Pastoral Familiar – – Arquidiocese de Montes Claros, MG.

Em defesa da família e da vida.

Archive for the ‘Família’ Category

O Grito Silencioso – Criança Agoniza em Aborto

Posted by pastoralfamiliarmoc em 12 de julho de 2016


Bernard Nathanson

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nathanson era filho de um bem-sucedido ginecologista. Estudou medicina na Universidade de McGill, em Montreal. Fez residência em um hospital judeu. A seguir, trabalhou no Hospital de Mulheres de Nova York, onde conheceu a realidade das mulheres que cometiam abortos clandestinos. Em 1969, fundou a Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto, tornando-se um ativo militante na luta pela ampliação do direito ao aborto em seu país.[2]

Em 1971 assumiu a direção do Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual de Nova Iorque, uma clínica obstétrica onde se realizava o maior número de abortos na cidade.[3]

Ao final de 1972 demitiu-se da clínica e foi nomeado diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital São Lucas de Nova Iorque, onde criou o serviço de Fetologia. Nesta função, a par das novas tecnologias de ultrassonografia, com as quais era possível acompanhar o desenvolvimento do feto, reviu suas convicções sobre o aborto.

Assumiu publicamente uma nova posição contra o aborto em um artigo na revista médica The New England Journal of Medicine, na qual reconhecia que há vida humana no feto. A partir de então, tornou-se ativista do movimento pró-vida.[4]

Após anos de militância no movimento pró-vida e com o apoio de um professor seu, o psiquiatra Karl Stern, bem como do padre John McCloskey, converteu-se ao catolicismo, sendo batizado em 9 de dezembro de 1996, na cripta da Catedral de São Patrício, pelo cardeal John O’Connor.

Nathanson casou-se quatro vezes, sendo que os três primeiros casamentos terminaram em divórcio. Morreu em consequência de câncer, aos 84 anos de idade

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Mãe queima filha viva no útero. Ela sobrevive! E, 29 anos depois, reage!

Posted by pastoralfamiliarmoc em 12 de julho de 2016


A história arrepiante de uma mulher que sobreviveu ao impossível e hoje luta pela cultura da vida

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Pastoral Familiar, equipe e planejamento -ARQUIDIOCESE DE MONTES CLAROS – MG PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Posted by pastoralfamiliarmoc em 9 de julho de 2016


O objetivo da Pastoral Familiar é a evangelizar as famílias e todas as famílias, como discípulos missionários de Jesus, em comunhão eclesial, partilha e corresponsabilidade, implantando profeticamente os valores do Reino nas diversas realidades sociais, dando-se maior ênfase na ação missionária e formação cristã, a partir dos mais deixados de lado na evangelização e inclusão social, para a promoção da vida plena para todos, em vista do Reino definitivo. O objetivo específico, para o ano de 2016, será priorizar a implantação da Defesa da Vida na Paróquia.

 A Pastoral Familiar na paróquia está estruturada da seguinte forma:

 – Casal Coordenador Paroquial: Júnior e Vanessa……….Telefone:3223-1291/98804-1971/98805-1972

                      e-mail: viltomiro@yahoo.com.br

– Casal Vice Coordenador Paroquial: Paulo e Silvana…….Telefone: 992414734

– Secretária Paroquial da Pastoral Familiar: Mirian………….Telefone: 991966423

– Casal Coordenador Setor Pré-Matrimônio: Rei e Eva…………….Telefone: 3223-9798/98403-1933

– Casal Coordenador Setor Pós-Matrimônio: Edvaldo e Vandilva….Telefone: 3213-2678 / 99997-4808

– Casal Coordenador Setor Casos Especiais: Reis e Socorro……….Telefone: 3213-2934/8803-7964

– Representante do Conselho Paroquial (CPP): Rei e Eva…………….Telefone: 3223-9798/8403-1933

– Representante do Conselho Com. Cintra: Júnior e Vanessa………Telefone:3223-1291/8804-1971

– Representante do Conselho Com. Lourdes: Vicente e Romilda …Telefone: 3221-4689/3222-3346

– Representante do Conselho Com. N. Sra. Fátima: Rei e Eva………Telefone: 3223-9798/8403-1933

– Representante do Conselho Com. Monte Alegre: Reis e Socorro…..Telefone: 3213-2934/8803-7964

– Representante do Conselho Com. Ipiranga: Nego e Edna………………Telefone: 3216-4906

– Representante do Conselho Com. J. Alvorada: Lenca e Enilde…….Telefone: 3213-1209/992432931

 Setor Pré – Matrimônio

 Os casais de noivos interessados em contrair o Sacramento do Matrimônio, deverão procurar a Secretaria da Paróquia Nossa Senhora da Consolação e fazer suas inscrições para participarem dos encontros semanais antes da data do casamento. Segue abaixo o calendário dos encontros de preparação para a vida matrimonial:

Para quem irá se casar nos meses Faça a inscrição até Início das Preparações Término das Preparações

ABR / MAI / JUN / JUL 27 / JAN / 2016 29/ JAN / 2016 10 / ABR / 2016

AGO / SET / OUT / NOV 25 / ABR / 2016 29 / ABR / 2016 10 / JUL / 2016

DEZ / JAN / FEV / MAR 24 / AGO / 2016 28 / AGO / 2016 20 / NOV / 2016

 Setor Pós – Matrimônio

 O setor pós-matrimônio visa trabalhar as famílias após o matrimônio, através de palestras de formação e de conscientização sobre assuntos relacionados a família. Segue abaixo o calendário dos trabalhos a serem desenvolvidos em paralelo com os demais setores da Pastoral Familiar:

Atividades  Local Data horário

Formação dos agentes da

pastoral e/ou casais interessados Salão Paroquial da Igreja Nossa da Sra. Consolação Primeira quarta-feira do mês 20h00 às 21h30

Encontro de recém-casados A definir 26/Jun/2016 07h30 às 12h00

Atividades em comemoração a

Semana Nacional da Família Em todas as comunidades da Paróquia 2ª Semana 06 a 13 / AGOSTO / 2016

 Setor Casos Especiais

 O setor dos casos especiais visa trabalhar as famílias em qualquer fase de sua vida, sejam os casais que vivem juntos sem o sacramento do matrimônio, famílias incompletas, casais de segunda união, etc.

Durante o ano o Setor Casos especiais faz a preparação dos casais que já vivem juntos e querem receber o Sacramento do matrimônio. Para estas preparações segue o calendário abaixo:

PREPARAÇÕES Datas para as inscrições Início das Preparações Término das Preparações Casamentos Comunitários na Paróquia

PRIMEIRA Dezembro / 2016 a   Janeiro / 2016 1ª Semana Fevereiro/2016 Última Semana Maio/2016 1ª Semana Junho/2016

SEGUNDA  Julho / 2016 1ª Semana Agosto/2016 Última Semana Outubro/2016 1ª Semana Novembro/2016

 Planejamento de atividades a nível paroquial da Pastoral Familiar para 2016

JANEIRO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

27 Quarta-feira Final das inscrições para a primeira preparação de noivos Secretaria Paroquial Pré-matrimônio

29 Sexta-feira Início da primeira preparação de noivos para o matrimônio Capelinha na Casa da Ajuda 20h00 às 22h00 Pré-matrimônio

29 Sexta-feira Início das inscrições para a preparação para matrimônio Secretaria Paroquial Casos especiais

FEVEREIRO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

03 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

08 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

1ª semana Início da primeira preparação dos casais para o matrimônio A definir Casos especiais

MARÇO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

02 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

14 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

20 Domingo Formação para o setor  Casos Especiais A definir Comissão Arquidiocesana

ABRIL

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

06 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

11 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

10 Domingo Final da primeira preparação de noivos para o matrimônio Capelinha na Casa da Ajuda 07h30 às 12h00 Pré-matrimônio

27 Quarta-feira Final das inscrições para a segunda preparação de noivos Secretaria Paroquial Pré-matrimônio

29 Sexta-feira Início da segunda preparação de noivos para o matrimônio Capelinha na Casa da Ajuda 20h00 às 22h00 Pré-matrimônio

 MAIO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

04 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

09 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

Última semana Final da primeira preparação dos casais para o matrimônio A definir Casos especiais

JUNHO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

Primeira semana Casamentos comunitários da primeira preparação dos casais  A definir Casos especiais

01 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

13 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

26 Domingo Encontro de recém-casados A definir Pós-matrimônio

JULHO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

06 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

11 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

10 Domingo Final da segunda preparação de noivos para o matrimônio Capelinha na Casa da Ajuda 07h30 às 12h00 Pré-matrimônio

1ª a 4ª semanas Inscrições da segunda preparação dos casais para o matrimônio A definir Casos especiais

 AGOSTO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

03 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

01 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

06 Sábado Caminhada abertura da  Semana da Família Ruas centrais de Montes Claros Comissão Arquidiocesana

1ª semana Início para segunda preparação dos casais para o matrimônio A definir Casos especiais

2ª semana – SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA 07 a 13/AGOSTO/2016 Nas comunidades TODOS SETORES

24 Quarta-feira Final das inscrições para a terceira preparação de noivos Secretaria Paroquial Pré-matrimônio

26 Sexta-feira Início da terceira preparação de noivos para o matrimônio Capelinha na Casa da Ajuda 20h00 às 22h00 Pré-matrimônio

SETEMBRO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

07 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

12 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

18 Domingo Formação para o setor Pós-Matrimônio A definir Comissão Arquidiocesana

OUTUBRO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

1ª semana – SEMANA NACIONAL  DA VIDA / DIA DO NASCITURO 01 a 08/OUTUBRO/2016 Nas comunidades TODOS SETORES

10 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

07 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

Última semana Final da segunda preparação dos casais para o matrimônio A definir Casos especiais

NOVEMBRO

DIA DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

Primeira semana Casamentos comunitários da segunda preparação dos casais  A definir Casos especiais

02 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

14 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

20 Domingo Final da terceira preparação de noivos para o matrimônio Capelinha na Casa da Ajuda 07h30 às 12h00 Pré-matrimônio

26 Sábado 16ª Assembleia Arquidiocesana da Pastoral Familiar A definir Comissão Arquidiocesana

27 Domingo 16ª Assembleia Arquidiocesana da Pastoral Familiar A definir Comissão Arquidiocesana

DEZEMBRO

DIA  DA SEMANA EVENTO LOCAL SETOR RESPONSÁVEL

07 Quarta-feira Reunião com todos os Agentes da Pastoral Familiar  Salão Paroquial da Igreja do Cintra 20h00 às 21h00 Coordenação da Pastoral Familiar

12 Segunda-feira Reunião com Comissão Arquidiocesana Centro de Apoio a Família  20h00 às 22h00 Coordenadores Paroquiais

 Casal Júnior e Vanessa

Coordenação Paroquial da Pastoral Familiar

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Papa institui o novo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

Posted by pastoralfamiliarmoc em 7 de junho de 2016


O Papa Francisco aprovou o estatuto do novo Dicastério (ministério do Vaticano) para a Família que, entre outras coisas, irá prevenir o recurso do aborto e ajudará as mães que tenham recorrido a esta prática. O pontífice, sob proposta do Colégio dos Cardeais, que o aconselha, aprovou “ad experimentum” este novo Dicastério “para os leigos, a família e a vida”, que começará a operar em 1º de setembro deste ano, informou hoje à Santa Sé em um comunicado.

Ele assumirá as funções do Conselho Pontifício para os Leigos e pelo Conselho Pontifício para a Família.

A informação é publicada por Religión Digital, 04-06-2016 A tradução é de Henrique Denis Lucas.

O Dicastério, anunciado já em outubro passado, será presidido por um secretário, que poderia ser um leigo, articulado em três seções: para os fiéis leigos, para a família e para a vida, cada um liderado por um subsecretário.

Ele será composto por vários membros, como leigos, homens e mulheres, solteiros ou casados, de diferentes partes do mundo “para que reflitam o caráter universal da Igreja”.

O Dicastério “promove e organiza convênios internacionais e outras iniciativas, sejam relativas ao apostolado dos leigos, à instituição matrimonial ou à realidade da família e da vida no âmbito eclesiástico, seja às condições humanas e sociais dos leigos, da família e da vida humana na sociedade”.

Na seção para os fiéis leigos, o Dicastério deverá estimular a promoção da vocação e da missão destes fiéis no mundo, entre outros assuntos.

Do ponto de vista da família, promoverá a proteção pastoral à família, cuidará com dignidade os bens baseados no sacramento do matrimônio, e se posicionará a favor dos direitos e das responsabilidades dentro da Igreja e na sociedade civil.

Tudo para que “a instituição familiar possa cada vez absorver melhor suas próprias funções, tanto no âmbito eclesiástico quanto no âmbito social”.

Também irá garantir o aperfeiçoamento da doutrina sobre a família, sua divulgação na catequese e, entre outras coisas, o favorecimento “da abertura das famílias para adoção e guarda de crianças, além da proteção dos idosos.”

Quanto a seção para a vida, o Dicastério “apoia e coordena iniciativas a favor da procriação responsável da vida humana, desde a concepção até ao seu fim natural, considerando as necessidades da pessoa nos distintos estágios evolutivos”.

Esta nova entidade vai estimular “às organizações e associações que ajudam as mulheres e as famílias a acolherem e a protegerem o dom da vida, especialmente no caso de gravidez de alto risco, e a prevenir que se recorra ao aborto”.

Também irá apoiar programas e iniciativas que busquem “ajudar as mulheres que tenham abortado”, segundo consta em seu estatuto.

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/556003-papa-institui-o-novo-dicasterio-para-os-leigos-a-familia-e-a-vida

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Diálogos pró-vida, esperando neném

Posted by pastoralfamiliarmoc em 7 de junho de 2016


(pequenas lições sobre o emprego da linguagem pró-vida)

[www.providaanapolis.org.br]

Esperando neném

Isabel: Joana, que bom encontrar você! A gente não se via há dois anos, desde o dia do seu casamento. Você já tem filhos?

Joana: Ainda não, mas estou esperando neném.

Isabel (espantada): Não me diga que você está grávida!

Joana: Eu não estou grávida. Estou esperando neném.

Isabel (confusa): Como assim?

Joana: Eu e meu marido estamos ansiosos por uma gravidez. Todos os dias nós pedimos a Deus um neném. Quando eu engravidar, o neném já terá chegado. Por enquanto, estamos esperando neném.

Isabel: Ah, agora eu entendi. Quer saber de uma coisa, Joana? Eu e meu noivo somos virgens, mas também já estamos esperando neném.

Joana: Parabéns, Isabel! Isso significa que, depois do casamento, quando o neném vier, será muito bem recebido.

Isabel: Sem dúvida nenhuma, Joana. Se Deus nos conceder um neném, faremos uma festa

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Diálogos pró-vida, ganhando e tendo nenén

Posted by pastoralfamiliarmoc em 6 de junho de 2016


(pequenas lições sobre o emprego da linguagem pró-vida)

[www.providaanapolis.org.br]

Ganhando e tendo neném

Visitante: Doutor, gostaria de saber informações sobre minha amiga Letícia. Ela já teve neném?

Médico: Há muito tempo. Faz cerca de nove meses que sua amiga teve neném.

Visitante (confusa): Mas doutor, ouvi dizer que ela ganhou neném ontem neste hospital…

Médico: Ela já ganhou neném há muito tempo, desde quando ficou grávida. Quando o neném dela nasceu, nós é que ganhamos.

Visitante: Certo, doutor. E quando foi que nós ganhamos o neném de minha amiga Letícia?

Médico: Nós o ganhamos ontem, às dezessete horas. É um lindo menino.

Visitante: Diga-me, doutor: se ontem minha amiga não teve neném, nem ganhou neném, que foi que ela fez?

Médico: Sua amiga deu à luz um neném. A criança que só ela tinha, agora nós a temos. A criança que só ela havia ganhado, nós agora também ganhamos.

Visitante: Posso entrar para ver o neném que nós ganhamos e temos?

Médico: Entre, por favor. Mãe e filho estão na enfermaria número quatro.

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Encontro de formação de pastoral familiar, regiões pastorais 1 e 4

Posted by pastoralfamiliarmoc em 24 de maio de 2016


(Editado)

No dia 22 de maio de 2016, foi realizada uma formação de agentes da Pastoral Familiar, na Paróquia Menino Jesus de Praga. Contou com a participação de 90 participantes. Participaram do evento as Paróquias Santos Reis, São José Operário, divino Espirito Santo, São João Batista e a paróquia anfitriã. O tema do Encontro de Pastoral foi “O abraço de misericórdia”. Dando início com a Santa Missa, presidida pelo pároco padre Pedro. O enfoque foi “casos especiais”, o padre Pedro fez a primeira palestra do tema “o abraço da misericórdia”. Foi apresentado pelo casal Cidinei e Izelda o tema “visão geral dos casos especiais” e em seguida, mesa redonda com as experiências das paróquias, !Encontro com Cristo – E.C”, “Encontro com Bom Pastor” e ‘União Consensual”. O casal Messias e Rosangela conduziu o trabalho de grupo. O padre Junior abordou o tema “Tribunal Eclesiástico”. Durante o encontro tivemos a presença do padre Wagner, coordenador de pastoral, que deixou sua mensagem de incentivo. E para encerrar o padre Geraldo pároco da paróquia São João Batista fez um momento de espiritualidade. Foi um encontro com muito aproveitamento. E muito acolhedor por parte do padre Pedro e seus agentes da pastoral familiar.

“A misericórdia de Deus nos salva: nunca nos cansemos de espalhar pelo mundo essa jubilosa mensagem” Papa Francisco

 

 

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Mensagem às mulheres

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de abril de 2016


Mensagem às mulheres


(“Ela será salva pela sua maternidade” – 1Tm 2,15)

[www.providaanapolis.org.br]

Dizia São João Paulo II em sua carta apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, no ano 1988:

O ser genitores – ainda que seja comum aos dois – realiza-se muito mais na mulher, especialmente no período pré-natal. É sobre a mulher que recai diretamente o ‘peso’ deste comum gerar, que absorve literalmente as energias do seu corpo e da sua alma. É preciso, portanto, que o homem seja plenamente consciente de que contrai, neste seu comum ser genitores, um débito especial para com a mulher.

Considera-se comumente que a mulher, mais do que o homem, seja capaz de atenção à pessoa concreta, e que a maternidade desenvolva ainda mais esta disposição. O homem – mesmo com toda a sua participação no ser pai – encontra-se sempre ‘fora’ do processo da gestação e do nascimento da criança e deve, sob tantos aspectos,aprender da mãe a sua própria ‘paternidade[1].

Desde criança, a mulher brinca de “mãe” e de “boneca”. Repreende com razão o seu irmão, que maltrata os passarinhos.

Entre os animais, frequentemente o macho, após o acasalamento, abandona os filhotes. A fêmea, porém, cuida deles com um instinto feroz. É capaz de arriscar a vida, enfrentando qualquer predador para defender sua ninhada.

Por abrigar durante nove meses a criança dentro de si, a mãe e o filho formam como que uma só coisa, algo que os biólogos chamam simbiose. Continuam sendo dois, mas intimamente unidos. E depois do nascimento, será ainda a mãe que vai dispor de seu corpo para produzir o leite que seu filho vai sugar, até que possa tomar alimento sólido.

A comunicação mãe-filho é algo divino. A criança sente as emoções da mãe, dorme quando ela dorme, assusta-se quando ela se assusta, ouve os sons que ela emite e acalma-se quando ela entoa alguma cantiga de ninar.

Depois de nascida a criança, a mulher é naturalmente mais jeitosa que o homem para segurá-la entre os braços. A camada de gordura que reveste a pele da mulher torna-a apta a aconchegar o neném. Sua voz não assusta o bebê, como a voz masculina, e seu rosto pode encostar-se à pele da criança sem o perigo de machucá-la, como poderia fazer a barba do pai.

É óbvio – e não deveria ser preciso reafirmar o óbvio – que a missão de gerar e defender a vida foi confiada de modo particular à mulher. Se para qualquer ser humano a visão de crianças esquartejadas e lançadas ao lixo é repugnante, muito mais o é para a mulher, que se desmancha de carinho por um bebê que chora. Não foi a filha do Faraó quem resolveu adotar Moisés quando o viu chorando num cesto que boiava sobre o rio Nilo (Ex 2,5-10)?

Por meio do profeta Isaías, Deus nos diz:

Dissera Sião: ‘Javé abandonou-me, o Senhor esqueceu-se de mim’. Pode, acaso, uma mãe esquecer o próprio filhinho, não se enternecer pelo fruto das suas entranhas? Pois bem; ainda que tais mulheres dele se esqueçam, eu,porém, não me esquecerei de ti (Is 49,14-15)[2].

No momento de dificuldade, não é o nome da mãe que a criança pronuncia instintivamente? Não é dela que a criança aprendeu a receber socorro imediato, ao contrário do pai, que se ausenta para o trabalho e nem sempre está disponível?

De tudo quanto foi exposto até agora, torna-se assombroso pensar que quem defenda com unhas e dentes a legalização do aborto sejam, em primeiro lugar, não os homens, mas as mulheres que ocupam cargos políticos. Elas são em número reduzido, mas fazem um estrago que nem todos os homens juntos são capazes de fazer. Por que será? Será que ao ingressarem na política, elas perdem de vista sua sublime vocação à maternidade?

Diz um ditado latino que “a corrupção do ótimo é péssima” (corruptio optimi pessima est). A mulher, chamada por Deus a ser a defensora número 1 da vida, quando se corrompe, torna-se pior que o homem na promoção do aborto.

Na qualidade de homem, na qualidade de alguém que não é mulher, peço a vocês, mulheres, que não se cansem de ser mulheres. Lembrem-se do que dizia São João Paulo II:

A mulher – em nome da libertação do ‘domínio’ do homem – não pode tender à apropriação das características masculinas, contra a sua própria ‘originalidade’ feminina. Existe o temor fundado de que por este caminho a mulher não se ‘realizará’, mas poderia, ao invés, deformar e perder aquilo que constitui a sua riqueza essencial. Trata-se de uma riqueza imensa. Na descrição bíblica, a exclamação do primeiro homem à vista da mulher criada é uma exclamação de admiração e de encanto, que atravessa toda a história do homem sobre a terra[3].

Mulheres, não se envergonhem de dizer que são donas de casa, que trabalham no lar. Pois a presença da mulher no lar é insubstituível e não se troca por todo o dinheiro que ela poderia ganhar trabalhando fora.

Não desejem “competir com o homem”, pois entre homem e mulher não deve haver competição e sim cooperação. Ambos foram feitos para se completarem, e não para se digladiarem. O papel que vocês desempenham junto aos filhos, acreditem, é muito mais valioso que o papel do marido que sai de casa para obter o sustento da família.

Não se sintam mal ao verem que a história costuma apresentar como grandes personagens os homens, deixando as mulheres na obscuridade. Pois os alicerces que sustentam os edifícios colossais também ficam ocultos sob a terra. E o que seria de nossas cidades se não fossem eles? Por favor, não queiram deixar de ser alicerces para se tornarem fachadas.

Não se sintam incomodadas (como se sentem as feministas) ao verem que a maior parte dos cargos públicos é ocupada pelos homens. Que seria das famílias e das crianças se todas as mulheres decidissem abandonar o seu lar e trabalhar fora? O trabalho doméstico é digno e não pode ser desvalorizado.

Não pensem que somente as mulheres são capazes de defender os interesses das mulheres, como dizem as feministas. Pois homem e mulher, chamados a se tornarem uma só carne, podem e devem defender um ao outro. Nada impede que os homens que participam da vida pública defendam as mulheres com que se casaram e a quem amam. Dizer que apenas a mulher pode defender e representar a mulher é dizer que homem e mulher são, por natureza, inimigos. Tal inimizade é totalmente alheia ao que nos ensina o Cristianismo.

Vocês, que no seio da família são o coração, não queiram ser ao lado dos homens uma segunda cabeça. Que seria de um organismo sem um coração, mas com duas cabeças? Um monstro. Assim ocorre com tantas famílias, em que a mulher, renunciando à sua ternura, resolve tornar-se um segundo homem, procurando empregos fora do lar e tentando adquirir independência econômica.

Não queiram ser independentes dos homens, pois não há homem que seja independente da mulher. Todo homem depende da mulher que cuida de seu lar, faz a sua comida, lava suas roupas e o tranquiliza em suas aflições. Se o homem é dependente da mulher, por que a mulher quererá ser independente do homem?

Não se envergonhem de ter filhos, e muitos filhos. Pois o Criador disse ao primeiro casal: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). E não é possível encher a terra com apenas dois ou três filhos. Tenham um coração de mãe, no qual , segundo o ditado, “sempre cabe mais um”. Não sejam como tantas que têm o coração tão estreito, que após o segundo filho já procuram laquear-se ou envenenar-se com anticoncepcionais.

Lembrem-se de que para a mulher, ser mãe é mais do que uma vocação: é salvação. “Ela será salva pela sua maternidade, desde que, com modéstia, permaneça na fé, no amor e na santidade” (1Tm 2,15).

Qual é o modelo de mulher? Maria. Ela é a virgem do silêncio. Em toda a Bíblia (do Novo Testamento) encontram-se pouquíssimas palavras dela. Costumava ouvir a Palavra de Deus e os acontecimentos de sua vida, meditando-os em seu coração (Lc 2,19.51). Quanto ao orgulho e à vaidade, nada mais distante de Maria. Ela chama a si mesma “serva”, e quando recebe elo gios de Isabel (cheia do Espírito Santo) transfere-os a Deus no seu cântico “Magnificat” (Lc 1,46-55). Ela disse “sim” a Deus e à Vida que seria gerada em seu seio: “Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Ela defendeu a vida de seu Filho até a morte (Jo 19,25), e morte de cruz, quando uma espada de dor lhe transpassou a alma (Lc 2,35). No domingo da Ressurreição, ao contrário das outras mulheres, ela não foi ao sepulcro procurar entre os mortos “aquele que vive” (Lc 24,5), pois acreditou que seu Filho ressuscitaria. Hoje ela está na glória, “vestida de sol, tendo a lua sob os pés e sob a cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12,1). Cheia de luz, cheia de Deus, pois “Deus é luz” (1Jo 1,5), Maria é aquela a quem o anjo um dia chamou “cheia de graça” (Lc 1,28).

Ela, que gerou o Autor da Vida, mais d o que ninguém pode conduzir as mulheres a serem fiéis a sua vocação de mães e defensoras da vida. Desta vocação, nenhuma mulher está excluída. Nem as solteiras, nem as religiosas consagradas. Pois a maternidade suprema não é aquela que consiste em trazer um filho no ventre e amamentá-lo, mas em ouvir a Palavra de Deus e pô-la em prática (Lc 8,21), como fez Maria.

Anápolis, 14 de março de 2016

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


[1] JOÃO PAULO II, Mulieris dignitatem, 1988, n. 18.

[2] Citado em Mulieris dignitatem, n. 8. Os grifos são da carta apostólica.

[3] JOÃO PAULO II, Mulieris dignitatem, 1988, n. 10.

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APROVAÇÃO DE COMISSÃO PARA LEGALIZAR ABORTO‏

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de abril de 2016


URGENTÍSSIMO: APROVAÇÃO DE COMISSÃO PARA LEGALIZAR ABORTO

Para: eduardostorino@bol.com.br
Terça feira, 1 de março de 2016 

A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA VIDA HUMANA: 

Hoje é possível anunciar com alegria não só que a reprovação ao 
aborto aumenta constantemente, ano após ano, no Brasil, há quase 
vinte anos, que a prática do aborto também diminui consistentemente, 
conforme mostram os dados do SUS referentes aos números das 
curetagens pós aborto, mas também que a defesa da vida humana no 
país ganha todos os anos um número sempre crescente de interessados. 

Repasso a todos, sem edições, em sua integridade, esta mensagem 
que acabo de receber. 

ESTA MENSAGEM PEDE QUE TODOS SE MOBILIZEM, IMEDIATAMENTE, PARA PEDIR 
AO PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS QUE IMPEÇA A IMPLANTAÇÃO DE UMA NOVA 
ARMADILHA, apresentada outra vez sob a aparência de uma 
homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que ocorrerá no próximo 
dia 8 de março, mas que nada mais é do que o estabelecimento de uma 
Comissão Permanente no Congresso Nacional para trabalhar pela 
legalização do aborto no país. 

Segue a mensagem. 

NECESSITAMOS DA AJUDA URGENTE DE TODOS. UM NOVO PROJETO CAVALO DE TRÓIA 
PODERÁ SER APROVADO ESTA SEMANA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS. 

No dia 10 de dezembro de 2015 foi protocolado na Câmara dos 
Deputados o Projeto de Resolução da Câmara 
PRC-107/2015, de autoria da Mesa Diretora da própria 
Câmara. Pelo que sabemos, o projeto poderá ser aprovado a qualquer 
momento. A data da protocolação e o modo da tramitação parecem 
sugerir que o projeto foi elaborado para ser aprovado como uma nova 
homenagem ao dia internacional da mulher que será celebrado no dia 8 
de março. Foi assim que em 2013 foi tramitada a Lei do Cavalo 
de Tróia: 

http://www.votopelavida.com/cavalodetroia.pdf 

O texto completo do Projeto, bem como a sua tramitação, podem ser 
encontrados no seguinte link: 

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2074678 

O PRC 107/2015 visa alterar o artigo 32 do Regimento 
Interno da Câmara dos Deputados para criar uma Comissão 
Permanente de Defesa dos Direitos da Mulher tendo como um dos 
principais objetivos acompanhar a aplicação dos acordos e das 
convenções internacionais relacionados com os direitos das mulheres. 
O projeto institui a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher que 
terá como objetivos 

"A COLABORAÇÃO COM ENTIDADES NÃO GOVERNAMENTAIS, NACIONAIS E 
INTERNACIONAIS, QUE ATUEM NA DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER". 

e 

"O ACOMPANHAMENTO DA APLICAÇÃO DOS ACORDOS E DAS CONVENÇÕES NACIONAIS E 
INTERNACIONAIS RELACIONADOS COM OS DIREITOS DAS MULHERES". 

Existem atualmente pelo menos três instâncias na Câmara para tratar 
os direitos das mulheres: a Comissão Parlamentar Mista Permanente 
para a Violência contra a Mulher, a Secretaria das Mulheres da 
Câmara e a Procuradoria da Mulher, também da própria Câmara. 
A instituição de uma quarta Comissão Permanente de Defesa dos 
Direitos da Mulher, tendo como objetivo "o acompanhamento da 
aplicação dos acordos e das convenções nacionais e internacionais 
relacionados com os direitos das mulheres", sinaliza de modo claro que 
esta comissão servirá basicamente para ser instrumentalizada para 
legalizar o aborto no Brasil. 

Não existem tratados internacionais assinados pelo Brasil, nem por 
nenhuma outra nação, que as obriguem a legalizar o aborto. 
Entretanto, constituíu-se nos últimos 20 anos um gigantesco 
trabalho de lobby, tanto internamente à ONU quanto a nível 
internacional, para passar aos países signatários das convenções 
internacionais de direitos humanos a informação de que eles estariam 
obrigados, devido a estes tratados, a legalizarem o aborto em seus 
países. A estratégia está descrita, em detalhes, no relatório 
intitulado "Assalto e Destruição à Vida: A alucinante aposta da 
ONU na promoção do aborto na América Latina", que pode ser 
encontrado neste endereço: 

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf 

Tudo obedece a uma estratégia conjunta adotada em meados dos anos 90 
pelos diferentes comitês da ONU que monitoram a aplicação dos 
diversos Tratados de Direitos Humanos das Nações Unidas, em 
colaboração com o Fundo de Atividades Populacionais das Nações 
Unidas (UNFPA) e diversas ONGs, coordenadas pelo Centro de 
Direitos Reprodutivos de Nova York e financiadas por conhecidas 
fundações norte americanas, como a Fundação Rockefeller, 
McArthur, Packard, Ford, Merck, entre outras. 

Graças a esta estratégia, criada em uma convenção realizada em 
1996 na ilha de Glen Cove na costa leste dos Estados Unidos, o 
Comitê de Direitos Humanos da ONU, por ocasião do exame da 
situação dos direitos humanos nos países membros das Nações 
Unidas, tem acusado de forma sistemática os países latino americanos 
de estarem violando os artigos 3, 6 e 7 do Tratado Internacional 
de Direitos Civis e Políticos, por não terem ainda legalizado o 
aborto. A falácia dos argumentos é, no entanto, quase 
inacreditável. Por exemplo, o artigo 6 do Tratado de Direitos 
Civis e Políticos afirma que 

"TODO SER HUMANO TEM DIREITO À VIDA. ESTE DIREITO DEVE SER PROTEGIDO PELA 
LEI. NINGUÉM PODE SER ARBITRARIAMENTE PRIVADO DE SUA VIDA". 

Sempre que os países membros da ONU que ainda não legalizaram o 
aborto entregam à organização seus relatórios periódicos sobre 
direitos humanos, a interpretação dada pelo Comitê, depois de 
1976, invariavelmente tem sido que, uma vez que todo ser humano 
tem direito à vida e a mulher, quando se submete a um aborto 
clandestino, está colocando sua vida em perigo, estes países estão 
violando os tratados de direitos humanos por não haverem legalizado o 
aborto. Deste modo, as Nações Unidas passaram a denunciar 
sistematicamente os países membros da ONU que não legalizaram o 
aborto por violação de 'direitos implícitos'. A finalidade da 
estratégia é a de criar uma jurisprudência crescente que force o 
surgimento de uma legislação internacional explícita que exija a 
legalização do aborto a todos os países membros da ONU. 

A estratégia já produziu resultados concretos. Na primeira década 
do século XXI o direito ao ab
orto foi instituído na Colômbia para 
três casos especiais como resultado direto do trabalho realizado nos 
Comitês da ONU. A justificativa dada à ampliação baseou-se em 
interpretações sistematicamente falaciosas dos tratados de direitos 
humanos assinados pela Colômbia, pelas quais os juízes da Suprema 
Corte se viram, ou pelo menos assim o anunciaram, obrigados a 
reconhecer o direito ao aborto com base em disposições do direito 
internacional que na realidade inexistiam. 

Maiores detalhes podem ser consultados neste documento: 

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf 

Considerando estes fatos, fica claro que já existem instâncias 
suficientes para defender os direitos da mulher na Câmara e a 
criação de uma Comissão Permanente com os objetivos mencionados 
servirá, na realidade, fundamentalmente para criar uma instância 
permanente para introduzir a legalização do aborto no país. 
Trata-se de outro cavalo de Tróia. 

O detalhe importante é que a Mesa Diretora da Câmara, que é 
autora deste projeto, é presidida pelo Deputado Eduardo Cunha, o 
deputado que, ao ser eleito para a presidência da Câmara, afirmou 
que jamais permitiria que o aborto fosse aprovado durante o seu 
mandato. Cremos que de fato ele assim o fará mas, após o término 
deste mandato, a Comissão continuará existindo e poderá ser 
livremente usada para os fins para os quais ela realmente está sendo 
criada. 

PEDIMOS A TODOS URGENTEMENTE QUE TELEFONEM E ESCREVAM AO DEPUTADO 
EDUARDO CUNHA E SEUS ASSESSORES explicando-lhe a real malícia envolvida na instituição desta nova 
Comissão e pedindo-lhe que arquive o projeto. Como presidente da 
Mesa que protocolou o projeto, o deputado tem o poder de arquivar o 
projeto tão somente por decisão de sua vontade, como poderia 
fazê-lo qualquer outro deputado que seja o próprio autor de algum 
projeto. 

PEÇA A TODOS OS SEUS CONTATOS QUE FAÇAM O MESMO, E COM URGÊNCIA. 

A URGÊNCIA É IMEDIATA. 

O projeto poderá ser votado e aprovado quarta ou quinta feira desta 
semana ou da semana que vem. 

Por envolver apenas uma modificação do Regimento Interno da 
Câmara, o projeto não necessita passar pelo Senado para ser 
aprovado, nem tampouco exige sanção presidencial. 

NÃO SE LIMITEM A ESCREVER. 

TELEFONEM E EXPLIQUEM PESSOALMENTE O 
VERDADEIRO ALCANCE DO PROJETO. 

Leiam o documento abaixo, se for necessário para embasar mais 
amplamente o diálogo: 

http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf
ELEFONES E ENDEREÇOS DO DEPUTADO 
EDUARDO CUNHA, PRESIDENTE DA CÂMARA 

======================================== 

Facebook: 
https://www.facebook.com/DeputadoEduardoCunha/?fref=ts 

Twitter: @DepEduardoCunha 

Telefone: (0 xx 61) 3215-8000 / 3215-8004 / 
3215-8005 

Fax: (0 xx 61) 3215-8044 

E-mail: presidencia@camara.gov.br 

email: dep.eduardocunha@camara.leg.br 

Fale com o Presidente: 

http://www2.camara.leg.br/a-camara/presidencia/multimidia/fale-com-o-presidente

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Microcefalia: o novo pretexto para o aborto

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de abril de 2016


Microcefalia: o novo pretexto para o aborto

(“Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”)

 [www.providaanapolis.org.br]

Neste setor de abortos há uma corrente forte da qual participam muitos médicos, que acreditam no dogma de Hitler. O aborto deu a algumas pessoas grande poder sobre a vida e sobre a morte. Aguardamos o tempo em que a mãe terá o direito de matar o seu filho até algumas horas depois do parto normal. Quando a criança nasce a mãe deve ter a possibilidade de olhar bem para ela e ver se corresponde à sua expectativa e resolver se ela deve continuar vivendo. Isto é o ideal, o sonho, naturalmente. Mas ainda estamos muito longe do tempo em que a sociedade em seu conjunto aceite uma coisa destas. Temos que ir muito devagar.

Se se dissesse uma coisa destas logo no começo, quando entrou em vigor a Lei do Aborto, teria havido prot estos, o público teria ficado horrorizado. Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro[1].

 As palavras acima foram pronunciadas por um farmacêutico, dono de um consultório de teste de gravidez em Londres. Foram gravadas secretamente pelos jornalistas Michael Litchfield e Susan Kentish, que investigavam o que ocorria nas clínicas de aborto logo após a sua legalização na Inglaterra (o “Abortion Act”, de 1967). Esta foi uma das vezes em que os jornalistas se depararam com uma simpatia entre os praticantes do aborto e as ideias nazifascistas. Digna de nota é a frase: “Temos que conquistar nosso terreno centímetro por centímetro”.

No Brasil está acontecendo algo semelhante. Em abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), deixando de considerar crime o aborto de crianças anencéfalas. Agora, com o surto do nascimento de crianças com o perímetro cefálico menor que 32 centímetros (microcefalia), fato este supostamente associado ao vírus zika, eis que aparece um grupo desejando pleitear na Suprema Corte o aborto de tais bebês de cabeça pequena[2]. E o advogado que defendeu a ignóbil causa do aborto de anencéfalos é hoje ministro do STF: Luís Roberto Barroso. Pode-se imaginar qual será o voto dele quanto à morte dos portadores de microcefalia…

 Uma jornalista portadora de microcefalia

 Não foi à toa que a jornalista Ana Carolina Cáceres, 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), portadora de microcefalia, reagiu com indignação à notícia do plano de liberar o aborto de pessoas como ela. Eis o que ela disse em entrevista à BBC Brasil:

 Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no                Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.

No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: ‘ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer’.

Ele – como muita gente hoje – estava errado.

Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.

Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).

Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma ‘geração de sequelados’ por causa da microcefalia.

Se estivesse na frente dele, eu diria: ‘Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não’.

Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais – e tem microcefalia.

As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos[3].

 Uma sobrevivente de um aborto tentado

 Tatiana Alves Baliana, 34 anos, funcionária pública de Uberlândia (MG), sobrevivente de uma tentativa de aborto, dá o seguinte testemunho:

Amados irmãos, peço-lhes um favor:

Deitem em sua cama e aconcheguem em seus cobertores, edredons e lençóis.

Durmam…

De repente, vocês têm a sensação de perder o ar, ficam ofegantes, mas como saber se é sonho ou realidade?

É a realidade e, estão perdendo o ar, não conseguem respirar e, até mesmo desfalecem…

Têm a sensação de estar caindo em um abismo, mas de repente o ar volta!!!

Ai, como é bom ter a sensação de respirar, sentir o ar encher os seus pulmões…

Sensação de vida, né?

Pois bem, lembram-se da falta de ar, da vontade constante de respirar e não poder? De cair em um abismo e não conseguir voltar?

Sim, eu sei bem o que é isto, eu passei por isto…

Passei por isto como uma criança indefesa que não tinha para onde ir ou correr…

Nasci aos 5 meses e meio de gestação em um aborto provocado por sonda, onde esta sensação que vocês tiveram, eu tive, porém com um detalhe: nasci morta.

Para a honra e glória da Santíssima Trindade, da Santíssima Virgem e de meu Santo Anjo da Guarda, eu comecei a me mexer e gritaram: O feto está vivo!

Sim, eu era um feto, para os médicos, enfermeiras e técnicos de enfermagem, eu era apenas um feto lutando pela vida, após inúmeras tentativas de aborto, até a que culminou com o meu nascimento, abandono no hospital e a m inha adoção.

Portanto amados, se vocês acham que o aborto é direito da mulher, pois “meu corpo, minhas regras”, pensem no corpo e nas regras da criança que está sendo gestada.

Só Deus sabe a minha missão e o motivo por que consegui sobreviver. Sou uma mulher feliz, pois tenho uma família maravilhosa, à qual só tenho a agradecer.

Mas, eu sei o que sinto todas as vezes que vejo notícias de abortos, ou até fotos de instrumentos usados para este infanticídio. Sinto que sou eu que estou sendo abortada, que o que aconteceu no dia 29/10/1981 está acontecendo novamente, só que desta vez com outros instrumentos, outras formas e outros jeitos.

Eu passei por isto, e não quero que nenhuma criança sofra o que eu sofri. Tente, coloque-se no lugar daquela criança. Tenho certeza que você não ficaria feliz de morrer de formas tão cruéis.

Lembre-se: Deus deu a vida e somente Ele tem o poder para tirá-la.

O primeiro inocente

 

Infelizmente, o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, célebre em Goiânia por autorizar abortos eugênicos, passou agora a defender publicamente o direito ao aborto de crianças microcéfalas. Eis suas palavras:

Se houver pedido oportuno por alguma gestante no caso de gravidez com microcefalia e zika com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, analogicamente a autorização judicial poderá ser concedida[4].

Acontece que a microcefalia não é nenhuma sentença de morte logo após o parto. Normalmente tais crianças nascem vivas (que o diga Ana Carolina Cáceres), a menos que haja alguém que queira abortá-las.

Embora o juiz Jesseir insista que o aborto deve ser avaliado “caso a caso” e que “é importante não banalizar”, não sei de um único caso em que esse magistrado tenha negado um pedido de aborto de deficientes.

Segundo Ricardo Dip, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, é conhecido o emblemático episódio — difundido até pela indústria do cinema — em que um oficial nazista, durante os processos do Tribunal de Nuremberg, explicou a um seu colega, médico e militar norte-americano, que as atrocidades do nacional-socialismo germinaram a contar do dia em que se aceitou, sem resistência, matar o primeiro inocente[5].

 Conscientemente ou não, o juiz Jesseir, após ter autorizado a morte do primeiro inocente, tem conquistado centímetro por centímetro o terreno rumo ao aborto irrestrito e ao homicídio neonatal. Talvez ele venha a descobrir isso tarde demais…

 Anápolis, 15 de fevereiro de 2016.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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