Pastoral Familiar – – Arquidiocese de Montes Claros, MG.

Em defesa da família e da vida.

Archive for fevereiro \17\UTC 2016

Caminhar na fidelidade do Senhor

Posted by pastoralfamiliarmoc em 17 de fevereiro de 2016


“Iniciamos o Tempo Quaresmal, e nele caminhamos para a Páscoa. Junto do Senhor, passamos da morte para a vida, da guerra para a paz, da divisão para a união. O mundo é a casa de todos e, por isso, é desejo divino que vivamos verdadeiramente como irmãos e irmãs, em paz. A palavra de Deus e a Campanha da Fraternidade nos fazem compreender a história da salvação no hoje da nossa história, Caminhemos, pois, com Cristo e como irmãos verdadeiros, para a Páscoa do Senhor.”

(Semanário litúrgico – ano XLVI – nº 9 – 14.02.2016 – Ano C)

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ATA DA REUNIÃO DE COORDENADORES PAROQUIAIS

Posted by pastoralfamiliarmoc em 17 de fevereiro de 2016


PASTORAL FAMILIAR – ARQUIDIOCESE DE MONTES CLAROS

ATA DA REUNIÃO DE COORDENADORES PAROQUIAIS

Data: 15/02/2016

Local: Centro de Orientação Familiar

A reunião iniciou-se com o canto “A nós descei” e a oração do Espírito Santo. Em seguida foi feita a dinâmica para apresentação dos participantes e mensagens com objetos. Em seguida, foi lido pelos presentes o texto “Ministério da Coordenação” e logo após o “Planejamento para 2016” discutindo-se alguns pontos. Como consta uma formação para Casos especiais, a coordenadora pediu sugestões para o local, ficando o coordenador da Paróquia Rosa Mística encarregado de verificar a possibilidade de sediar esta formação. Outros assuntos foram discutidos, como: encontros setoriais, presença da comissão arquidiocesana nas reuniões paroquiais e sugestões para a formação dos Casos especiais. Outros assuntos foram comentados, como a dificuldade que alguns agentes ainda encontram para seguir as cartilhas , ficando evidenciada a importância das mesmas que são utilizadas em todo o país e que deverão ser seguidas em nossa Arquidiocese. Foi lembrado pelo coordenador Messias que as Paróquias devem começar ao no com entusiasmo e vigor missionário, colocando a Comissão Arquidiocesana à disposição para ajuda-las no que for preciso. Compareceram à reunião as seguintes Paróquias: São Sebastião, Nossa Sra. da Consolação, Nossa Sra. de Fátima, Nossa Sra.Rosa Mística, São José  Operário e Nossa Sra. do Carmo. Encerrou-se a reunião com a oração da Campanha da Fraternidade e a Ave  Maria.

Montes Claros, 16 de fevereiro de 2016.

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Eis o tempo de conversão!

Posted by pastoralfamiliarmoc em 11 de fevereiro de 2016


       “Tempo da Quaresma, tempo de conversão. O Senhor nos chama para a relação profunda do de amor com Ele e com os irmãos e irmãs, através do jejum, da oração e da penitência. Cristo também nos chama a sua misericórdia, para que Ele nos reconcilie com o Pai. Convida-nos a recuperar nossa condição e dignidade de filhos e filhas de Deus. Caminhemos, pois, com o Cristo para que sejamos também ressuscitados com Ele.”

(Semanário litúrgico – ano XLVI – nº 8 – 10.02.2016 – Ano C)

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Quaresma – oração, jejum, caridade.

Posted by pastoralfamiliarmoc em 9 de fevereiro de 2016


Você que quer jejuar nessa Quaresma, veja a seguir:

Eduardo Storino

É a grande oportunidade de fazermos um jejum verdadeiro. Deixar de comer isso ou aquilo que gostamos por alguns dias, não nos fará melhor na convivência com os irmãos. Não nos trará com certeza, uma melhoria pessoal e aos olhos de Deus(sem estar julgando), penso que Ele espera mais de nós.

Vi na internet algo que classifiquei como “guia quaresmal” que reproduzo abaixo. Não achei o(a) autor(a) para agradecer-lhe pelo trabalho, mas tenho certeza que a intenção era de ajudar outras pessoas, e então me dispus a publicar.

O “guia” oferece várias opções, entre elas uma ou mais escolhida com certeza me tornará melhor cristão.

  1. Jejue de julgar os outros e descubra o Jesus que vive neles.
  2. Jejue de palavras que ferem e farte-se de frases que purificam.
  3. Jejue de descontentamentos, e viva cheio de gratidão.
  4. Jejue de ofensas e angústias e farte-se de mansidão e paciência.
  5. Jejue de pessimismo e encha de esperança e otimismo.
  6. Jejue de preocupações e satisfaça-se de confiança em Deus.
  7. Jejue de lamúrias e queixas e satisfaça-se com as coisas simples da vida.
  8. Jejue de pressões e farte-se da oração.
  9. Jejue da tristeza e da amargura e encha seu coração de alegria.
  10. Jejue do egoísmo e encha-se de compaixão pelos outros.
  11. Jejue de rancores e encha-se de atitude de reconciliação.
  12. Jejue de palavras e viva de silêncio para escutar os outros.
  13. Jejue de pensamentos de fraqueza e encha-se de promessas que inspiram.
  14. Jejue de tudo o que lhe afaste de Jesus e procure que dEle lhe aproxima.

 

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Eugenia volta a ordem do dia

Posted by pastoralfamiliarmoc em 5 de fevereiro de 2016


ONU defende direito ao aborto em países atingidos pelo Zika

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

O alto-comissário de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Zeid Ra’ad Al Hussein, defendeu hoje (5) que países com surto do vírus Zika autorizem o direito ao aborto em casos de infecção em gestantes, uma vez que o quadro pode estar relacionado ao aumento de bebês diagnosticados com microcefalia.

Segundo Hussein, garantir os direitos humanos de mulheres nesse contexto é essencial para que a resposta à emergência em saúde pública relacionada ao Zika seja efetiva. “Isso requer que os governos garantam às mulheres, homens e adolescentes o acesso a informações e serviços de saúde reprodutiva e sexual abrangentes e de qualidade, sem discriminação”, disse, durante coletiva de imprensa em Genebra.

Ainda de acordo com o porta-voz da ONU, os serviços em questão envolvem a contracepção (incluindo a oferta de pílula do dia seguinte), a saúde materna e o aborto seguro e legal. “Claramente, conter a epidemia de Zika é um grande desafio para os governos na América Latina”, disse. “Entretanto, a orientação de alguns governos para que mulheres adiem a gravidez ignora a realidade de que muitas delas simplesmente não podem exercer controle sobre quando e em que circunstâncias ficar grávida.”

Por meio de nota, a própria ONU reforçou que, em meio à contínua propagação do vírus Zika pelo mundo, autoridades devem garantir que as respostas em saúde pública estejam em conformidade com suas obrigações no campo de direitos humanos. A entidade destacou ainda que uma relação causal entre os casos de infecção pelo vírus, a microcefalia e casos de Síndrome de Guillain-Barré ainda estão sendo investigados.

Edição: Lílian Beraldo

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A Igreja e o carnaval: o cristão pode “brincar” o carnaval?

Posted by pastoralfamiliarmoc em 2 de fevereiro de 2016


O CRISTÃO PODE participar das festas do carnaval? Muitos o perguntam, todos os anos, e há muita confusão a respeito do assunto. A dificuldade está no fato de que a Igreja não tem uma prescrição oficial a respeito, ao menos não há documento que fale explicitamente, textualmente, do carnaval propriamente dito. Ou será que a realidade não é bem essa?

Antes de tudo, precisamos reconhecer que existem festejos e grupos carnavalescos, principalmente em cidades interioranas e em Estados fora do eixo Rio-São Paulo, que comemoram o carnaval de maneira tranquila e saudável, e não é impossível encontrar ambientes onde se toque música decente e se encontrem pessoas que querem apenas descontrair, sem necessariamente cair nos abusos. Claro que não há pecado em se reunir com amigos e festejar o feriado, ou mesmo em procurar algum clube familiar para se divertir um pouco. Este artigo procura tratar o carnaval a partir de um ponto de vista mais genérico. Estamos falando daquilo que mais comumente se entende por carnaval, de suas origens e suas consequências.

Esclarecidos estes pontos, afora exceções e falsos moralismos, vemos que não é assim tão difícil  responder à pergunta que dá título a esta postagem, afinal. Enquanto cristãos, temos direito à hipocrisia? Até que ponto? E até que ponto é correto dizer que a Igreja silencia quanto ao tema carnaval?

É verdade que os documentos oficiais da Igreja não falam literalmente, como dissemos, do carnaval; mas diversos deles tratam, sim senhor, da obrigação que temos de evitar as ocasiões de pecado, e do quanto é isso importante. Ocasião de pecado é toda circunstância, coisa, lugar ou pessoa que estimule as paixões humanas, seduzindo a pessoa a pecar. – E atire a primeira pedra quem for capaz de afirmar, conscienciosamente, que os bailes e festas de carnaval atuais não são ocasiões mais do que propícias para todo tipo de pecado.

Não. Não há como negar que, falando no linguajar atual, os bailes e festas de carnaval que temos hoje são “mega-ocasiões” para o pecado! Vemos assim como a questão não é tão complexa. Na realidade, estamos tratando de coisa muito simples.

Verdadeiramente, segundo a Sã Doutrina de sempre da Igreja Católica, sob o patrocínio de Santo Afonso Maria de Ligório, “expor-se a uma ocasião próxima de pecado mortal, que se poderia evitar, já é pecado mortal de imprudência“.

E é por esse caminho que vemos, hoje, a cristandade como que a se derreter, aniquilando-se a si mesma, como cera próxima do fogo. A necessária reforma das consciências cristãs requer necessariamente que se restitua às almas o horror pelo pecado. Não é possível querer ser cristão e continuar brincando com a própria salvação eterna, expondo-se aos sutis laços do inferno que são as ocasiões próximas de pecado. Assim, pergunta a Sagrada Escritura: “Pode alguém caminhar sobre brasas sem queimar os próprios pés?” (Pr 6,28).

E como já dizia um velho e experiente diretor de almas: “Em fugir ou não fugir da ocasião, consiste o cair ou não cair no pecado”. E este mesmo autor faz uma curiosa observação:

Somos muitas vezes nós que tentamos ao diabo! Por quê? Porque somos nós os que buscamos a ocasião, os que chamamos por ela; e buscar a ocasião em vez de ela nos buscar é, em vez de o diabo nos tentar a nós, tentarmos nós ao diabo…” (Pe. Manuel Bernardes, Sermões e Práticas, II)

Nada auxilia tanto os planos do demônio quanto as ocasiões de pecado. São como que as emboscadas onde a todo momento aquela antiga serpente prepara o bote. Logo não há outra alternativa para o homem: ou a fuga das más ocasiões ou a morte espiritual.

Adverte-nos, ainda, Sto. Afonso de Ligório:

Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: ‘infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!’. (…) O Espírito Santo diz: ‘Quem ama o perigo, nele perecerá’ (Eclo 3,27). Segundo Sto. Tomás, a razão disso é que Deus nos abandona no perigo quando a ele nos expomos deliberadamente ou dele não nos afastamos. S. Bernardino de Sena diz que dentre todos os conselhos de Jesus Cristo, o mais importante e como que a base de toda a religião, é aquele pelo qual nos recomenda a fuga da ocasião de pecado.
(…) S. Pedro nos afirma que o demônio rodeia cada alma para ver se a pode tragar: ‘Vosso adversário, o demônio, vos rodeia como um leão que ruge, procurando a quem devorar’ (1Pd 5,8). S. Cipriano, explicando essas palavras, diz que o demônio espreita uma porta por onde possa entrar na alma; logo que se oferece uma ocasião perigosa, diz consigo mesmo: ‘Eis a porta pela qual poderei entrar’, e imediatamente sugere a tentação. Se então a alma se mostrar indolente para fugir da tentação, cairá seguramente, em especial se se tratar de um pecado impuro. É a razão por que ao demônio mais desagradam os propósitos de fugirmos das ocasiões de pecado, que as promessas de nunca mais ofendermos a Deus, porque as ocasiões não evitadas tornam-se como uma faixa que nos venda os olhos para não vermos as verdades eternas, as formas das coisas santas e as promessas feitas a Deus.
(…) É verdade que Deus atende a quem Lhe suplica, mas não poderá atender à oração daquele que conscientemente se expõe ao perigo e não o deixa, apesar de o conhecer.
(…) Ó Deus, quantos cristãos existem que, apesar de levarem uma vida piedosa, caem finalmente e obstinam-se no pecado, só porque não querem evitar a ocasião próxima do pecado impuro. Por isso nos aconselha S. Paulo (Fl 2,12): ‘Com temor e tremor operai a vossa salvação’. Quem não teme e ousa expor-se às ocasiões perigosas, principalmente quando se trata do pecado impuro, dificilmente se salvará.”
(LIGÓRIO, Santo Afonso Maria. Escola da Perfeição Cristã, comp. de textos do Santo Doutor pelo Padre Saint-Omer, CSSR, 4ª edição, Petrópolis: Vozes, 1955, pp. 44-48

http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/a-igreja-e-o-carnaval-o-cristao-pode.html

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