordenadas pelo Centro de 
Direitos Reprodutivos de Nova York e financiadas por conhecidas 
fundações norte americanas, como a Fundação Rockefeller, 
McArthur, Packard, Ford, Merck, entre outras. 

Graças a esta estratégia, criada em uma convenção realizada em 
1996 na ilha de Glen Cove na costa leste dos Estados Unidos, o 
Comitê de Direitos Humanos da ONU, por ocasião do exame da 
situação dos direitos humanos nos países membros das Nações 
Unidas, tem acusado de forma sistemática os países latino americanos 
de estarem violando os artigos 3, 6 e 7 do Tratado Internacional 
de Direitos Civis e Políticos, por não terem ainda legalizado o 
aborto. A falácia dos argumentos é, no entanto, quase 
inacreditável. Por exemplo, o artigo 6 do Tratado de Direitos 
Civis e Políticos afirma que 

"TODO SER HUMANO TEM DIREITO À VIDA. ESTE DIREITO DEVE SER PROTEGIDO PELA 
LEI. NINGUÉM PODE SER ARBITRARIAMENTE PRIVADO DE SUA VIDA". 

Sempre que os países membros da ONU que ainda não legalizaram o 
aborto entregam à organização seus relatórios periódicos sobre 
direitos humanos, a interpretação dada pelo Comitê, depois de 
1976, invariavelmente tem sido que, uma vez que todo ser humano 
tem direito à vida e a mulher, quando se submete a um aborto 
clandestino, está colocando sua vida em perigo, estes países estão 
violando os tratados de direitos humanos por não haverem legalizado o 
aborto. Deste modo, as Nações Unidas passaram a denunciar 
sistematicamente os países membros da ONU que não legalizaram o 
aborto por violação de 'direitos implícitos'. A finalidade da 
estratégia é a de criar uma jurisprudência crescente que force o 
surgimento de uma legislação internacional explícita que exija a 
legalização do aborto a todos os países membros da ONU. 

A estratégia já produziu resultados concretos. Na primeira década 
do século XXI o direito ao ab
orto foi instituído na Colômbia para 
três casos especiais como resultado direto do trabalho realizado nos 
Comitês da ONU. A justificativa dada à ampliação baseou-se em 
interpretações sistematicamente falaciosas dos tratados de direitos 
humanos assinados pela Colômbia, pelas quais os juízes da Suprema 
Corte se viram, ou pelo menos assim o anunciaram, obrigados a 
reconhecer o direito ao aborto com base em disposições do direito 
internacional que na realidade inexistiam. 

Maiores detalhes podem ser consultados neste documento: 

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf 

Considerando estes fatos, fica claro que já existem instâncias 
suficientes para defender os direitos da mulher na Câmara e a 
criação de uma Comissão Permanente com os objetivos mencionados 
servirá, na realidade, fundamentalmente para criar uma instância 
permanente para introduzir a legalização do aborto no país. 
Trata-se de outro cavalo de Tróia. 

O detalhe importante é que a Mesa Diretora da Câmara, que é 
autora deste projeto, é presidida pelo Deputado Eduardo Cunha, o 
deputado que, ao ser eleito para a presidência da Câmara, afirmou 
que jamais permitiria que o aborto fosse aprovado durante o seu 
mandato. Cremos que de fato ele assim o fará mas, após o término 
deste mandato, a Comissão continuará existindo e poderá ser 
livremente usada para os fins para os quais ela realmente está sendo 
criada. 

PEDIMOS A TODOS URGENTEMENTE QUE TELEFONEM E ESCREVAM AO DEPUTADO 
EDUARDO CUNHA E SEUS ASSESSORES explicando-lhe a real malícia envolvida na instituição desta nova 
Comissão e pedindo-lhe que arquive o projeto. Como presidente da 
Mesa que protocolou o projeto, o deputado tem o poder de arquivar o 
projeto tão somente por decisão de sua vontade, como poderia 
fazê-lo qualquer outro deputado que seja o próprio autor de algum 
projeto. 

PEÇA A TODOS OS SEUS CONTATOS QUE FAÇAM O MESMO, E COM URGÊNCIA. 

A URGÊNCIA É IMEDIATA. 

O projeto poderá ser votado e aprovado quarta ou quinta feira desta 
semana ou da semana que vem. 

Por envolver apenas uma modificação do Regimento Interno da 
Câmara, o projeto não necessita passar pelo Senado para ser 
aprovado, nem tampouco exige sanção presidencial. 

NÃO SE LIMITEM A ESCREVER. 

TELEFONEM E EXPLIQUEM PESSOALMENTE O 
VERDADEIRO ALCANCE DO PROJETO. 

Leiam o documento abaixo, se for necessário para embasar mais 
amplamente o diálogo: 

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf
ELEFONES E ENDEREÇOS DO DEPUTADO 
EDUARDO CUNHA, PRESIDENTE DA CÂMARA 

======================================== 

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https://www.facebook.com/DeputadoEduardoCunha/?fref=ts 

Twitter: @DepEduardoCunha 

Telefone: (0 xx 61) 3215-8000 / 3215-8004 / 
3215-8005 

Fax: (0 xx 61) 3215-8044 

E-mail: presidencia@camara.gov.br 

email: dep.eduardocunha@camara.leg.br 

Fale com o Presidente: 

http://www2.camara.leg.br/a-camara/presidencia/multimidia/fale-com-o-presidente

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Microcefalia: o novo pretexto para o aborto

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de abril de 2016


Microcefalia: o novo pretexto para o aborto

(“Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”)

 [www.providaanapolis.org.br]

Neste setor de abortos há uma corrente forte da qual participam muitos médicos, que acreditam no dogma de Hitler. O aborto deu a algumas pessoas grande poder sobre a vida e sobre a morte. Aguardamos o tempo em que a mãe terá o direito de matar o seu filho até algumas horas depois do parto normal. Quando a criança nasce a mãe deve ter a possibilidade de olhar bem para ela e ver se corresponde à sua expectativa e resolver se ela deve continuar vivendo. Isto é o ideal, o sonho, naturalmente. Mas ainda estamos muito longe do tempo em que a sociedade em seu conjunto aceite uma coisa destas. Temos que ir muito devagar.

Se se dissesse uma coisa destas logo no começo, quando entrou em vigor a Lei do Aborto, teria havido prot estos, o público teria ficado horrorizado. Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro[1].

 As palavras acima foram pronunciadas por um farmacêutico, dono de um consultório de teste de gravidez em Londres. Foram gravadas secretamente pelos jornalistas Michael Litchfield e Susan Kentish, que investigavam o que ocorria nas clínicas de aborto logo após a sua legalização na Inglaterra (o “Abortion Act”, de 1967). Esta foi uma das vezes em que os jornalistas se depararam com uma simpatia entre os praticantes do aborto e as ideias nazifascistas. Digna de nota é a frase: “Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”.

No Brasil está acontecendo algo semelhante. Em abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), deixando de considerar crime o aborto de crianças anencéfalas. Agora, com o surto do nascimento de crianças com o perímetro cefálico menor que 32 centímetros (microcefalia), fato este supostamente associado ao vírus zika, eis que aparece um grupo desejando pleitear na Suprema Corte o aborto de tais bebês de cabeça pequena[2]. E o advogado que defendeu a ignóbil causa do aborto de anencéfalos é hoje ministro do STF: Luís Roberto Barroso. Pode-se imaginar qual será o voto dele quanto à morte dos portadores de microcefalia…

 Uma jornalista portadora de microcefalia

 Não foi à toa que a jornalista Ana Carolina Cáceres, 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), portadora de microcefalia, reagiu com indignação à notícia do plano de liberar o aborto de pessoas como ela. Eis o que ela disse em entrevista à BBC Brasil:

 Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no                Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.

No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: ‘ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer’.

Ele – como muita gente hoje – estava errado.

Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.

Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).

Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma ‘geração de sequelados’ por causa da microcefalia.

Se estivesse na frente dele, eu diria: ‘Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não’.

Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais – e tem microcefalia.

As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos[3].

 Uma sobrevivente de um aborto tentado

 Tatiana Alves Baliana, 34 anos, funcionária pública de Uberlândia (MG), sobrevivente de uma tentativa de aborto, dá o seguinte testemunho:

Amados irmãos, peço-lhes um favor:

Deitem em sua cama e aconcheguem em seus cobertores, edredons e lençóis.

Durmam…

De repente, vocês têm a sensação de perder o ar, ficam ofegantes, mas como saber se é sonho ou realidade?

É a realidade e, estão perdendo o ar, não conseguem respirar e, até mesmo desfalecem…

Têm a sensação de estar caindo em um abismo, mas de repente o ar volta!!!

Ai, como é bom ter a sensação de respirar, sentir o ar encher os seus pulmões…

Sensação de vida, né?

Pois bem, lembram-se da falta de ar, da vontade constante de respirar e não poder? De cair em um abismo e não conseguir voltar?

Sim, eu sei bem o que é isto, eu passei por isto…

Passei por isto como uma criança indefesa que não tinha para onde ir ou correr…

Nasci aos 5 meses e meio de gestação em um aborto provocado por sonda, onde esta sensação que vocês tiveram, eu tive, porém com um detalhe: nasci morta.

Para a honra e glória da Santíssima Trindade, da Santíssima Virgem e de meu Santo Anjo da Guarda, eu comecei a me mexer e gritaram: O feto está vivo!

Sim, eu era um feto, para os médicos, enfermeiras e técnicos de enfermagem, eu era apenas um feto lutando pela vida, após inúmeras tentativas de aborto, até a que culminou com o meu nascimento, abandono no hospital e a m inha adoção.

Portanto amados, se vocês acham que o aborto é direito da mulher, pois “meu corpo, minhas regras”, pensem no corpo e nas regras da criança que está sendo gestada.

Só Deus sabe a minha missão e o motivo por que consegui sobreviver. Sou uma mulher feliz, pois tenho uma família maravilhosa, à qual só tenho a agradecer.

Mas, eu sei o que sinto todas as vezes que vejo notícias de abortos, ou até fotos de instrumentos usados para este infanticídio. Sinto que sou eu que estou sendo abortada, que o que aconteceu no dia 29/10/1981 está acontecendo novamente, só que desta vez com outros instrumentos, outras formas e outros jeitos.

Eu passei por isto, e não quero que nenhuma criança sofra o que eu sofri. Tente, coloque-se no lugar daquela criança. Tenho certeza que você não ficaria feliz de morrer de formas tão cruéis.

Lembre-se: Deus deu a vida e somente Ele tem o poder para tirá-la.

O primeiro inocente

 

Infelizmente, o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, célebre em Goiânia por autorizar abortos eugênicos, passou agora a defender publicamente o direito ao aborto de crianças microcéfalas. Eis suas palavras:

Se houver pedido oportuno por alguma gestante no caso de gravidez com microcefalia e zika com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, analogicamente a autorização judicial poderá ser concedida[4].

Acontece que a microcefalia não é nenhuma sentença de morte logo após o parto. Normalmente tais crianças nascem vivas (que o diga Ana Carolina Cáceres), a menos que haja alguém que queira abortá-las.

Embora o juiz Jesseir insista que o aborto deve ser avaliado “caso a caso” e que “é importante não banalizar”, não sei de um único caso em que esse magistrado tenha negado um pedido de aborto de deficientes.

Segundo Ricardo Dip, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, é conhecido o emblemático episódio — difundido até pela indústria do cinema — em que um oficial nazista, durante os processos do Tribunal de Nuremberg, explicou a um seu colega, médico e militar norte-americano, que as atrocidades do nacional-socialismo germinaram a contar do dia em que se aceitou, sem resistência, matar o primeiro inocente[5].

 Conscientemente ou não, o juiz Jesseir, após ter autorizado a morte do primeiro inocente, tem conquistado centímetro por centímetro o terreno rumo ao aborto irrestrito e ao homicídio neonatal. Talvez ele venha a descobrir isso tarde demais…

 Anápolis, 15 de fevereiro de 2016.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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Caminhar na fidelidade do Senhor

Posted by pastoralfamiliarmoc em 17 de fevereiro de 2016


“Iniciamos o Tempo Quaresmal, e nele caminhamos para a Páscoa. Junto do Senhor, passamos da morte para a vida, da guerra para a paz, da divisão para a união. O mundo é a casa de todos e, por isso, é desejo divino que vivamos verdadeiramente como irmãos e irmãs, em paz. A palavra de Deus e a Campanha da Fraternidade nos fazem compreender a história da salvação no hoje da nossa história, Caminhemos, pois, com Cristo e como irmãos verdadeiros, para a Páscoa do Senhor.”

(Semanário litúrgico – ano XLVI – nº 9 – 14.02.2016 – Ano C)

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15ª ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA DE PASTORAL FAMILIAR. TEMA: O AMOR É A NOSSA MISSÃO: A FAMÍLIA PLENAMENTE VIVA.

Posted by pastoralfamiliarmoc em 5 de novembro de 2015


PASTORAL FAMILIAR – ARQUIDIOCESE DE MONTES CLAROS

15ª ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA DE PASTORAL FAMILIAR

TEMA: O AMOR É A NOSSA MISSÃO: A FAMÍLIA PLENAMENTE VIVA

                   LEMA: FAMÍLIA: CELEIRO DE VOCAÇÕES MATRIMONIAIS E CONSAGRADAS”

 

Data: 28 e 29.11.2015                                                                      Local: Salão paroquial

Paróquia Nossa Sra.Aparecida – Catedral

28.11 – Sábado

07:30 – Acolhida (crachás – café)

08:00 – Abertura – Boas Vindas

08:20 – Oração da manhã

08:40 – 1º tema: O AMOR É A NOSSA MISSÃO : a família plenamente viva –( Dom José Alberto )

09:40 – Apresentação dos participantes

10:00 – Café

10:20 – 2º Tema: SÍNTESE DO SÍNODO – Mons. Alencar

11.20 – Trabalho de grupo

12:30 – Almoço

13:30 – Plenário

13:50 – 3º Tema : TRIBUNAL ECLESIÁSTICO

14:50 -Esclarecimento de dúvidas sobre o tema

15;10 – Trabalho de grupo em duas salas: O que é Pastoral Familiar / outros questionamentos

15:50 – Lanche

16:20 – 4º Tema: FAMÍLIA : LUGAR DO PERDÃO – Osmar e Zelina

17:20 – Momento de espiritualidade

18:00 – Encerramento

30.11 – DOMINGO

07:00 – Missa ( no local ou na Igreja)

08:30 – Café

09:00 – Dinâmica ou reflexão com vídeo motivacional (ou resultado dos cartazes)

10:00 – 5º tema: FAMÍLIA: CELEIRO DE VOCAÇÕES MATRIMONIAIS E RELIGIOSAS – Frei Valdo

11:00 – Avisos- propostas e entrega do Planejamento

12:00 – Oração, encerramento e almoço

“A própria preparação desta assembleia ( sínodo), a partir das respostas ao questionário enviado às Igrejas do mundo inteiro, nos permitiu escutar a voz de tantas experiências familiares… Cristo quis que a sua Igreja fosse uma casa com a porta sempre aberta na acolhida, sem excluir ninguém.”

(Mensagem da conclusão do Sínodo)

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Família é formada pela união entre homem e mulher, diz relator

Posted by pastoralfamiliarmoc em 3 de setembro de 2015


Fornecido por Notícias ao Minuto

O relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Estatuto da Família, deputado Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta, 2, seu relatório no qual estabelece como conceito básico de família “a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Exclui-se, portanto, o conceito de que uma família possa ser formada por pais homossexuais.

A matéria completa está na página NOTÍCIAS deste blog.

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Pai homenageado na Semana Nacional da Família – Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Montes Claros 2015

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de agosto de 2015


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CLAUDINEY MOTA, Casado com Luciana há 12 anos, pai de Lívia e Rodrigo, professor, atuante na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, onde já participou por vários anos de grupos de jovens, de orações e retiros espirituais. Atualmente participa da Pastoral Familiar, setor Pós Matrimonio e ministério de musica nas celebrações. Participou do XIII ECC .

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O AMOR É NOSSA MISSÃO: A FAMÍLIA PLENAMENTE VIVA

Posted by pastoralfamiliarmoc em 8 de agosto de 2015


pedro e glorinha foto nova

O AMOR É NOSSA MISSÃO: A FAMÍLIA PLENAMENTE VIVA                                                                                             Glorinha Mameluque

Com esse tema central, todo o Brasil comemora de 08 a 15 de agosto a Semana Nacional da Família.  É um tempo forte de reflexões e orações, em que os grupos e segmentos da Igreja Católica se unem para refletir os temas inseridos na cartilha Hora da Família, editada pela CNBB, Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família.

Em Montes Claros, como acontece em todos os anos, a Pastoral Familiar, que diga-se de passagem, é referência para todo o Brasil, elabora uma programação que inicia-se no dia 08 de agosto (sábado) com a Caminhada da Família Cristã, com saída da Praça da Catedral e término na Praça da Catedral de Nossa Senhora e São José. É uma caminhada pacífica, ordeira, com participação de crianças, jovens e adultos de todas as Paróquias da cidade. Finalizando a semana, acontece no Automovel Clube, gentilmente cedido por seu presidente, a Festa dos Pais, onde serão homenageados vários pais indicados pelas Paróquias e que se destacam nos serviços à comunidade e às famílias. Esse evento repete-se há oito anos e é revestido de completo êxito, de vez que ressalta o valor do Pai, como esteio da família e referência para os filhos.

Em outubro deste ano, acontecerá o Sínodo sobre a família, em Roma, sob o tema:

“A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo” , que tratará de vários assuntos de importância para a família e sua posição como alicerce da sociedade. Embora estejamos vivendo uma época em que há tanta violência e ameaças contra a família,faz-se necessária a união de forças para salvá-la, como bem e patrimônio da humanidade.

A propósito, em recente encontro com várias famílias, o Papa Francisco apresentou a elas algumas reflexões:

  1. O que mais pesa é a falta de amor

“Aquilo que pesa mais do que tudo isso é a falta de amor. Pesa não receber um sorriso, não ser benquisto. Pesam certos silêncios, às vezes mesmo em família, entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre irmãos. Sem amor, a fadiga torna-se mais pesada, intolerável. Penso nos idosos sozinhos, nas famílias em dificuldade porque sem ajuda para sustentarem quem em casa precisa de especiais atenções e cuidados. ‘Vinde a Mim todos os que estais cansados e oprimidos’, diz Jesus”

  1. Os perigos da família

“Os esposos cristãos não são ingênuos, conhecem os problemas e os perigos da vida. Mas não têm medo de assumir a própria responsabilidade, diante de Deus e da sociedade. Sem fugir nem isolar-se, em renunciar à missão de formar uma família e trazer ao mundo filhos.”

  1. A graça do sacramento do matrimônio

“Os sacramentos não servem para decorar a vida – mas que lindo matrimônio, que linda cerimônia, que linda festa!… Mas aquilo não é o sacramento, aquela não é a graça do sacramento. Aquela é uma decoração! E a graça não é para decorar a vida, é para nos fazer fortes na vida, para nos fazer corajosos, para podermos seguir em frente!

  1. A necessidade familiar dos cristãos

“Os cristãos casam-se sacramentalmente, porque estão cientes de precisarem do sacramento! Precisam dele para viver unidos entre si e cumprir a missão de pais. ‘Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença’. Assim dizem os esposos no sacramento.”

  1. A família é para a vida toda

“Uma longa viagem, que não é feita de pedaços, dura a vida inteira! E precisam da ajuda de Jesus, para caminharem juntos com confiança, acolherem-se um ao outro cada dia e perdoarem-se cada dia. E isto é importante! Nas famílias, saber-se perdoar, porque todos nós temos defeitos, todos! Por vezes fazemos coisas que não são boas e fazemos mal aos outros. Tenhamos a coragem de pedir desculpa, quando erramos em família.

  1. Com licença, obrigado, desculpa

“Para levar adiante uma família, é necessário usar três palavras. Três palavras: com licença, obrigado, desculpa. Três palavras-chave!”

  1. A família que ora

“Todas as famílias, todos nós precisamos de Deus: todos, todos! Há necessidade da sua ajuda, da sua força, da sua bênção, da sua misericórdia, do seu perdão. E é preciso simplicidade: para rezar em família, é necessária simplicidade! Rezar juntos o ‘Pai Nosso’, ao redor da mesa, não é algo extraordinário: é fácil. E rezar juntos o Terço, em família, é muito belo; dá tanta força! E também rezar um pelo outro: o marido pela esposa; a esposa pelo marido; os dois pelos filhos; os filhos pelos pais, pelos avós… Rezar um pelo outro. Isto é rezar em família, e isto fortalece a família: a oração.”

  1. A família conserva a fé

“As famílias cristãs são famílias missionárias. Ontem escutamos, aqui na praça, o testemunho de famílias missionárias. Elas são missionárias também na vida quotidiana, fazendo as coisas de todos os dias, colocando em tudo o sal e o fermento da fé! Guardai a fé em família e colocai o sal e o fermento da fé nas coisas de todos os dias.”

  1. A alegria da família

“A alegria verdadeira vem da harmonia profunda entre as pessoas, que todos sentem no coração, e que nos faz sentir a beleza de estarmos juntos, de nos apoiarmos uns aos outros no caminho da vida.”

10.Deus e a harmonia em meio às diferenças.

“Ter paciência entre nós. Amor paciente. Só Deus sabe criar a harmonia a partir das diferenças. Se falta o amor de Deus, a família também perde a harmonia, prevalecem os individualismos, se apaga a alegria. Pelo contrário, a família que vive a alegria da fé, comunica-a espontaneamente, é sal da terra e luz do mundo, é fermento para toda a sociedade.”

Adm Storino

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