Pastoral Familiar – – Arquidiocese de Montes Claros, MG.

Em defesa da família e da vida.

Archive for janeiro \24\UTC 2016

Rito do Lava-pés: também as mulheres poderão ser escolhidas

Posted by pastoralfamiliarmoc em 24 de janeiro de 2016


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco decidiu fazer uma mudança nas rubricas do Missal Romano relativas ao Rito do “Lava pés” contido na Missa da Santa Ceia: de agora em diante, entre as pessoas escolhidas pelos pastores poderão ser incluídas também as mulheres.

 O Papa explica sua decisão numa Carta endereçada ao prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Cardeal Robert Sarah. Por conseguinte, o referido Dicastério vaticano emitiu um Decreto a propósito.

Expressar a caridade sem limites de Jesus

“Expressar plenamente o significado do gesto realizado por Jesus no Cenáculo, o seu doar-se ‘completamente’, para a salvação do mundo, a sua caridade sem limites”: com essas palavras, o Papa Francisco explica, na Carta ao Cardeal Sarah, a decisão de modificar a rubrica do Missal Romano que indica as pessoas escolhidas para receber o “Lava-pés” durante a Missa da Santa Ceia, na Quinta-feira Santa.

Incluídas as mulheres entre os fiéis escolhidos

A decisão do Papa, tomada “após atenta ponderação”, explica o próprio Pontífice, faz de modo que “de agora em diante os pastores da Igreja possam escolher os participantes para o rito entre todos os membros do povo de Deus”.

Efetivamente, se antes estes deviam ser homens adultos ou jovens, agora – explica o decreto da Congregação para o Culto Divino – poderão ser quer homens, quer mulheres, “convenientemente jovens e idosos, sadios e doentes, clérigos, consagrados e leigos”, incluídos casados e solteiros.

“Esse pequeno grupo de fiéis deverá representar a variedade e a unidade de cada porção do povo de Deus”, ressalta o Dicastério, sem especificar o seu número.

Explicar adequadamente aos escolhidos o significado do rito

Ademais, o Santo Padre recomenda que “seja dada aos escolhidos uma adequada explicação do significado do próprio rito”. Cabe a estes – escreve o secretário da Congregação para o Culto Divino, Dom Arthur Roche, num artigo para o L’Osservatore Romano – oferecer com simplicidade a sua disponibilidade.

“Cabe a quem cuida das celebrações litúrgicas preparar e dispor todo necessário para ajudar todos a participar frutuosamente deste momento: a vida de todo discípulo do Senhor é memorial (anamnesi) do ‘mandamento novo’ ouvido no Evangelho.”

Gesto já realizado pelo Papa Francisco

Vale recordar que o Papa Francisco já realizou o rito do Lava-pés com a participação de algumas mulheres, por exemplo, na Quinta-feira Santa do ano passado, quando celebrou, em Roma, a missa da Ceia do Senhor no Cárcere de Rebibbia. (RL)

(from Vatican Radio)      

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Papa: nenhuma confusão entre matrimônio e outras uniões

Posted by pastoralfamiliarmoc em 24 de janeiro de 2016


2016-01-22 Rádio Vaticana

 

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco concluiu sua série audiências, na manhã desta sexta-feira, recebendo, na Sala Clementina, no Vaticano, os membros do Tribunal da Rota Romana por ocasião da Inauguração do Ano Judiciário.

Antes da audiência Pontifícia, o Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, presidiu, na Capela Paulina, à celebração Eucarística aos membros do Tribunal Apostólico da Rota Romana.

Em seu discurso, aos presentes, o Papa recordou, inicialmente, o objetivo do Tribunal da Rota Romana que é auxiliar o Sucessor de Pedro para que a “Igreja, inseparável da família”, continue a proclamar o desígnio de Deus, Criador e Redentor, sobre a “sacralidade e beleza do instituto familiar”.

O Tribunal da Rota Romana é definido como “tribunal da família”, aliás, completou o Papa, “ela é o tribunal da verdade do vínculo sagrado”. Neste sentido, a Igreja mostra o amor misericordioso de Deus às famílias, proclama a irrenunciável verdade do matrimônio, segundo os desígnios de Deus. Ela deve indicar ao mundo que “não pode haver confusão entre a família, querida por Deus, e qualquer outro tipo de união”:

“A família, fundada no matrimônio indissolúvel, unitivo e procriador, pertence ao sonho de Deus e da sua Igreja para a salvação da humanidade. A Igreja é e deve ser a família de Deus. Com renovado sentido de responsabilidade, ela continua a propor o matrimônio nos seus elementos essenciais: descendência, bem dos cônjuges, unidade, indissolubilidade e sentido sacramental”.

A este respeito, Francisco insistiu sobre o aspecto pastoral, que envolve todas as estruturas eclesiais para uma adequada preparação matrimonial; pediu aos Juízes do Tribunal da Rota Romana para avaliar, com atenção, os erros concernentes ao sacramento do Matrimônio, sua unidade e indissolubilidade.

O Papa concluiu seu discurso pedindo a intercessão de Nossa Senhora e São José a fim de que obtenham para a Igreja um maior crescimento no espírito familiar e para as famílias sentir-se, cada vez mais, parte viva e ativa do Povo de Deus. (MT)

(from Vatican Radio)

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Papa Francisco ‏@Pontifex_pt · 22 de jan

Posted by pastoralfamiliarmoc em 24 de janeiro de 2016


Na sociedade hodierna, em que o perdão é tão raro, torna-se cada vez mais importante a misericórdia

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Batismo

Posted by pastoralfamiliarmoc em 24 de janeiro de 2016


Pertença
O batismo nos faz membros do único corpo de Cristo, que é sua Igreja. Ele é um dom maravilhoso, embora muitos não tenham percepção para avaliá-lo de modo suficiente. É como nascer. A vida é dom especial de Deus, que não merecemos e nada fizemos por obtê-la. O nascimento para a vida presente e a eterna feliz é dado pelo batismo instituído pelo Filho de Deus. Ele nos aplica o direito de filhos adotivos. O único filho natural de Deus, que tem a natureza divina, é Jesus. Mas o Pai dele nos trata e nos aceitará na vida eterna com Ele se nos parecermos com o Filho natural. Isso nos é possibilitado pelo batismo, com a condição de sermos coerentes em viver como Jesus, ou seja, praticando o que Ele fez e nos ensinou a realizar. Isto se dá na realização da justiça, da fraternidade, da ética, da solidariedade, da misericórdia, do perdão, da mútua colaboração, do respeito ao outro e às diferenças, enfim, na vida de amor.
Quem é da família de Deus pelo batismo, vive o sentido de pertença, ou seja, assume a própria família com amor, dedicação, colaboração. Segue seus ensinamentos. Respeita a autoridade. Compromete-se em ensinar aos outros o amor e a prática da caridade. Forma a família com os critérios do Evangelho. Promove a boa política, fazendo-a verdadeiro serviço ao bem comum e à inclusão social dos mais deixados de lado. Só vota em quem tem bom  caráter e demonstra, pela vida, a coerência com o cargo assumido e a grandeza moral de realmente servir a sociedade. Não cede a nenhum tipo de ilicitude. Não compactua com a desonestidade. Dá de si pelo bem do semelhante. Ajuda a comunidade religiosa a evangelizar.
Há quem pertence oficialmente à família cristã, mas se exclui dela pela prática contrária a Cristo e sua Igreja. Há também os que não são oficialmente membros dela, por não terem a graça da fé explicitada pelo batismo e a comunhão de vida nas práticas litúrgicas. Mas indiretamente são seus membros pela coerência com a mesma ética e vivência dos valores coincidentes com o Evangelho. São pessoas respeitáveis pela sua conduta e seu serviço prestado ao próximo, à semelhança de Cristo.
S. Paulo fala das diferentes pessoas com funções variadas. Mas todas pertencem ao mesmo corpo de Cristo. Elas devem ser respeitadas nas suas diferentes realidades. São verdadeiros dons de Deus para o serviço diversificado, mas para ajudar o corpo todo da Igreja. Ele cita os apóstolos, com o dom da coordenação e do pastoreio; os profetas, incumbidos de comunicar o que é de Deus; os catequistas que ensinam a Palavra; os que fazem milagres, as obras sociais, a administração, a comunicação das línguas… (Cf. 1 Cor 12,27030). Todos são importantes, mas unidos na pertença comum à Igreja do Senhor.
A alegria de se sentir membro consciente e importante da comunidade religiosa leva a pessoa a exercer sua missão de iluminar a sociedade para enxergar o caminho do bem, da justiça, da grandeza e do valor da vida e da dignidade humana, construindo uma sociedade solidária, em busca da vida eterna! Um se preocupa com o outro e todos se preocupam com o bem da sociedade, implantando os valores e critérios do Evangelho!
D. José Alberto Moura, CSS
Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, MG
 http://www.arquimoc.com/

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Carta a um juiz

Posted by pastoralfamiliarmoc em 19 de janeiro de 2016


(“Vós sois deuses… contudo, morrereis como um homem qualquer” Sl 81,6-7)

Prezado juiz Jesseir Coelho de Alcântara.

Permite-me tratar-te por “tu” em vez de “Vossa Excelência”, sem que isso queira significar nenhuma falta de respeito.

Tu deves ter-te emocionado pelo recém-nascido encontrado no centro de Goiânia em 22 de dezembro de 2015, dentro de dois sacos de lixo, debaixo de uma árvore da Rua 01. A criança foi encontrada por um casal, socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada até o Hospital Materno Infantil, onde os servidores, emocionados, deram-lhe o nome de Manoel, “Deus conosco”. O bebê teve alta no dia de Natal, 25 de dezembro, com uma lista extensa de pessoas querendo adotá-lo[1]. Que alegria, para um juiz como tu, da 1ª vara de crimes dolosos contra a vida, ver que uma pessoa foi salva de uma tentativa de homicídio!

(Vide a matéria completa na página de “Notícias” deste blog)

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Papa Francisco @Pontifex_pt O Evangelho convida-nos a ser o «próximo» dos pobres e abandonados, para lhes dar uma esperança concreta.

Posted by pastoralfamiliarmoc em 19 de janeiro de 2016


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Você sabe o que é um banheiro que “respeita a identidade de gênero”?

Posted by pastoralfamiliarmoc em 16 de janeiro de 2016


Uma das notícias que mais desmascara a ideologia de gênero é a confusão a respeito dos banheiros que, segundo  o publicado no Diário Oficial da União do dia 06 de março de 2015, devem respeitar a identidade de gênero, impendindo o que a resolução chama de “segregação por gênero” e que nós, a grande maioria de pessoas que não compactuamos com esta nefasta ideologia, chamamos de separação por sexo.  Em meio a esta batalha ideológica, como fica a segurança de mulheres de carne e osso, impedidas de contar com o mínimo de privacidade e segurança ao fazer uso de banheiros públicos? E a integridade física e moral de nossas crianças, utilizando banheiros públicos longe da presença dos pais e sem poder se defender de eventuais abusos? Neste vídeo, mulheres discutem questões como essas:

 http://www.rededefesadafamilia.com.br/voce-sabe-o-que-e-um-banheiro-que-respeita-a-identidade-de-genero/

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Escolas de BH adotam banheiros unissex para crianças e deixam pais revoltados – via Rádio Itatiaia

Posted by pastoralfamiliarmoc em 15 de janeiro de 2016


 

O cumprimento de uma lei federal de junho de 2014, conhecida como Ideologia de Gênero, deixa pais de alunos de escolas municipais de Belo Horizonte revoltados  e preocupados. Conforme a legislação, escolas podem adotar banheiros unissex para crianças. A medida já estaria sendo aplicada em algumas Unidades Municipais de Educação Infantil (UMEIs) da capital.

Os pais e responsáveis consideram que a situação causa constrangimento e interfere na maneira de cada família educar e orientar os filhos.

O vereador Joel Moreira (PTC) pedirá uma audiência pública para discutir o problema. Enquanto isso, pais convivem com situações constrangedoras. O professor Flávio Fonseca integra o Observatório Interamericano de Biopolítica, órgão que luta contra a tendência da ideologia de gênero no sistema de educação do Brasil.

“Ficamos muito preocupados com a situação ocorrida quando um amigo observou, ao buscar o filho na escola, que a criança tinha urinado na roupa, o que normalmente não ocorria. O filho relatou para o pai que ele estava com vergonha e intimidado de ter que usar o banheiro junto com meninas”, contou Flávio. A situação ocorreu na Umei do Bairro Santa Branca, em Belo Horizonte.

Flávio conta ainda que o pai foi até a escola para conversar com o diretor. No primeiro momento, o responsável pela Umei disse apenas que estava seguindo orientações da secretaria municipal de educação. Posteriormente, mudou a postura.

“Uma semana depois, em reunião com os pais, ele expôs a situação para todos, que ficaram muito alarmados porque não foram comunicados sobre essa ação. Como os pais ficaram muitos indignados, o diretor voltou com as plaquinhas, uma vez que meu amigo tinha observado que eles tinham tirado as placas de banheiros masculino e feminino e colocado todos unissex”, disse Flávio.

Além do constrangimento, Flávio Fonseca diz que a ideologia de gênero pode causar transtornos graves na formação da criança. “Na verdade, existe um esvaziamento do conceito de homem e mulher. É uma separação do sexo biológico com o papel social”, argumenta.

Escolas de BH adotam banheiros unissex para crianças e deixam pais revoltados – via Rádio Itatiaia

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Papa Francisco ‏@Pontifex_pt · 8 de jan

Posted by pastoralfamiliarmoc em 12 de janeiro de 2016


Quando o mundo dorme no conforto e no egoísmo, a missão cristã é ajudá-lo a acordar

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Amor Matrimonial

Posted by pastoralfamiliarmoc em 12 de janeiro de 2016


Amor Matrimonial

Os atrativos sentimental e sexual são parte importante de todo ser humano. Ninguém é isento da interação da sensibilidade e afeição para com o outro para se sentir aceito, amado e também amar, a não ser em casos eminentemente patológicos. Mesmo nesses a pessoa sente necessidade de ser atendida em suas necessidades afetivas.

Na relação de uns e outros a libido se manifesta com a vontade de interação. Essa pode dar-se de diversas maneiras, conforme a administração dos impulsos instintivos e reflexivos das pessoas. Para a pessoa se encaminhar para a vida a dois no matrimônio, além do atrativo sensual, ela vai conhecer mais ou menos o parceiro do outro sexo. Vai examinar a possibilidade de convivência, com um objetivo comum de busca de realização no mútuo apoio, no decorrer da vida. Se a preparação for aprofundada, vai-se trabalhar não somente com o atrativo externo e o conhecimento de interesse de doação total de um para o outro, mas também vão se conhecer as personalidades, os valores a serem vividos na inter-ajuda e o objetivo transcendente a ser buscado em comum.
Muitos casamentos não dão certo, não raro por falta de adequada preparação. Não bastam os sentimentos de atratividade sensual, nem os interesses de alguns valores superficiais. O matrimônio que exclui intencionalmente a razão sobrenatural está fadado a ficar na periferia do amor, que não realiza as pessoas que se casam. O casamento em que as pessoas fazem o pacto de apenas ter um amor provisório não dá consistência à sede de amor duradouro para a realização de um projeto de vida.
A Sagrada Família mostra o amor profundo baseado na realização do projeto de Deus. Sem este, com a obediência à vontade divina, o ser humano não se consolida em sua sede de infinito. Hoje é comum as pessoas buscarem a felicidade no que é provisório e circunstancial. É como fazer uma casa bem enfeitada mas sem alicerce. Não à toa, desde os primeiros seres humanos, tem havido a exclusão da realização da proposta divina por nós, para vivermos como imagem e semelhança dele no cuidado com a vida, a convivência no amor e na justiça, a natureza e o lar. Na teimosia humana, com a dureza do coração em se auto-divinizar, reinam a desobediência e o orgulho. Isso, acontecendo também no matrimônio e na família, faz ruir por terra a base do amor, que não é a busca do próprio interesse e comodismo, mas sim a gratuidade em dar-se amorosamente pelo bem do outro. Em contra-partida,  tem-se a certeza de realização de um projeto de vida que faz cada um promover o bem do outro. Nessa direção, com a devida preparação, há chance de sustentabilidade no amor e dedicação de um para o outro, bem como para os filhos.
O treinamento ou exercitação para a prática das virtudes ajuda muito a preparação para o casamento. Uma delas é a verdade. No namoro bem encaminhado cada um vai mostrar ao outro a verdade de si, os próprios valores e convicções, bem como suas idéias e ideais. Quando não há transparência no apresentar-se com a verdade de si, a descoberta da mentira pode arruinar o projeto de vida a dois. Outras virtudes a serem alimentadas favorecem a convivência matrimonial: “Revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente” (Colossenses 3,12-13).
A festa da Sagrada Família é um estímulo a todas as famílias para se realimentarem do amor humano entrelaçado com o divino.
D. José Alberto Moura, CSS     –
 Arcebispo de Montes Claros, MG

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